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Q3845537 Matemática
Em um centro de distribuição de cestas básicas, sabe-se que 8 funcionários, trabalhando no mesmo ritmo, conseguem montar 1.200 cestas em 5 horas de atividade contínua. Em um determinado dia, apenas 5 funcionários estavam disponíveis para o serviço, mantendo-se a mesma produtividade individual. Nessas condições, quantas cestas foram montadas ao final de um turno de 6 horas?
Alternativas
Q3845536 Matemática
Durante a organização de um evento esportivo, uma equipe comprou 18 caixas de água mineral, cada uma contendo 12 garrafas. No dia do evento, foram consumidas 137 garrafas ao longo do período da manhã. À tarde, chegaram mais 5 caixas iguais às anteriores para reposição. Considerando todas essas movimentações, quantas garrafas restaram após o consumo total descrito? 
Alternativas
Q3845535 Matemática
Uma empresa de logística analisou o consumo mensal de combustível de sua frota. Em um determinado mês, foram utilizados 3.450 litros. No mês seguinte, o consumo aumentou em 275 litros devido à ampliação das rotas, mas no terceiro mês houve uma redução de 430 litros em relação ao mês anterior. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__)O consumo no segundo mês foi de 3.725 litros.
(__)O consumo no terceiro mês foi de 3.295 litros.
(__)A diferença entre o primeiro e o terceiro mês foi de 175 litros.
(__)O consumo total dos três meses somou 10.560 litros.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q3845533 Matemática
Uma escola recebeu uma remessa de 350 livros didáticos para distribuição entre seus alunos. Desse total, 128 livros foram destinados ao ensino fundamental e 94 ao ensino médio. Posteriormente, a escola adquiriu mais 3 caixas com 24 livros cada para complementar o acervo. Após essa nova aquisição, quantos livros ficaram disponíveis?
Alternativas
Q3845530 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

O homem caminha a pé enquanto a mulher e o menino seguem montados a cavalo. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845528 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

No conto, diversas palavras são utilizadas com valor expressivo ampliado. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845526 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

O menino nomeia o cabo de vassoura que encontra de "Rocinante". Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3845525 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

No conto "Moinho de Sonhos", o autor recorre a construções que oscilam entre o sentido próprio e o sentido figurado, ampliando os significados do texto. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845524 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

O narrador afirma: "Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes". Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845523 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.


Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.


Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.


Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.


De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.


Começaram a se misturar:


− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.


− Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.


Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.


Avançaram na entrega:


− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.


− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.


− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.


Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:


− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.


− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.


− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.


− Temos de crescer primeiro.


− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso. 


− Vamos! − concordou Sancho.


Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.


Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.



CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.

O diálogo entre Alonso e Sancho mescla elementos da fantasia com traços da realidade. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845522 Segurança e Transporte
Manobras com máquinas/veículos exigem controle de pontos cegos, comunicação e procedimentos para evitar atropelamentos e colisões com estruturas. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3845521 Legislação de Trânsito
Quando a máquina/veículo precisa transitar em via pública, o operador deve observar regras e condições legais para circulação segura, inclusive quanto a equipamentos e conduta. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo:

I.Antes de colocar o veículo em circulação, o condutor deve garantir que itens obrigatórios e condições essenciais estejam adequados.
II.Se a máquina estiver com equipamentos obrigatórios inoperantes, pode circular "só até a oficina", desde que em baixa velocidade.
III.O dever de dirigir com atenção e domínio do veículo se aplica em qualquer trecho, inclusive em deslocamentos curtos e rotas internas que tenham circulação de pessoas.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3845520 Engenharia Mecânica
Para operar com segurança, o operador deve interpretar corretamente alertas do painel, pois eles indicam falhas que podem causar dano ao motor, perda de freio ou pane elétrica. Nesse contexto, associe a Coluna 1 (Indicador do painel) à Coluna 2 (Significado mais provável).

Coluna 1 − Indicadores

1.Luz de pressão do óleo.
2.Luz de temperatura do motor.
3.Luz da bateria/alternador.
4.Manômetro de pressão do ar (sistema pneumático, quando houver).
5.Conta-giros (RPM − rotações por minuto).

Coluna 2 − Significados

(__)Aponta anormalidade no sistema responsável pela alimentação dos componentes elétricos, podendo resultar em perda de funcionamento durante a operação.
(__)Sinaliza que o conjunto motriz está operando fora da faixa térmica adequada, exigindo interrupção ou correção para evitar danos.
(__)Evidencia condição operacional inadequada relacionada à proteção interna do motor, cuja continuidade pode causar avarias graves.
(__)Informa a condição operacional de sistemas que dependem de pressão para atuação segura, sendo risco crítico quando abaixo do recomendado.
(__)Apresenta o regime de funcionamento do motor, auxiliando na adequação do esforço exigido à atividade executada.

Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3845519 Legislação de Trânsito
Durante o deslocamento e a operação de máquinas em vias internas e, quando aplicável, em vias públicas, o operador deve agir com atenção e adotar verificações básicas antes de iniciar o trajeto, prevenindo falhas e acidentes. Considerando normas gerais de circulação e conduta e cuidados essenciais, analise as afirmativas e registre V, para Verdadeiras, e F, para Falsas:

(__)Antes de sair com o veículo/máquina, é dever do condutor verificar se os equipamentos obrigatórios estão presentes e em boas condições de funcionamento.
(__)Manter domínio do veículo/máquina e atenção constante é obrigatório, inclusive em deslocamentos curtos.
(__)Se o operador estiver atrasado, pode exceder o limite de velocidade "com segurança", desde que não haja pedestres por perto.
(__)Em qualquer situação, buzinar repetidamente é conduta recomendada para "garantir prioridade" ao atravessar cruzamentos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3845518 Gestão de Pessoas
Em uma equipe de operação, atrasos, retrabalho e quase-acidentes muitas vezes surgem de falhas de comunicação e postura. Um operador percebeu que um colega vem realizando manobras com pressa, sem avisar quem está próximo, e ainda reage com ironia quando alertado. Considerando boa convivência no ambiente de trabalho e segurança, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3845517 Engenharia Ambiental e Sanitária
O operador de máquinas também contribui para reduzir impactos ambientais, especialmente por meio do controle de vazamentos, emissões, descarte correto e prevenção de contaminações. Com base em boas práticas e dever geral de proteção ambiental, analise as afirmativas abaixo e registre V, para Verdadeiras, e F, para Falsas:

(__)Derramar óleo/combustível no solo e "cobrir com areia" sem comunicar pode contaminar e agravar o impacto ambiental.
(__)Manter motor em marcha lenta por longos períodos sem necessidade aumenta emissões e consumo, devendo ser evitado quando possível.
(__)A lavagem de máquinas pode ser realizada em áreas com escoamento para bueiros ou galerias pluviais, ainda que haja presença de graxa ou detergentes, desde que a água siga para a rede de drenagem.
(__)Ruídos excessivos e fumaça preta persistente podem caracterizar poluição e exigem correção/manutenção.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3845516 Segurança e Transporte
Durante a operação, alguns sinais e comportamentos do veículo/máquina indicam risco mecânico imediato. Reconhecê-los evita dano e acidente, especialmente em manobras e terrenos irregulares. Analise as afirmativas:

I.Vibração anormal ao frear pode indicar problema em componentes de freio/rodas e exige verificação antes de continuar.
II.Pressão de pneus abaixo do recomendado tende a aumentar instabilidade e desgaste, elevando risco em curvas e frenagens.
III.Vazamento visível de fluido hidráulico pode causar perda de força/controle em sistemas que dependem da hidráulica.
IV.Se o motor "falha" e perde potência em subida, a conduta mais segura é manter aceleração máxima até "passar o problema".

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3845515 Segurança e Saúde no Trabalho
Na operação de máquinas, o Equipamento de Proteção Individual (EPI) deve ser adequado ao risco e utilizado corretamente, pois reduz a chance de lesões por impacto, projeção de partículas, ruído e esmagamento. Nesse contexto, associe a Coluna 1 (EPI) à Coluna 2 (Risco/situação relacionada).

Coluna 1 − EPI

1.Capacete de segurança.
2.Protetor auditivo.
3.Óculos de proteção.
4.Luvas de segurança.
5.Calçado de segurança (botina).

Coluna 2 − Risco/situação

(__)Proteção do crânio contra impacto/queda de objetos durante movimentação e operação.
(__)Proteção contra ruído elevado contínuo (motores, marteletes, áreas de britagem etc.).
(__)Proteção contra partículas e respingos (poeira, cavacos, fluidos).
(__)Proteção das mãos contra abrasão/cortes e contato com superfícies ásperas ao manusear ferramentas/peças.
(__)Proteção dos pés contra esmagamento/perfuração e escorregamento em áreas de carga/manobra.

Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3845514 Legislação de Trânsito
Em uma rotina de deslocamentos com máquina/veículo entre pátio, acesso e áreas compartilhadas, o operador deve cumprir regras de sinalização e conduta para reduzir riscos. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3845513 Engenharia Mecânica
Em máquinas e veículos, falhas repetidas geralmente decorrem mais de manutenção deficiente do que de "azar". A manutenção preventiva e a conservação diária reduzem panes, consumo e riscos em manobras. Considerando esse contexto, avalie as assertivas abaixo:

I.Limpeza, inspeção visual e registro de anomalias antes/depois do uso ajudam a identificar vazamentos, folgas e desgaste antes que virem falha grave. 
II.Por isso, a conservação do veículo/máquina pode dispensar revisões programadas, já que "olhar todo dia" substitui manutenção preventiva.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
61: E
62: A
63: E
64: A
65: B
66: A
67: A
68: B
69: A
70: C
71: C
72: B
73: B
74: B
75: C
76: C
77: B
78: D
79: C
80: D