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Q3484502 Legislação Federal
De acordo com o art. 27 do Estatuto dos Militares, о patriotismo constitui uma manifestação:
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Q3484501 Legislação Federal
De acordo com o art. 28 do Estatuto dos Militares, acatar as autoridades civis constitui um dos preceitos:
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Q3484499 História
No ano de 1914, duas grandes alianças político-militares predominavam: a Tríplice Aliança e a Tríplice entente. Assinale a opção que apresenta os países pertencentes à Tríplice Entente, segundo Bittencourt (2006), em Introdução à História Marítima Brasileira.
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Q3484496 Direito Constitucional
Assinale a opção correta no que se refere a "Estado de Defesa", segundo o título V, art. 136, da Constituição Federal de 1988.
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Q3484493 Legislação Federal
A preparação dos navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais para combate e sua conduta durante o esse combate serão regidas por uma Organização:
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Q3484491 Gestão de Pessoas
De acordo com o Manual de Liderança (DEnsM-1005), são quatro os fatores predisponentes para o exercício da Liderança: autoridade organizacional, autoridade moral, conhecimento técnico e:
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Q3484488 Administração Geral
De acordo com o Manual de Liderança (DEnsM-1005), é correto afirmar que na liderança organizacional os líderes:
Alternativas
Q3484485 Gestão de Pessoas
De acordo com o Manual de Liderança (DEnsM-1005), no estudo da liderança, quatro componentes coexistem e interagem; são eles:
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Q3484483 História
Assinale a opção que apresenta APENAS eventos relativos à atuação da Marinha na Guerra da Tríplice Aliança contra o governo do Paraguai, de acordo com Bittencourt (2006), em Introdução à História Marítima Brasileira.
Alternativas
Q3484476 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
Com relação à tipologia textual, o texto II é predominantemente:
Alternativas
Q3484475 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
Tendo em vista o contexto dos fatos narrados, assinale a opção cuja indicação do tempo e do modo verbais corresponde à forma verbal destacada.
Alternativas
Q3484473 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
Assinale a opção em que a voz passiva foi empregada.
Alternativas
Q3484470 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
Assinale a opção em que a palavra indicada ao lado do trecho possui significado distinto do vocábulo destacado.
Alternativas
Q3484469 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
A expressão "seus guardas", no último parágrafo do texto II, refere-se:
Alternativas
Q3484468 Português
TEXTO II


OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caido sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.

    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.

O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.

    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.

    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 

   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.

   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
Disponível! em: <<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf
>>. Acesso em 9/10/2023.
Leia o trecho abaixo.

"O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caído sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos." (1°§)

A retomada do termo destacado foi feita por meio de um hiperônimo em:
Alternativas
Q3484466 Português
TEXTO I 


Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?


     Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada há pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

    Não hả limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre O centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

    As respostas, em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema ou conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

    Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no mínimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

    O que é ruim para a área de educação - pelo estímulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos não é bom também para questões como ética e direito autoral. O Chat GPT nasceu com о "vício crônico" de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

     Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

    Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. Ou seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

    Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta. Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraída de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnologia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.


Félix Alberto. Disponível em: <<https://imirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>. Acesso em 10/10/2023. Adaptado.
Ο valor semântico da palavra destacada está corretamente indicado em:
Alternativas
Q3484461 Português
TEXTO I 


Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?


     Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada há pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

    Não hả limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre O centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

    As respostas, em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema ou conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

    Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no mínimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

    O que é ruim para a área de educação - pelo estímulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos não é bom também para questões como ética e direito autoral. O Chat GPT nasceu com о "vício crônico" de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

     Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

    Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. Ou seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

    Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta. Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraída de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnologia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.


Félix Alberto. Disponível em: <<https://imirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>. Acesso em 10/10/2023. Adaptado.
No trecho "Estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial" (7°§), a palavra destacada recebe acento gráfico devido à mesma regra de acentuação que justifica o emprego do acento em:
Alternativas
Q3484459 Português
TEXTO I 


Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?


     Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada há pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

    Não hả limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre O centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

    As respostas, em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema ou conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

    Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no mínimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

    O que é ruim para a área de educação - pelo estímulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos não é bom também para questões como ética e direito autoral. O Chat GPT nasceu com о "vício crônico" de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

     Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

    Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. Ou seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

    Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta. Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraída de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnologia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.


Félix Alberto. Disponível em: <<https://imirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>. Acesso em 10/10/2023. Adaptado.
Em qual dos trechos a seguir o autor do artigo empregou linguagem conotativa?
Alternativas
Q3484458 Português
TEXTO I 


Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?


     Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada há pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

    Não hả limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre O centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

    As respostas, em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema ou conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

    Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no mínimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

    O que é ruim para a área de educação - pelo estímulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos não é bom também para questões como ética e direito autoral. O Chat GPT nasceu com о "vício crônico" de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

     Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

    Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. Ou seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

    Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta. Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraída de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnologia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.


Félix Alberto. Disponível em: <<https://imirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>. Acesso em 10/10/2023. Adaptado.
Analise o fragmento abaixo quanto à pontuação.

"Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis е embusteiros profissionais." (6°§)

Em qual das opções a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo do trecho acima?
Alternativas
Q3484455 Português
TEXTO I 


Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?


     Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada há pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

    Não hả limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre O centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

    As respostas, em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema ou conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

    Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no mínimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

    O que é ruim para a área de educação - pelo estímulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos não é bom também para questões como ética e direito autoral. O Chat GPT nasceu com о "vício crônico" de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

     Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

    Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. Ou seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

    Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta. Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraída de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnologia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.


Félix Alberto. Disponível em: <<https://imirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>. Acesso em 10/10/2023. Adaptado.
Assinale a opção que apresenta a ideia principal do texto I.
Alternativas
Respostas
1: E
2: A
3: A
4: A
5: E
6: D
7: B
8: E
9: A
10: C
11: B
12: E
13: A
14: C
15: B
16: A
17: B
18: C
19: C
20: B