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Q3594581 Matemática
Um viajante fez uma viagem em duas etapas. Na primeira ele viajou durante 3 horas e meia a uma velocidade V e percorreu uma distância D. Na segunda etapa, ele percorreu uma distância 2,5 D a uma velocidade 1,4 V. O tempo gasto na segunda etapa supera o tempo da primeira etapa em
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Q3594580 Matemática
Com seus R$ 140.000,00 disponíveis, Tadeu investiu em dois fundos: um de alto risco (A) e outro de risco moderado (M). A partição do dinheiro foi de modo que a razão do dinheiro investido A/M foi igual a 3/4.  Após seis meses, o rendimento de A foi de R$ 3.700,00 e o de M foi de R$ 4.000,00. Tadeu fez um balanceamento das quantias nos fundos, transferindo dinheiro de um fundo para outro, para que a razão A/M voltasse a ser 3/4.  Após essa transferência, é correto afirmar que a diferença M – A, entre os valores aplicados nos dois fundos, é de
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Q3594579 Matemática
Em um vídeo game, dois atletas correm em uma pista de atletismo e gastam para dar uma volta completa, respectivamente, 20 e 35 segundos. O aparelho foi ligado com os dois atletas partindo do ponto inicial da pista ao mesmo tempo. Eles permaneceram dando voltas durante 1 hora e 2 segundos e pararam. Durante o tempo em que ficaram correndo, o número de vezes em que apenas um dos atletas cruzou o ponto inicial, sem estar acompanhado do outro, é igual a
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Q3594578 Matemática
Davi recebeu 3/2 do valor que Carlos recebeu. Sabe-se que, inicialmente, Carlos gastou 2/5 do que recebeu, em seguida, gastou 1/6 do que havia sobrado. Davi primeiro gastou 1/6 do que recebeu e, por fim, gastou 1/10 do que sobrou. Sabendo que Carlos recebeu X, a diferença positiva entre os valores que sobraram é igual a 
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Q3594577 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.
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Q3594576 Português
Foi escrita em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
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Q3594575 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Considere as frases:

• A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. (2° parágrafo)
•  … só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas. (3° parágrafo)

É correto afirmar que as expressões destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
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Q3594574 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Considere os trechos:

•  … o curso natural da doença levou à amputação das pernas (2° parágrafo)
•  O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? (2° parágrafo)

Assinale a alternativa que substitui as expressões destacadas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do sinal indicativo de crase.
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Q3594573 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Assinale a alternativa em que o tempo verbal empregado no trecho destacado expressa incerteza.
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Q3594572 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Em “Quando ia embora, deixava um rastro de paz” (1° parágrafo), a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo pelo qual é usada no trecho: 
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Q3594571 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Com base no texto, é correto concluir que a narradora amputou as pernas de suas bonecas como uma forma de
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Q3594570 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a narradora, em relação ao Dr. Aranha, manifesta
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Q3594569 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:

Q1_2.png (692×221)

(Quino. 10 anos com Mafalda. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010)
Em “Além do mais, a esta altura a dinamite...” (4° quadro), a palavra destacada foi empregada com o mesmo sentido com o qual é usada em: 
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Q3594568 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:

Q1_2.png (692×221)

(Quino. 10 anos com Mafalda. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010)
Em relação ao efeito de humor da tira, é correto afirmar que ele se deve ao fato de que a menina
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Q3594507 Redes de Computadores
Com um firewall é possível bloquear
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Q3594506 Segurança da Informação
Um auxiliar de informática, que não tem acesso ao sistema de contabilidade, mas tem acesso ao banco de dados, recebeu um pedido de um analista da contabilidade para executar um SQL para alterar registros em um banco de dados desse sistema, alterando assim seus valores.
O auxiliar de informática sabe que isso não deve ser feito, porque viola um dos 3 pilares fundamentais da segurança da informação. Trata-se de
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Q3594505 Noções de Informática
Sistemas antivírus fazem varreduras em computadores em busca de ameaças, e dependem de atualizações constantes, que algumas vezes não acompanham a velocidade dos criadores de ameaças digitais.
Nesse caso, assinale um tipo de varredura (ou verificação) que detecta ameaças com base em comportamento suspeito.
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Q3594504 Noções de Informática
Em relação à operação de aplicativos do Microsoft Office, considere a seguinte planilha, criada no Microsoft Excel 365, em sua configuração padrão, em que as células A6, A7 e A8 estão vazias:

Imagem associada para resolução da questão

Um usuário alterou o conteúdo da célula A1 para 10, em seguida alterou o conteúdo da célula A2 para 11, e finalmente selecionou o intervalo entre A1 e A2, conforme imagem a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa com o resultado quando o usuário efetua um duplo clique com o botão principal do mouse sobre a alça de preenchimento da célula A2 (o pequeno quadrado no canto inferior direito). 
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Q3594503 Redes de Computadores
Considere um cenário em que um aplicativo interno da Câmara de Marília é acessado por meio do endereço app.interno.local, atualmente configurado com um registro do tipo A apontando para o IP 192.168.0.100. Um auxiliar de informática sabe que a infraestrutura pode sofrer migrações e, por isso, que esse IP pode mudar no futuro.
Com o objetivo de permitir que esse mesmo endereço app.interno.local continue sendo utilizado pelos usuários sem alterações para acessar esse aplicativo, mesmo após uma eventual mudança de IP do servidor, assinale a alternativa que representa corretamente a configuração de registros DNS que deve ser feita para atender a esse requisito.
Alternativas
Q3594502 Redes de Computadores
Considerando o protocolo IPv4, em sua definição padrão, o endereço 127.0.0.1 é um IP especial chamado de                       . Isso significa que se um auxiliar de informática alterar o arquivo hosts do Microsoft Windows 10, em sua configuração original, incluindo a linha 127.0.0.1 www.uol.com.br, o site do UOL                        quando o usuário abrir o browser e digitar o endereço www.uol.com.br.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto do enunciado, considerando que não há nenhum servidor web local configurado com o endereço www.uol.com.br, e que o usuário espera abrir o site real do Universo Online.
Alternativas
Respostas
121: B
122: D
123: A
124: C
125: C
126: D
127: A
128: C
129: B
130: A
131: C
132: E
133: D
134: B
135: A
136: D
137: B
138: C
139: D
140: C