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O feminicídio se apresenta como uma tipificação dessa forma específica de violência, qualificada a partir do gênero de quem a sofre.
A violência de gênero reflete, sobretudo, a fragilidade das mulheres na sociedade.
No que diz respeito às arenas dos movimentos sociais, é notável que as ruas perderam relevância enquanto espaço de mobilização e protesto.
No Brasil, desde 2013, as diferentes formas de uso das redes sociais apontam que, finalmente, foram criadas condições de aprofundar o debate político no espaço virtual das redes sociais na Internet.
É inquestionável que as redes sociais na Internet, além de terem transformado a maneira de as pessoas se mobilizarem, conseguiram proporcionar evidentes melhorias na prática política.
A noção de heterogeneidade da pobreza referida no texto indica que, diante das diferenças tão amplas da sociedade, nenhuma variável pode sobrepor-se a outra na compreensão das desigualdades.
Uma das contribuições mais relevantes da ampla literatura sociológica acerca das desigualdades sociais diz respeito à multidimensionalidade dessa questão.
Infere-se dos dados da PNAD apresentados no texto que, no período analisado, houve aprofundamento da proporção de pessoas negras entre o decil mais pobre da população brasileira.
A BNCC é explicita ao impedir que discussões sobre desigualdades de gênero ou ideologia de gênero sejam abordados no ensino médio.
A BNCC não menciona conteúdos de sociologia, visto que a reforma do ensino médio tornou o ensino de sociologia não obrigatório.
A BNCC é um documento que estipula as competências específicas, as habilidades e, sobretudo, os conteúdos programáticos de forma detalhada, tal como o professor deve lecionar em sala de aula.
A BNCC, com objetivo de tornar a educação neutra, científica, e não partidária, não recomenda o ensinamento da teoria de Karl Marx.
De acordo com a BNCC, uma das competências específicas e habilidades a serem desenvolvidas pela área das ciências humanas e sociais aplicadas consiste no reconhecimento e no combate das diversas formas de desigualdade, respeitando-se os direitos humanos.
A moda, seguindo raciocínio simmeliano, é uma instituição social a serviço do capital para subjugar e homogeneizar as identidades individuais de classe.
Pierre Bourdieu buscou conciliar a teoria sociológica clássica (Marx, Weber, Simmel) ao propor uma forma de pensar a estratificação social baseada na posse individual de diferentes capitais em um jogo de disputas por posições de prestígio social.
Simmel propõe se pensar a estratificação social não apenas como decorrente da posição social dos indivíduos na estrutura de produção, mas, também, na adesão ou diferenciação dos indivíduos a estilos de vida.
Tanto Simmel quanto Weber procuraram compreender formas de diferenciação social mesmo em situações em que os indivíduos pertencem a uma mesma classe econômica.
Para alguns autores, a pandemia evidenciou as limitações de um estado mínimo neoliberal na medida em que o setor público foi fundamental, em diversos países, para criar alternativas ao desemprego, subsidiar empresas, readequar escolas e programas pedagógicos, e investir em pesquisas, vacinas e no setor de saúde.
Nos critérios de vacinação, a desigualdade e a estratificação social se tornam evidentes, pois, ao priorizar pessoas mais idosas, acaba-se atingindo a população branca, que tem maior expectativa de vida do que a negra no Brasil. Na segunda priorização, por comorbidade, acontece algo semelhante, pois a população negra tem menor acesso aos serviços de saúde e, portanto, menor acesso a estes diagnósticos de comorbidades.
Os países que tiveram um bom enfrentamento da pandemia contaram com a centralização do Estado na coordenação de diversas instituições sociais.