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Entre os fatores de insucesso no uso da prótese parcial removível associados à falta de planejamento biomecânico está a
Após a instalação, alguns cuidados são necessários visando a superação de desconfortos temporários e a adaptação do paciente à prótese parcial removível, EXCETO
O planejamento da prótese parcial removível a ser instalada no arco superior deve levar em consideração os movimentos de rotação distal e mesial quando em função mastigatória. A rotação mesial
A prótese parcial removível tem indicação na presença de algumas situações, EXCETO
A classificação do arco dentário inferior é:
A classificação do arco dentário superior é:
Frente à necessidade de minimizar o aparecimento do metal presente na infraestrutura para prótese metalocerâmica, deve-se realizar o procedimento de
A indicação de uma prótese adesiva indireta em pacientes jovens pode ser feita em situações nas quais há
Paciente com 19 anos de idade, sexo masculino, sofreu avulsão do dente 22 em um acidente automobilístico. Devido ao intervalo de tempo decorrido entre o acidente e sua chegada ao consultório odontológico, não foi possível reimplantar o dente. A anamnese revela que o paciente não apresenta hábito de bruxismo e o exame clínico mostra a presença dos demais dentes nos arcos superior e inferior. Na sua reabilitação, tem-se a indicação de
Instruções: Para responder às questões de números 21 a 23 considere as informações a seguir.
Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, tem indicação de coroa parcial metálica 7/8 no dente 36.
A margem da restauração deve ser estabelecida em posição
Instruções: Para responder às questões de números 21 a 23 considere as informações a seguir.
Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, tem indicação de coroa parcial metálica 7/8 no dente 36.
Entre as características que promovem a retenção e a resistência da coroa 7/8, está
Instruções: Para responder às questões de números 21 a 23 considere as informações a seguir.
Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, tem indicação de coroa parcial metálica 7/8 no dente 36.
No preparo do dente com finalidade protética, a linha de terminação gengival deve ser em forma de
Atenção: As questões de números 19 a 20 referem-se ao Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Considere:
I. Posse.
II. Idade.
III. Tempo de serviço na magistratura do Trabalho na 3ª Região.
IV. Tempo de serviço público.
V. Classificação no concurso.
VI. Data da publicação do ato de nomeação ou de promoção.
A antiguidade dos Magistrados será determinada, sucessivamente, pelas condições constantes em
A localização do escudo no lado esquerdo da camisa não é casual.
O escudo do clube se localiza acima do coração do jogador.
É fato comum o jogador beijar o escudo da camisa após marcar um gol ou conquistar um título.
As frases acima se organizam em um único período, com clareza, correção e lógica, em:
A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:
Para este caso clínico, é indicada a incisão
Num desses canais de TV a cabo – ou no de TV Educativa, não me lembro ao certo – pude assistir, não faz muitos dias, a um documentário sobre a atuação dos irmãos Vilas-Boas junto a tribos indígenas do Xingu. A reportagem, apesar de tecnicamente algo tosca, resultou muito expressiva; deve datar do início dos anos 60. No centro dela, repontava o delicado tema da “aproximação” que os brancos promovem em relação aos índios ainda isolados. Cláudio Vilas-Boas, que chefiava a expedição, mostrou plena consciência da tensão que envolve esses primeiros contatos, que acabarão provocando a desfigurações da cultura indígena. Há quem defenda, com razão, que o melhor para os índios seria que os deixássemos em paz, às voltas com seus valores, hábitos e ritos. Mas acabaria não sendo possível evitar que, mais dia, menos dia, algum contato se estabelecesse – e com o risco de que brancos ambiciosos e despreparados mostrassem, eles sim, a “selvageria” de que somos capazes. A delicadeza da missão dos irmãos Vilas-Boas está em que eles procuram respeitar ao máximo a cultura indígena, enquanto a põem em contato com a nossa. Melhor que ninguém, os irmãos sabem que não aproveitaremos nada de tanto o que têm os índios a nos ensinar (na dedicação aos filhos, por exemplo) e que, ao mesmo tempo, os exporemos aos nossos piores vícios. Era visível a preocupação de Cláudio, pelos riscos desse contato: uma gripe trazida pelo branco pode dizimar toda uma aldeia. Hoje, décadas depois, o documentário parece assumir o valor de um testamento: são impressionantes as cenas em que um chefe indígena recusa, com veemência, presentes dos “civilizados”; ele parece adivinhar o custo de tais ofertas, e busca se defender do perigo mortal que vê nelas. O país desenvolveu-se muito nesse tempo, modernizou-se, povoou regiões recônditas do interior, abriu espaço para as “reservas”. Mas sabemos que a cultura do colonizador não é, necessariamente, melhor do que a do colonizado. Apenas se revelou a mais bem armada, a mais forte das duas. Melhor seria se fosse, também, a mais justa. (Roberto Melchior da Ponte, inédito)
A frase em que se admite transposição da forma verbal para a voz passiva é:
Num desses canais de TV a cabo – ou no de TV Educativa, não me lembro ao certo – pude assistir, não faz muitos dias, a um documentário sobre a atuação dos irmãos Vilas-Boas junto a tribos indígenas do Xingu. A reportagem, apesar de tecnicamente algo tosca, resultou muito expressiva; deve datar do início dos anos 60. No centro dela, repontava o delicado tema da “aproximação” que os brancos promovem em relação aos índios ainda isolados. Cláudio Vilas-Boas, que chefiava a expedição, mostrou plena consciência da tensão que envolve esses primeiros contatos, que acabarão provocando a desfigurações da cultura indígena. Há quem defenda, com razão, que o melhor para os índios seria que os deixássemos em paz, às voltas com seus valores, hábitos e ritos. Mas acabaria não sendo possível evitar que, mais dia, menos dia, algum contato se estabelecesse – e com o risco de que brancos ambiciosos e despreparados mostrassem, eles sim, a “selvageria” de que somos capazes. A delicadeza da missão dos irmãos Vilas-Boas está em que eles procuram respeitar ao máximo a cultura indígena, enquanto a põem em contato com a nossa. Melhor que ninguém, os irmãos sabem que não aproveitaremos nada de tanto o que têm os índios a nos ensinar (na dedicação aos filhos, por exemplo) e que, ao mesmo tempo, os exporemos aos nossos piores vícios. Era visível a preocupação de Cláudio, pelos riscos desse contato: uma gripe trazida pelo branco pode dizimar toda uma aldeia. Hoje, décadas depois, o documentário parece assumir o valor de um testamento: são impressionantes as cenas em que um chefe indígena recusa, com veemência, presentes dos “civilizados”; ele parece adivinhar o custo de tais ofertas, e busca se defender do perigo mortal que vê nelas. O país desenvolveu-se muito nesse tempo, modernizou-se, povoou regiões recônditas do interior, abriu espaço para as “reservas”. Mas sabemos que a cultura do colonizador não é, necessariamente, melhor do que a do colonizado. Apenas se revelou a mais bem armada, a mais forte das duas. Melhor seria se fosse, também, a mais justa. (Roberto Melchior da Ponte, inédito)
É forçoso contatar os índios com delicadeza, para poupar os índios de um contato talvez mais brutal, em que exploradores submetessem os índios a toda ordem de humilhação, tornando os índios vítimas da supremacia das armas do branco.
Evitam-se as viciosas repetições do trecho acima substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por:
A moldagem funcional é realizada com a utilização de moldeira