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Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1237227 Português
Você acredita no amor romântico? Alguns dirão que pessoas maduras sabem que o amor não existe. Outros, que é diferente de paixão, sendo esta passageira, enquanto o amor seria algo mais sólido, dado a parcerias de longa duração. 
O tema nos encanta, apesar de alguns teóricos afirmarem que o amor é mera invenção da literatura europeia medieval, universalizada, de modo equivocado, pelos autores românticos dos séculos 19 e 20.  (Adaptado de: Luiz Felipe Pondé. Folha de S. Paulo, 11/02/2013)
O tema nos encanta, apesar de alguns teóricos afirmarem que o amor é mera invenção da literatura europeia medieval, universalizada, de modo equivocado, pelos autores românticos dos séculos 19 e 20. 
Afirma-se corretamente sobre a frase acima:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1205651 Português
O tempo não para
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
Uma empresa “juniorizada” salta aos olhos. Antes, o escritório, silencioso e solene, era dominado por calvícies e cabelos brancos. Seis meses depois, o nível de ruído aumentou, e uma horda juvenil se estabeleceu. Foram-se as regras e procedimentos, substituídos por um frenesi frequentemente confundido com agilidade e produtividade. O mais importante é, porém, que a folha de pagamento foi reduzida. Inferno na Terra, paz no Olimpo corporativo.
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de gestão importante para as empresas. Profissionais mais jovens trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, realizada na medida certa, traz efeitos positivos.
A juniorização, por ser realizada com o propósito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
Além disso, a juniorização segue na contramão da demografia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais maduros. Uma pesquisa recente, realizada pela consultoria PwC e a FGV-Eaesp, instituição à qual este escriba está ligado, procurou avaliar como o mundo corporativo se prepara para o fenômeno. Foram ouvidas mais de cem empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclusões são preocupantes.
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa à escassez de talentos. Consequentemente, a maioria das empresas não possui mecanismos para atrair e manter tais quadros. Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentar maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, elas não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas. Em terceiro lugar, há poucas iniciativas para garantir maior qualidade de vida e para ter quadros mais saudáveis no futuro. Há também poucas ações para acomodar o perfil e as necessidades dos profissionais próximos da aposentadoria.
(Adaptado de: Thomaz Wood Jr., CartaCapital, 21/04/2013, www.cartacapital.com.br/sociedade/o-tempo-nao-para)
A definição do processo de “juniorização” que pode ser corretamente depreendida do texto é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1193644 Português
O tempo não para         O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.         Uma empresa “juniorizada” salta aos olhos. Antes, o escritório, silencioso e solene, era dominado por calvícies e cabelos brancos. Seis meses depois, o nível de ruído aumentou, e uma horda juvenil se estabeleceu. Foram-se as regras e procedimentos, substituídos por um frenesi frequentemente confundido com agilidade e produtividade. O mais importante é, porém, que a folha de pagamento foi reduzida. Inferno na Terra, paz no Olimpo corporativo.        Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de gestão importante para as empresas. Profissionais mais jovens trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, realizada na medida certa, traz efeitos positivos.        A juniorização, por ser realizada com o propósito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.         Além disso, a juniorização segue na contramão da demografia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais maduros. Uma pesquisa recente, realizada pela consultoria PwC e a FGV-Eaesp, instituição à qual este escriba está ligado, procurou avaliar como o mundo corporativo se prepara para o fenômeno. Foram ouvidas mais de cem empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclusões são preocupantes.         Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa à escassez de talentos. Consequentemente, a maioria das empresas não possui mecanismos para atrair e manter tais quadros. Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentar maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, elas não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas. Em terceiro lugar, há poucas iniciativas para garantir maior qualidade de vida e para ter quadros mais saudáveis no futuro. Há também poucas ações para acomodar o perfil e as necessidades dos profissionais próximos da aposentadoria.         (Adaptado de: Thomaz Wood Jr., CartaCapital, 21/04/2013, www.cartacapital.com.br/sociedade/o-tempo-nao-para)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
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Q783148 Engenharia Civil
Conforme a resolução do Conselho Nacional de Justiça, a Taxa de Bonificação e Despesas Indiretas (BDI ou LDI), aplicada sobre o custo direto total da obra, NÃO deverá contemplar as seguintes despesas:
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Q783147 Engenharia Civil
Os andaimes em balanço devem ter sua estrutura convenientemente contraventada e ancorada, de tal forma a eliminar quaisquer oscilações, além de ter sistema de fixação à estrutura da edificação capaz de suportar X vezes os esforços solicitantes. O valor de X é
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Q783146 Engenharia Civil

Considere a figura sobre a sinalização visual de degraus.

