Questões de Concurso Para sejudh - mt

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Q787310 Serviço Social
O assistente social W foi convocado a depor como testemunha sobre uma situação sigilosa o qual teve conhecimento no transcurso de seu exercício profissional. Considerando que W foi autorizado pelo usuário a revelar o sigilo, de acordo com o Código de Ética Profissional do assistente social, em tal situação W está:
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Q787308 Serviço Social
O assistente social Y resolveu participar de um movimento social promovido por uma organização social popular vinculada à luta pela consolidação e ampliação da democracia e dos direitos de cidadania. Considerando o Código de Ética Profissional do assistente social, tal posicionamento constitui um(a):
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Q787306 Serviço Social
A pesquisa em que o assistente social realiza em associação com a resolução de um problema coletivo junto com os participantes da situação é a(o):
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Q787304 Serviço Social
A assistente social X realiza diariamente estudos socioeconômicos com os usuários da instituição na qual trabalha com o objetivo de inseri-los nos diversos programas e serviços sociais oferecidos pela entidade. De acordo com a lei que regulamenta a profissão tal atividade está prevista como:
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Q787302 Serviço Social
Uma das características do cotidiano é que nele os sujeitos acabam encaminhando suas demandas de maneira superficial, dado que a prioridade da vida cotidiana está em responder os fenômenos em sua:
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Q787301 Serviço Social
Os princípios norteadores do projeto profissional do serviço social fundam-se em uma perspectiva da construção de uma nova ordem societária, contudo, considerando que a profissão se materializa no contexto do capitalismo, no exercício do trabalho do assistente social, o instrumento fundamental para a consolidação do projeto ético político profissional é o:
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Q787299 Serviço Social
As ações socioassistenciais, realizadas pelo profissional do serviço social no trabalho com famílias, favorecem a estas a oportunização da elaboração crítica e consciente de sua própria concepção de mundo, propiciando uma participação ativa na produção de suas próprias histórias. Tal perspectiva de trabalho faz com que o assistente social coloque em movimento o princípio da(o):
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Q787298 Serviço Social
Historicamente o serviço social migrou de uma postura tecnicista a uma teoricista. No que concerne ao debate contemporâneo estabelecido sobre a relação entre teoria e prática no serviço social, é correto afirmar que:
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Q787297 Serviço Social
A estrutura ideológica sobre a qual se elaborou e se assentou o Código de Ética do assistente social é representado por seus(suas):
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Q787296 Serviço Social
O processo de financeirização indica um modo de estruturação da economia mundial. No capital fetiche, a forma peculiar à circulação do capital como mercadoria é o(a): 
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Q787295 Serviço Social
Nas avaliações de programas e políticas públicas, a mais usualmente aplicada, por ser mais factível e menos custosa, é aquela que avalia a relação entre os objetivos e instrumentos explícitos de um dado programa e seus resultados efetivos. A definição refere-se à avaliação:
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Q787294 Serviço Social
Em conformidade com o consenso de Washington, uma das formas de responder à questão social condiciona a seguridade social e:
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Q787282 Direito Administrativo
“Há uma prerrogativa de direito público que calçada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade" (c a r v a l h o , Filho José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 25a edição 2012, p. 75).
A definição acima refere-se ao poder: 
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Q787269 História e Geografia de Estados e Municípios
A Rusga destaca-se como um importante episódio da história de Mato Grosso, sendo reflexo de acontecimentos e disputas nacionais. A polarização foi uma marca da disputa pelo poder que colocou frente a frente as denominadas “Sociedade dos Zelosos da Independência ” e “ Sociedade Filantrópica". Entre as alternativas a seguir, assinale a que mais se relaciona com a composição da denominada Sociedade Filantrópica.
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Q787263 Português
Texto para responder às questões.

TE
        De todas as coisas pequenas, estava ali a menor de todas que eu já tinha visto. Não porque ela sofresse dessas severas desnutrições africanas - embora passasse fome mas pelo que eu saberia dela depois.
          Teria uns 4 anos de idade, estava inteiramente nua e suja, o nariz catarrento, o cabelo desgrenhado numa massa disforme, liso e sujo. Chorava alto, sentada no chão da sala escura. A casa de taipa tinha três cômodos pequenos.Isso que chamei de sala não passava de um espaço de 2 m por 2 m, sem janelas. Apenas a porta, aberta na parte de cima, jogava alguma luz no ambiente de teto baixo e chão batido.
        Isso aconteceu na semana passada, num distrito de Sertânia, cidade a 350 km de Recife, no sertão de Pernambuco. A mãe e os outros seis filhos ficaram na porta a nos espreitar, os visitantes estranhos. O marido, carregador de estrume, ganhava R$ 20 por semana, o que somava R$ 80 por mês. Essa a renda do casal analfabeto. Nenhum dos sete filhos frequentava a escola. Não havia água encanada. Compravam a R$ 4 o tambor de 24 litros. O choro da menina seguia atrapalhando a conversa.
        - Ei, por que você está chorando? perguntei, enfiando a cabeça no vão da porta. A menina não ouviu, largada nochão.
       - Ei! Vem cá, eu vou te dar um presente - repeti. Ela olhou para mim pela primeira vez. Mas não se mexeu, ainda chorando.
        - Como é o nome dela?- perguntei à mulher.
        - Agente chama ela de Te -disse, banguela.
        -Te? Mas qual o nome dela?-insisti.
        - A gente chama ela de Te, que ela ainda não foi batizada não.
        - Como assim? Ela não tem nome? Não foi registrada no cartório?
        - Não, porque eu ainda não fui atrás de fazer.
       Te. Olhei de novo para a menina. Era a menor coisa do mundo, uma pessoa sem nome. Um nada. “Te” era antes da sílaba - era apenas um fonema, um murmúrio, um gemido. Entendi o choro, o soluço, o grito ininterrupto no meio da sala. A falta de nome impressionava mais do que a falta de todo o resto.
        Te chorava de uma dor, de uma falta avassaladora. Só podia ser. Chorava de solidão, dessa solidão dos abandonados, dos que não contam para nada, dos que mal existem. Ela era o resultado concreto das políticas civilizadas (as econômicas, as sociais) e de todo o nosso comportamento animal: o de ir fazendo sexo e filhos como os bichos egoístas que somos, enfim.
      Era como se aquele agrupamento humano (uma família?) vivesse num estágio qualquer pré- linguagem, em que nomear as coisas e as pessoas pouco importava. Rousseau diz que o homem pré-histórico não precisava falar para se alimentar. Não foi por causa da comida que surgiu a linguagem. "O fruto não desaparece de nossas mãos”, explica. Por isso não era necessário denominá-lo.
        As primeiras palavras foram pronunciadas para exprimir o que não vemos, os sentimentos, as paixões, o amor, o ódio, a raiva, a comiseração. “Só chamamos as coisas por seus verdadeiros nomes quando as vemos em suas formas verdadeiras.” Só quando Te viu a coisa na minha mão se calou.
    -     Ei, Te, olha o que eu tenho para te dar!
Ela virou-se na minha direção. Fez-se um silêncio na sala. Era uma bala enrolada num papel verde, com letras vermelhas. Então ela se levantou, veio até a porta e pegou o doce, voltou para o mesmo lugar e recomeçou seu lamento.
        Nem a bala serviu de consolo. Era tudo amargura. Só restava chorar, chorar e chorar por essa morte em vida, por essa falta de nome, essa desolação.
FELINTO, Marilene. Te. Folha de S. Paulo, São Paulo, 30 jan. 2001. Brasil, Cotidiano, p. C2. 
Pode-se identificar o uso conotativo da linguagem em:
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Q787261 Português
Texto para responder às questões.

