Questões de Concurso Para saae de amparo - sp

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Q3663916 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 

Considere os seguintes excertos:


I. “Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria.”

II. “Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo.”


Neste contexto, a ordem de colocação dos pronomes “me” e “se” corresponde, respectivamente, a: 

Alternativas
Q3663914 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Considere o excerto “quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento.” Neste contexto, o pronome “la” se refere à:
Alternativas
Q3663913 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Considere a seguinte sentença, retirada do texto: “Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo.” Os pronomes “isto”, “me” e “comigo” são, respectivamente, dos tipos:
Alternativas
Q3663912 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Considere a seguinte sentença, retirada do texto: “A chuva também não agradece nada.” Em relação às classes gramaticais, as palavras “chuva”, “também”, “não” e “nada” são, respectivamente:
Alternativas
Q3663864 Direito Administrativo

Avalie as afirmativas a seguir com base na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992).


I. Para os efeitos da Lei nº 8.429/1992, não são considerados agentes públicos aqueles que exerçam função pública de forma transitória ou sem remuneração.


II. Não configura improbidade a ação ou omissão decorrente de divergência interpretativa da lei, baseada em jurisprudência, ainda que não pacificada, mesmo que não venha a ser posteriormente prevalecente nas decisões dos órgãos de controle ou dos tribunais do Poder Judiciário.


III. Os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade privada que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de entes públicos ou governamentais também estão sujeitos às sanções da Lei nº 8.429/1992.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3663863 Administração Financeira e Orçamentária
Como forma de moralizar a gestão pública e coibir práticas clientelistas verificadas antes de sua vigência, a LRF instituiu limites para as Despesas com Pessoal dos entes da federação. No caso dos Municípios, é correto afirmar que tais limites, aferidos em percentual da Receita Corrente Líquida do ente, são de: 
Alternativas
Q3663862 Contabilidade Pública

A Receita Corrente Líquida é o parâmetro elencado pela Lei de Responsabilidade Fiscal para aferição dos limites de Despesas com Pessoal e Dívida dos entes federados. Sobre o tema, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades.


( ) As Transferências de Capital em dinheiro, recebidas pelo ente mediante auxílio para investimentos, integram a receita corrente líquida em sua integralidade.


( ) Não estão compreendidos na receita corrente líquida os valores recebidos pelo ente em decorrência da contratação de operações de crédito.

Alternativas
Q3663861 Direito Administrativo
Nos termos da Lei nº 8.666/1993, a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados é denominada:
Alternativas
Q3663860 Contabilidade Pública
Com base no regramento da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3663859 Contabilidade Pública
O Orçamento Anual não é uma peça fixa, pois pode sofrer alterações diante de repriorizações orçamentárias, calamidades e outras situações, através dos chamados créditos adicionais, que se classificam, segundo a Lei nº 4.320/1964, em:
Alternativas
Q3663858 Contabilidade Pública
De acordo com a Lei nº 4.320/1964, são Demonstrações Contábeis de elaboração obrigatória pelas entidades do Setor Público, EXCETO:
Alternativas
Q3663857 Contabilidade Pública
A Lei nº 4.320/1964 dispõe que a Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei. No entanto, a referida Lei faz algumas ressalvas, ou seja, ingressos financeiros que não são considerados receitas orçamentárias. Assinale a alternativa que representa uma destas exceções. 
Alternativas
Q3663856 Contabilidade Pública
No ato da arrecadação de uma receita orçamentária de Taxas, que já havia sido objeto de lançamento pela repartição competente, a conta-contábil a ser creditada na natureza de informação patrimonial do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público é:
Alternativas
Q3663855 Auditoria
Suponha que durante de um trabalho de auditoria, o auditor decide que a melhor forma de coletar evidência é verificar in loco a realização de determinada tarefa pelos empregados da entidade auditada. Assim, ele acompanha a expedição de mercadoria para venda e a respectiva emissão de Nota Fiscal. Nesse caso, o procedimento adotado é denominado:
Alternativas
Q3663854 Administração Financeira e Orçamentária
As classificações orçamentárias servem para evidenciar informações sobre receitas e despesas no Orçamento Público. Uma delas é a classificação por natureza, que é utilizada por todos os entes da Federação e, no caso da receita, visa identificar a origem do recurso segundo o fato gerador. Desta forma, assinale a alternativa correta sobre a rubrica de receita “1.7.x.x.xx.x.x”.
Alternativas
Q3663853 Direito Financeiro
A Constituição da República de 1988 veda a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos orçamentários de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa. Tal determinação é alçada ao status de princípio orçamentário, nominado:
Alternativas
Q3663852 Análise de Balanços
Uma empresa comercial registra as seguintes contas patrimoniais e respectivos saldos em seu balancete de encerramento do exercício (após a apuração e incorporação do resultado do exercício):


