Questões de Concurso Para cmr

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Q3985367 Matemática

Uma praça circular será construída em um bairro, e seu projeto prevê um canteiro de flores em toda a área interna da praça. O raio da praça será de 7 metros. Sabendo que a prefeitura deseja cobrir todo o espaço interno com grama antes de plantar as flores, qual será aproximadamente a medida da área, em metros quadrados, que deverá ser coberta com a grama?

(Considere π = 3,14)

Alternativas
Q3985366 Matemática
Um grupo de quatro amigos foi a uma pizzaria e gastou R$ 240,00. Eles decidiram dividir a conta igualmente. Porém, um deles percebeu que esqueceu a carteira, e a conta foi paga dividindo a conta igualmente pelos outros três. Quanto cada um desses três amigos precisou pagar a mais, além de sua parte inicial, caso a conta tivesse sido dividida igualmente entre os quatro amigos? 
Alternativas
Q3985365 Matemática
Em uma escola, foi realizado um sorteio para a distribuição de prêmios. A diretora da escola colocou em uma caixa 25 fichas, sendo que 10 delas são azuis, 8 são vermelhas e 7 são verdes. Cada aluno terá direito a retirar uma ficha da caixa, sem poder ver a cor. Para um aluno que irá retirar uma única ficha da caixa, qual é a probabilidade de que a ficha retirada seja vermelha? 
Alternativas
Q3985364 Matemática
Uma cozinheira precisa preparar 6 litros de suco de laranja para um evento. Para isso, ela tem disponível um medidor de cozinha que expressa à capacidade em mililitros (ml) e jarras que comportam exatamente 1,5 litros cada uma. Considerando que ela deve usar o medidor de mililitros para a medição exata do suco de laranja, quantas vezes, no mínimo, ela precisará encher o medidor de 500 ml para obter a quantidade total de 6 litros de suco? 
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Q3985363 Matemática
Cinco estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental, Ana, Bruno, Carlos, Daniela e Eduardo se candidataram para representar a Escola Aprender numa olimpíada de conhecimentos. Só há vagas para, no máximo, três candidatos. Assim, a direção da escola resolveu aplicar um teste de Matemática para selecionar quem seriam os representantes da escola. Na olimpíada, os resultados deste teste estão apresentados no gráfico a seguir:
Q_ 16.png (351×211)

A equipe de seleção definiu que apenas os estudantes que ficaram acima da média das notas no teste de Matemática seriam os representantes da Escola na olimpíada. Quem são os representantes? 
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Q3985362 Matemática
Os Poliedros ou Sólidos de Platão, apresentados na imagem abaixo, recebem esse nome por terem sido objeto de estudo do matemático e filósofo grego Platão. Eles possuem como característica comum o fato de serem todos sólidos regulares, ou seja, possuem todas as faces formadas por polígonos congruentes. 
Q_ 15.png (725×236)

Qual dos Poliedros de Platão possui o número de faces e de vértices coincidentes?  
Alternativas
Q3985361 Matemática
Um engenheiro agrônomo está supervisionando a instalação de um novo sistema de irrigação em uma fazenda. O projeto inicial, desenhado em um croqui, prevê que a tubulação principal deve ter um comprimento total de 4,2 km. No entanto, para facilitar a compra do material, o engenheiro precisa converter essa medida para metros e, em seguida, determinar a quantidade exata de canos de 6 metros de comprimento necessários para a instalação. Considerando que não haverá sobras de material e que o encaixe entre os canos não influencia no comprimento final, a quantidade total de canos de 6 metros que o engenheiro deverá comprar é de
Alternativas
Q3985360 Matemática
Um matemático está criando um calendário especial para um projeto de pesquisa. Ele decide que a data de cada evento será representada por um número de 1 a 31. Para garantir a exclusividade e a segurança dos eventos, ele estabelece a seguinte regra de codificação: A data de um evento só pode ser codificada, se for um número que, ao ser dividido por 3, 5, 7 e 11, o resto da divisão seja sempre diferente de zero. Com base nessas regras, qual é a quantidade de datas, de 1 a 31, que o matemático pode escolher para marcar seus eventos? 
Alternativas
Q3985359 Matemática
Em uma pesquisa escolar, foi registrado que o número de livros lidos pelos alunos em um ano foi 36.482. Um professor pediu aos seus estudantes que analisassem esse número, pensando no valor posicional de cada algarismo. Um dos alunos fez cinco afirmações para o professor que são apresentadas nas alternativas abaixo. Qual delas está CORRETA? 
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Q3985358 Matemática
Uma família de quatro pessoas tem como meta economizar para comprar uma geladeira nova que custa R$ 2.400,00. Só um casal trabalha e recebe salário mensal nessa família. O salário mensal combinado do casal é de R$ 6.500,00. Eles já têm uma poupança de R$ 400,00. No último mês, as despesas fixas e variáveis da família totalizaram R$ 6.250,00. O saldo restante do salário é o valor que a família pode adicionar à poupança. Assumindo que essa rotina financeira se mantenha e que não haja imprevistos, em quantos meses a família conseguirá comprar a geladeira? 
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Q3985357 Português
Com base no objetivo de sua produção e nos elementos que os constituem, identifique a qual gênero textual os Textos 4 e 5 pertencem. 
Alternativas
Q3985356 Português
Assinale a alternativa cuja relação de sentido indicada entre colchetes está CORRETA acerca do trecho transcrito dos Textos 4 e 5. 
Alternativas
Q3985355 Português

Texto 3


Txt._8.png (802×244)


Disponível em: https://artedafisicapibid.blogspot.com/. Acesso em: 14 set. 2025. 

Observando os elementos não verbais da tirinha (Texto 3), é CORRETO afirmar que a expressão “temperatura indefinida” se relaciona com 


Alternativas
Q3985354 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

Levando em conta as ideias apresentadas e o propósito de sua produção, é CORRETO afirmar que o Texto 2 exerce uma função principalmente 
Alternativas
Q3985353 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A seguir, são transcritos trechos do Texto 2, com alguns pares de palavras e/ou expressões grifadas. Assinale a alternativa em que o par grifado tem uma relação de sinonímia, isto é, de equivalência nesse texto. 
Alternativas
Q3985352 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

No início do Texto 2, é apresentado Paulo Moutinho, que será entrevistado pelo Portal Lunetas. Qual é o objetivo principal dessa apresentação? 
Alternativas
Q3985351 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A partir da leitura do Texto 2, assinale a alternativa CORRETA a respeito das ideias e dos recursos que o compõem. 


Alternativas
Q3985350 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
O final da história em quadrinhos busca provocar o riso a partir de uma quebra de expectativa, uma vez que se espera que o café esteja quente, porém ele está frio.
Analisando contexto do Texto 1, o que ocasionou essa situação? 
Alternativas
Q3985349 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.

No 5º quadrinho do Texto 1, Garfield expressa: “Estou derretendo!”.

Uma outra forma de dizer isso, mantendo a mesma intenção no significado da expressão, seria:


Alternativas
Q3985348 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
Com base na leitura do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA sobre as ideias e os elementos que o compõem.
Alternativas
Respostas
21: X
22: B
23: D
24: D
25: E
26: A
27: A
28: B
29: C
30: C
31: B
32: D
33: E
34: B
35: B
36: E
37: A
38: C
39: C
40: D