Questões de Concurso
Para samae de jaguaruna - sc
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
I.Antes de colocar o veículo em circulação, o condutor deve garantir que itens obrigatórios e condições essenciais estejam adequados.
II.Se a máquina estiver com equipamentos obrigatórios inoperantes, pode circular "só até a oficina", desde que em baixa velocidade.
III.O dever de dirigir com atenção e domínio do veículo se aplica em qualquer trecho, inclusive em deslocamentos curtos e rotas internas que tenham circulação de pessoas.
Assinale a alternativa CORRETA:
Coluna 1 − Indicadores
1.Luz de pressão do óleo.
2.Luz de temperatura do motor.
3.Luz da bateria/alternador.
4.Manômetro de pressão do ar (sistema pneumático, quando houver).
5.Conta-giros (RPM − rotações por minuto).
Coluna 2 − Significados
(__)Aponta anormalidade no sistema responsável pela alimentação dos componentes elétricos, podendo resultar em perda de funcionamento durante a operação.
(__)Sinaliza que o conjunto motriz está operando fora da faixa térmica adequada, exigindo interrupção ou correção para evitar danos.
(__)Evidencia condição operacional inadequada relacionada à proteção interna do motor, cuja continuidade pode causar avarias graves.
(__)Informa a condição operacional de sistemas que dependem de pressão para atuação segura, sendo risco crítico quando abaixo do recomendado.
(__)Apresenta o regime de funcionamento do motor, auxiliando na adequação do esforço exigido à atividade executada.
Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Antes de sair com o veículo/máquina, é dever do condutor verificar se os equipamentos obrigatórios estão presentes e em boas condições de funcionamento.
(__)Manter domínio do veículo/máquina e atenção constante é obrigatório, inclusive em deslocamentos curtos.
(__)Se o operador estiver atrasado, pode exceder o limite de velocidade "com segurança", desde que não haja pedestres por perto.
(__)Em qualquer situação, buzinar repetidamente é conduta recomendada para "garantir prioridade" ao atravessar cruzamentos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Derramar óleo/combustível no solo e "cobrir com areia" sem comunicar pode contaminar e agravar o impacto ambiental.
(__)Manter motor em marcha lenta por longos períodos sem necessidade aumenta emissões e consumo, devendo ser evitado quando possível.
(__)A lavagem de máquinas pode ser realizada em áreas com escoamento para bueiros ou galerias pluviais, ainda que haja presença de graxa ou detergentes, desde que a água siga para a rede de drenagem.
(__)Ruídos excessivos e fumaça preta persistente podem caracterizar poluição e exigem correção/manutenção.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.Vibração anormal ao frear pode indicar problema em componentes de freio/rodas e exige verificação antes de continuar.
II.Pressão de pneus abaixo do recomendado tende a aumentar instabilidade e desgaste, elevando risco em curvas e frenagens.
III.Vazamento visível de fluido hidráulico pode causar perda de força/controle em sistemas que dependem da hidráulica.
IV.Se o motor "falha" e perde potência em subida, a conduta mais segura é manter aceleração máxima até "passar o problema".
Assinale a alternativa CORRETA:
Coluna 1 − EPI
1.Capacete de segurança.
2.Protetor auditivo.
3.Óculos de proteção.
4.Luvas de segurança.
5.Calçado de segurança (botina).
Coluna 2 − Risco/situação
(__)Proteção do crânio contra impacto/queda de objetos durante movimentação e operação.
(__)Proteção contra ruído elevado contínuo (motores, marteletes, áreas de britagem etc.).
(__)Proteção contra partículas e respingos (poeira, cavacos, fluidos).
(__)Proteção das mãos contra abrasão/cortes e contato com superfícies ásperas ao manusear ferramentas/peças.
(__)Proteção dos pés contra esmagamento/perfuração e escorregamento em áreas de carga/manobra.
Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.Limpeza, inspeção visual e registro de anomalias antes/depois do uso ajudam a identificar vazamentos, folgas e desgaste antes que virem falha grave.
II.Por isso, a conservação do veículo/máquina pode dispensar revisões programadas, já que "olhar todo dia" substitui manutenção preventiva.
Assinale a alternativa CORRETA: