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( ) A palavra “não” é um advérbio de negação, pois exprime uma circunstância de negação ao incidir sobre o verbo quero.
( ) Se o advérbio “não” fosse retirado do texto, o sentido do primeiro período permaneceria inalterado.
( ) No contexto do Texto III, o advérbio “não” contribui para estabelecer a oposição entre o desejo de apenas conhecer a realidade e o desejo de recriá-la poeticamente.
( ) A palavra “não” é uma preposição, pois estabelece relação de dependência entre os verbos quero e saber.
( ) A palavra “não” funciona como um substantivo no primeiro período, pois nomeia uma ideia de negação apresentada pelo eu lírico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:

Com base nas informações apresentadas no infográfico, analise as afirmativas a seguir e julgue-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Em 2024, foram registrados 1.492 feminicídios, representando um aumento de 0,7% em relação ao período anterior.
( ) Os registros de stalking (perseguição) totalizaram 95.026 casos, com aumento de 18,2%.
( ) Os registros de ameaças apresentaram redução de 0,8% em relação ao período anterior.
( ) Segundo o infográfico, 64,3% das mortes por feminicídio ocorreram dentro de casa.
( ) A maior parte das vítimas de feminicídio tinha mais de 60 anos de idade.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:

"Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café."
Com base na pontuação empregada no trecho, assinale a alternativa correta.

"Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga." (Clarice Lispector)
( ) No trecho "às duas da noite", o acento grave indica a fusão da preposição a com o artigo definido feminino plural as.
( ) O emprego da crase em "às duas da noite" é obrigatório, pois a expressão indica um horário determinado.
( ) No trecho "igual a quem", ocorre crase antes do pronome “quem”.
( ) Se o trecho fosse reescrito como "telefonar a duas pessoas", o emprego da crase permaneceria obrigatório.
( ) O acento grave em "às duas da noite" é facultativo, pois indica apenas uma expressão de tempo, podendo ser omitido sem prejuízo à norma-padrão.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:







I. A pragmática foca no significado codificado, literal e proposicional das sentenças, independentemente do contexto de uso;
II. A semântica estuda o sentido da linguagem em uso, considerando as intenções dos falantes, o contexto social e as implicaturas (o que é dito nas entrelinhas);
III. No último quadrinho, quando Mafalda diz "Não vamos fazer absolutamente nada", o significado semântico refere-se à ausência total de ação ou atividade por parte do grupo.
IV. Quando Mafalda afirma que não farão "absolutamente nada", pragmaticamente, ela não está apenas descrevendo uma falta de atividade; ela está realizando a brincadeira. O "não fazer nada" é, ironicamente, a própria ação de governar dentro do jogo proposto.
Após analisar as afirmativas, conclui-se que:
Na abordagem dos gêneros textuais, defendemos que o desenvolvimento das capacidades de linguagem (Dolz; Schneuwly, 2004) dos estudantes, isto é, capacidade de ação, discursiva e linguístico-discursiva, deve ser realizado a partir da leitura e produção de diferentes textos, entre os quais incluímos o resumo escolar-acadêmico. Ciente disso, no caso do exemplar de resumo lido, pode-se afirmar que:
Após analisar a metodologia utilizada pela professora Marilda no contexto fictício apresentado, pode-se afirmar que, à luz da pedagogia da variação linguística, defendida por estudiosos como Marcos Bagno:
Após analisar a situação didática apresentada, pode-se afirmar que a metodologia do professor Gustavo:
Cale-se
Chico Buarque
Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga? Tragar a dor, engolir a labuta?
Mesmo calada a boca, resta o peito Silêncio na cidade não se escuta De que me vale ser filho da santa? Melhor seria ser filho da outra Outra realidade menos morta Tanta mentira, tanta força bruta
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado Se na calada da noite eu me dano Quero lançar um grito desumano Que é uma maneira de ser escutado Esse silêncio todo me atordoa Atordoado, eu permaneço atento Na arquibancada, pra a qualquer momento Ver emergir o monstro da lagoa
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
De muito gorda, a porca já não anda (cálice) De muito usada, a faca já não corta Como é difícil,(Pai) Pai, abrir a porta (cálice) Essa palavra presa na garganta Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade? Mesmo calado o peito, resta a cuca Dos bêbados do centro da cidade
Pai (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice (Pai), afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue
Talvez o mundo não seja pequeno (cálice) Nem seja a vida um fato consumado (cálice, cálice) Quero inventar o meu próprio pecado (cálice, cálice) Quero morrer do meu próprio veneno (Pai) (cálice, cálice) Quero perder de vez tua cabeça (cálice) Minha cabeça perder teu juízo (cálice) Quero cheirar fumaça de óleo diesel (cálice) Me embriagar até que alguém me esqueça (cálice)
Fonte: http.letras.mus.br
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1998, p.69-70), a leitura é “uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência”. Sabendo disso, pode-se afirmar, diante das discussões sobre a leitura como um ato processual, que a interpretação da música “Cale-se”, de Chico Buarque, reside: