Questões de Concurso
Para seduc-al
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Uma aula experimental de química é uma atividade potencialmente arriscada, por isso o professor deve exigir o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva quando houver manipulação de produtos químicos concentrados; todavia, em caso de manipulação de produtos químicos inofensivos ou diluídos, a utilização desses equipamentos é dispensável.
Uma atividade experimental orientada pelo problema “Por que não devemos aproveitar óleo usado para fritura?” é considerada adequada para o ensino por investigação, metodologia em que os alunos são colocados em situação de realizar pequenas pesquisas, problematizadas pelo professor.
Uma forma de contribuir para o desenvolvimento da responsabilidade socioambiental dos estudantes é colocá-los para tratar e dispor, de forma adequada e segura, os resíduos gerados durante a realização de atividades experimentais.

Adotar situações-problemas nas avaliações possibilita aos alunos desenvolverem certas habilidades como aplicar estratégias, elaborar, avaliar e testar hipóteses para resolução, articulando, além dos conteúdos conceituais, os procedimentais.

A formulação de problemas possibilita ao professor o uso de diferentes recursos, como reportagens de jornais ou revistas, visitas de estudos do meio, materiais de divulgação científica, propagandas etc.

Os exercícios podem ser utilizados para desenvolver conteúdos procedimentais e atitudinais e para proporcionar a complexificação dos conceitos e o desenvolvimento de raciocínio.

Os problemas podem ser usados para operacionalizar um conceito, treinar um algoritmo, exemplificar etc.
O processo avaliativo inclui o momento em que o professor informa a cada estudante o resultado da correção da atividade, pois, com base nisso, ambos podem melhorar o processo de ensino-aprendizagem.
O professor pode realizar avaliações comparativas, solicitando que os alunos respondam em uma ficha, ao final de cada aula, o que consideram ter aprendido e o que não entenderam; nesse caso, as respostas são lidas, categorizadas e retomadas pelo docente no início da aula seguinte.
A avaliação somativa deve servir como guia para o professor e seus alunos, tornando a construção do conhecimento um processo leve, eficaz e personalizado, ao considerar e respeitar as individualidades.
A avaliação é importante como diagnóstico e percepção de fatores que vislumbram preventivamente um estudante e seu processo de ensino-aprendizagem.

A temática alimentação, com vistas a problematizar o consumo balanceado dos ácidos graxos, possibilita uma abordagem contextualizada e interdisciplinar de alguns tópicos do conteúdo programático de química, tais como: funções e reações da química orgânica, isomeria e cinética química.

Sabendo-se que o ácido graxo poli-insaturado ômega-6, essencial na dieta humana, é o ácido linoleico, cuja nomenclatura oficial é ácido 9-12-octadecadienoico, é correto afirmar que esse ácido possui nove carbonos e duas insaturações em sua estrutura molecular e que sua fórmula química é a seguinte. CH3–(CH2)4–CH=CH–CH2–CH=CH–(CH2)7–COOH

O consumo moderado de alimentos fontes de ácidos graxos insaturados está relacionado com a diminuição dos níveis de colesterol circulantes e, consequentemente, ao menor risco para o aparecimento de doenças cardiovasculares.

Trazer para sala de aula a análise de rótulos nutricionais, com trechos como o que aparece entre aspas no texto, possibilita ao professor desenvolver o letramento científico, além de ensinar a linguagem e os métodos da ciência.

A equação química representada é denominada hidrogenação catalítica e assemelha-se à transformação da gordura saturada dos óleos vegetais em gordura insaturada das margarinas.

A gordura cis é menos estável que a gordura trans, em virtude da tensão provocada por dois segmentos volumosos presentes do mesmo lado da ligação dupla.

A reação de hidrogenação representada pela equação de adição ocorre a temperatura ambiente.
Um desafio a ser superado para alcançar as competências e as habilidades previstas pela BNCC é a fragmentação das áreas do conhecimento em disciplinas, muito comum no ensino tradicional.
Para a área de ciências da natureza e suas tecnologias, definem-se competências e habilidades que permitem a ampliação e a sistematização das aprendizagens desenvolvidas no ensino fundamental, desarticulando-se, no ensino médio, os conhecimentos da biologia, da física e da química.