Questões de Concurso
Para prefeitura de jahu - sp
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( ) O predicado verbal tem como núcleo um verbo. De acordo com a transitoriedade, esse verbo pode ser intransitivo, quando constitui uma informação integral, ou transitivo, quando prevê um ou mais complementos. ( ) O predicado nominal tem como núcleo uma palavra ou expressão responsável por apresentar algum atributo do sujeito; esse núcleo é chamado de predicativo do sujeito. ( ) O predicado verbo-nominal é formado por dois núcleos: um verbo e um predicativo. O predicativo do sujeito expressa o estado do sujeito durante a ação verbal. O predicativo do objeto indica uma característica do objeto atribuída a ele por meio da ação verbal. ( ) O predicado verbal associa as características dos predicados nominal e verbo-nominal, apresenta sempre um verbo de ligação.
Sobre características das escolas literárias, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa
correta.
COLUNA I.
A- Quinhentismo.
B- Barroco.
C- Arcadismo.
D- Romantismo.
E- Realismo.
COLUNA II.
1- O dualismo, o bifrontismo, o fusionismo, o feísmo, religiosidade mesclada com a sensualidade.
2- Imposição do “eu”, subjetivismo, individualismo, predomínio da emoção, da imaginação, escapismo,
religiosidade, ilogismo, idealização, nacionalismo.
3- Objetivismo, impassibilidade, observação e análise, temas contemporâneos, preocupação formal.
4- Simplicidade, clareza, equilíbrio, pastoralismo, bucolismo, poesia descritiva e objetiva.
5- Textos informativos, textos propagandísticos, textos catequéticos, textos de viajantes estrangeiros.
Conversinha mineira:(Fernando Sabino).
— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
— Sei dizer não senhor: não tomo café.
— Você é dono do café, não sabe dizer?
— Ninguém tem reclamado dele não senhor.
— Então me dá café com leite, pão e manteiga.
— Café com leite só se for sem leite.
— Não tem leite?
— Hoje, não senhor.
— Por que hoje não?
— Porque hoje o leiteiro não veio.
— Ontem ele veio?
— Ontem não.
— Quando é que ele vem?
— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não
vem.
— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
— Ah, isso está, sim senhor.
— Quando é que tem leite?
— Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a
política aqui na sua cidade?
— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
— E há quanto tempo o senhor mora aqui?
— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.
— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
— E o Prefeito?
— Que é que tem o Prefeito?
— Que tal o Prefeito daqui?
— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
— Que é que falam dele?
— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
— Você, certamente, já tem candidato.
— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
— Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Conversinha mineira:(Fernando Sabino).
— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
— Sei dizer não senhor: não tomo café.
— Você é dono do café, não sabe dizer?
— Ninguém tem reclamado dele não senhor.
— Então me dá café com leite, pão e manteiga.
— Café com leite só se for sem leite.
— Não tem leite?
— Hoje, não senhor.
— Por que hoje não?
— Porque hoje o leiteiro não veio.
— Ontem ele veio?
— Ontem não.
— Quando é que ele vem?
— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não
vem.
— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
— Ah, isso está, sim senhor.
— Quando é que tem leite?
— Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a
política aqui na sua cidade?
— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
— E há quanto tempo o senhor mora aqui?
— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.
— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
— E o Prefeito?
— Que é que tem o Prefeito?
— Que tal o Prefeito daqui?
— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
— Que é que falam dele?
— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
— Você, certamente, já tem candidato.
— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
— Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Considerando o circuito em corrente continua a seguir, determine a tensão dissipada sob o resistor de 3Ω.

( ) O fator de potência do rotor durante o funcionamento em plena carga é alto. ( ) Uma máquina de indução alimentada, com uma tensão terminal de frequência menor que a nominal, terá sua corrente de magnetização reduzida. ( ) Em um acionamento em estrela-triângulo, a máquina opera com uma corrente de partida três vezes menor que a sua corrente nominal.
I- Resistência do rotor. II- Resistência do estator. III- Amplitude tensão terminal do estator. IV- Frequência da tensão terminal do estator.
Das afirmações apresentadas estão corretas.