TE
        De todas as coisas pequenas, estava ali a menor de todas que eu já tinha visto. Não porque ela sofresse dessas severas desnutrições africanas - embora passasse fome mas pelo que eu saberia dela depois.
          Teria uns 4 anos de idade, estava inteiramente nua e suja, o nariz catarrento, o cabelo desgrenhado numa massa disforme, liso e sujo. Chorava alto, sentada no chão da sala escura. A casa de taipa tinha três cômodos pequenos.Isso que chamei de sala não passava de um espaço de 2 m por 2 m, sem janelas. Apenas a porta, aberta na parte de cima, jogava alguma luz no ambiente de teto baixo e chão batido.
        Isso aconteceu na semana passada, num distrito de Sertânia, cidade a 350 km de Recife, no sertão de Pernambuco. A mãe e os outros seis filhos ficaram na porta a nos espreitar, os visitantes estranhos. O marido, carregador de estrume, ganhava R$ 20 por semana, o que somava R$ 80 por mês. Essa a renda do casal analfabeto. Nenhum dos sete filhos frequentava a escola. Não havia água encanada. Compravam a R$ 4 o tambor de 24 litros. O choro da menina seguia atrapalhando a conversa.
        - Ei, por que você está chorando? perguntei, enfiando a cabeça no vão da porta. A menina não ouviu, largada nochão.
       - Ei! Vem cá, eu vou te dar um presente - repeti. Ela olhou para mim pela primeira vez. Mas não se mexeu, ainda chorando.
        - Como é o nome dela?- perguntei à mulher.
        - Agente chama ela de Te -disse, banguela.
        -Te? Mas qual o nome dela?-insisti.
        - A gente chama ela de Te, que ela ainda não foi batizada não.
        - Como assim? Ela não tem nome? Não foi registrada no cartório?
        - Não, porque eu ainda não fui atrás de fazer.
       Te. Olhei de novo para a menina. Era a menor coisa do mundo, uma pessoa sem nome. Um nada. “Te” era antes da sílaba - era apenas um fonema, um murmúrio, um gemido. Entendi o choro, o soluço, o grito ininterrupto no meio da sala. A falta de nome impressionava mais do que a falta de todo o resto.
        Te chorava de uma dor, de uma falta avassaladora. Só podia ser. Chorava de solidão, dessa solidão dos abandonados, dos que não contam para nada, dos que mal existem. Ela era o resultado concreto das políticas civilizadas (as econômicas, as sociais) e de todo o nosso comportamento animal: o de ir fazendo sexo e filhos como os bichos egoístas que somos, enfim.
      Era como se aquele agrupamento humano (uma família?) vivesse num estágio qualquer pré- linguagem, em que nomear as coisas e as pessoas pouco importava. Rousseau diz que o homem pré-histórico não precisava falar para se alimentar. Não foi por causa da comida que surgiu a linguagem. "O fruto não desaparece de nossas mãos”, explica. Por isso não era necessário denominá-lo.
        As primeiras palavras foram pronunciadas para exprimir o que não vemos, os sentimentos, as paixões, o amor, o ódio, a raiva, a comiseração. “Só chamamos as coisas por seus verdadeiros nomes quando as vemos em suas formas verdadeiras.” Só quando Te viu a coisa na minha mão se calou.
    -     Ei, Te, olha o que eu tenho para te dar!
Ela virou-se na minha direção. Fez-se um silêncio na sala. Era uma bala enrolada num papel verde, com letras vermelhas. Então ela se levantou, veio até a porta e pegou o doce, voltou para o mesmo lugar e recomeçou seu lamento.
        Nem a bala serviu de consolo. Era tudo amargura. Só restava chorar, chorar e chorar por essa morte em vida, por essa falta de nome, essa desolação.
FELINTO, Marilene. Te. Folha de S. Paulo, São Paulo, 30 jan. 2001. Brasil, Cotidiano, p. C2. 
Sobre os elementos destacados do fragmento “Não porque ela sofresse dessas severas desnutrições africanas - embora passasse fome mas pelo que eu saberia dela depois.”, leia as afirmativas.
I. A oração entre travessões - EMBORA PASSASSE FOME - possui valor concessivo. II. O modo das formas verbais SOFRESSE e PASSASSE é determinado sobretudo pelas relações que se verificam entre o conteúdo das orações. III. Apalavra QUE é uma conjunção integrante.
Está correto apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: SEJUDH - MT Prova: IBADE - 2017 - SEJUDH - MT - Enfermeiro |
Q786632 Enfermagem
Paciente de 55 anos deu entrada na emergência inconsciente, apresentando respiração ruidosa e trabalhosa com amplas e rápidas inspirações interrompidas por curtos períodos de apneia, após os quais ocorrem expirações súbitas seguidas novamente de pequenas pausas de apneia. Esse tipo de respiração é típico de pacientes com:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: SEJUDH - MT Prova: IBADE - 2017 - SEJUDH - MT - Enfermeiro |
Q786631 Enfermagem

A sondagem gastrintestinal é um procedimento bastante realizado nas unidades hospitalares podendo ter várias finalidades. A respeito desse procedimento analise as afirmativas a seguir.

I. A determinação do comprimento da sonda nasoentérica é feita medindo a distância da ponta do nariz até o lobo da orelha e do lobo da orelha até a extrem idade do processo xifoide, acrescentando de 20 a 25 cm.

II. A sonda de Levin é uma sonda nasogástrica que mede 120cm de comprimento, radiopaca, com luz dupla, empregada para descomprimir o estômago e mantê-lo vazio.

III. A sonda de Salem é uma sonda de borracha, com luz única, muito usada nas emergências e ambientes de cuidados intensivos para tratar varizes esofágicas hemorrágicas.

Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: SEJUDH - MT Prova: IBADE - 2017 - SEJUDH - MT - Enfermeiro |
Q786630 Enfermagem
De acordo com o Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário, a equipe técnica mínima para a atenção de até 500 pessoas presas deverá ser composta por:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: SEJUDH - MT Prova: IBADE - 2017 - SEJUDH - MT - Enfermeiro |
Q786629 Enfermagem

Considerando as finalidades da Política Nacional de Atenção às Urgências, analise as afirmativas a seguir.

I. Busca qualificar a assistência e promover a capacitação continuada das equipes de saúde do Sistema Único de Saúde na Atenção às Urgências.

II. Prioriza o atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas e gineco-obstétricas.

III. Tem como objetivo principal consubstanciar as diretrizes de regionalização da atenção às urgências.

Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
201: C
202: E
203: A
204: A
205: D
206: B
207: E
208: E
209: C
210: B
211: E
212: B
213: D
214: E
215: E
216: E
217: C
218: A
219: B
220: C