Imagem associada para resolução da questão

Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, medindo entre

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Q783145 Engenharia Civil
Os projetos que contemplam as condições de acessibilidade consideram o módulo de referência a projeção no piso ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas. As dimensões do módulo de referência, em cm, são, respectivamente,
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Q783144 Engenharia Civil
Segundo a Portaria n° 3 214 do Ministério do Trabalho, que aprova a NR 16 − Atividades e Operações Perigosas, o exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa, no valor percentual de
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Q783143 Engenharia Civil
Segundo a Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho, nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos são recomendadas as seguintes condições de conforto:
Alternativas
Q783142 Engenharia Civil
Em desenhos assistidos por computador, muitas vezes, faz-se necessário gerar um novo objeto paralelo a um objeto existente no programa AutoCAD. Para isso, utiliza-se o comando
Alternativas
Q783141 Engenharia Civil
Considere o quadro sobre o sistema de tratamento normalmente utilizado para esgotos sanitários:
Imagem associada para resolução da questão
Na concepção do sistema de tratamento de esgoto sanitário, os itens indicados em cada processo/tratamento referem-se, respectivamente, a:
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Q783140 Engenharia Civil
Um sistema de tratamento de águas residuárias é constituído por uma série de operações e processos físicos, químicos e biológicos que são empregados para a remoção de substâncias indesejáveis da água ou para sua transformação em outras formas aceitáveis. Nos processos físicos, são utilizados decantadores na remoção de
Alternativas
Q783139 Engenharia Civil
Considera-se desmembramento, a
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Q783138 Engenharia Civil

Considere o muro de arrimo da figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

As peças que compõem o muro são:

Alternativas
Q783137 Engenharia Civil
O projeto de um muro de arrimo consiste essencialmente em determinar ou estimar suas dimensões e verificar sua estabilidade frente aos esforços atuantes. Para se equilibrar a resultante lateral das pressões que provocam o empuxo de terra, torna-se necessário fazer com que as cargas verticais sejam
Alternativas
Q783136 Engenharia Civil

Considere o croqui sobre a evolução da sondagem na prospecção de um subsolo.

Imagem associada para resolução da questão


Para as camadas A, B e C indicadas no croqui, os valores do NSPT são, respectivamente:

Alternativas
Q783135 Engenharia Civil

Para efeito de orçamento, pretende-se produzir em obra 1 m3 de concreto com traço em massa de agregados secos (1:2,0:3,5:0,9). 

                                                                    Dados:

                                                                    − Cimento: massa específica dos sólidos = 4,0 g/cm3 ;

                                                                    − Areia: massa específica dos sólidos = 2,50 g/cm3 ;

                                                                    − Brita: massa específica dos sólidos = 2,80 kg/cm3 ;

                                                                    − Desprezando o volume de vazios com ar do concreto            
                                                                       fresco adensado. 


A massa de cimento necessária, em kg, para a produção de 1 m3 de concreto é, aproximadamente, 

Alternativas
Q783134 Engenharia Civil
É característica técnica das argamassas hidráulicas: serem materiais que
Alternativas
Q783133 Engenharia Civil
É um exemplo de material hidrófugo e, portanto, utilizado em processos de impermeabilização, sendo quimicamente inerte, de grande sensibilidade à temperatura e praticamente insensível às variações higrométricas:
Alternativas
Q783132 Engenharia Civil

Considere as seguintes informações: 

                                                                            Dados:

                                                                            − Telhado em duas águas;

                                                                            − Cumeeira no sentido do comprimento;

                                                                            − Beirais de 0,35 m em todo o contorno do telhado;

                                                                            − Comprimento útil de cada cumeeira: 0,70 m. 


Para o projeto da cobertura de um galpão retangular com medidas em planta com largura de 22,50 m e comprimento de 27,30 m, o número total de cumeeiras é 

Alternativas
Respostas
641: C
642: A
643: A
644: E
645: D
646: E
647: D
648: D
649: A
650: D
651: B
652: A
653: C
654: E
655: C
656: B
657: C
658: B
659: C
660: B