Veículos 30.000,00
Duplicatas a Receber (LP) 15.000,00
Estoques 22.000,00
Ajuste a Valor Presente de Duplicatas de Longo Prazo* 2.000,00
Obrigações Tributárias a recolher 8.000,00
Aplicações Financeiras (LP) 11.000,00
Ações em Tesouraria 4.000,00
IR a recolher (LP) 6.000,00
Prédios e Edificações 60.000,00
Seguros a Apropriar 5.000,00
Capital Social 130.000,00
Adiantamentos de Clientes 30.000,00
Ajuste a valor recuperável de Ativo Imobilizado* 12.000,00
Encargos Financeiros a Transcorrer (LP) 3.000,00
Empréstimos a Diretores 9.000,00
Prejuízos Acumulados 37.000,00
Duplicatas a Receber 17.000,00
Caixa e Equivalentes de Caixa 13.000,00
Duplicatas Descontadas 5.000,00
Reservas de Capital 9.000,00
Depreciação Acumulada 25.000,00
Reservas de Lucros 7.000,00
Empréstimos e Financiamentos (LP) 32.000,00
Participações Societárias Permanentes 40.000,00
*Ajustes constituídos integralmente no exercício.
O Endividamento Geral da empresa ao final do exercício é de, aproximadamente:
Alternativas
Q3663851 Análise de Balanços
Uma empresa comercial registra as seguintes contas patrimoniais e respectivos saldos em seu balancete de encerramento do exercício (após a apuração e incorporação do resultado do exercício):


Veículos 30.000,00
Duplicatas a Receber (LP) 15.000,00
Estoques 22.000,00
Ajuste a Valor Presente de Duplicatas de Longo Prazo* 2.000,00
Obrigações Tributárias a recolher 8.000,00
Aplicações Financeiras (LP) 11.000,00
Ações em Tesouraria 4.000,00
IR a recolher (LP) 6.000,00
Prédios e Edificações 60.000,00
Seguros a Apropriar 5.000,00
Capital Social 130.000,00
Adiantamentos de Clientes 30.000,00
Ajuste a valor recuperável de Ativo Imobilizado* 12.000,00
Encargos Financeiros a Transcorrer (LP) 3.000,00
Empréstimos a Diretores 9.000,00
Prejuízos Acumulados 37.000,00
Duplicatas a Receber 17.000,00
Caixa e Equivalentes de Caixa 13.000,00
Duplicatas Descontadas 5.000,00
Reservas de Capital 9.000,00
Depreciação Acumulada 25.000,00
Reservas de Lucros 7.000,00
Empréstimos e Financiamentos (LP) 32.000,00
Participações Societárias Permanentes 40.000,00
*Ajustes constituídos integralmente no exercício.
O Índice de Liquidez Corrente da referida empresa ao final do exercício é de, aproximadamente: 
Alternativas
Q3663850 Contabilidade Geral
Uma empresa comercial registra as seguintes contas patrimoniais e respectivos saldos em seu balancete de encerramento do exercício (após a apuração e incorporação do resultado do exercício):


Veículos 30.000,00
Duplicatas a Receber (LP) 15.000,00
Estoques 22.000,00
Ajuste a Valor Presente de Duplicatas de Longo Prazo* 2.000,00
Obrigações Tributárias a recolher 8.000,00
Aplicações Financeiras (LP) 11.000,00
Ações em Tesouraria 4.000,00
IR a recolher (LP) 6.000,00
Prédios e Edificações 60.000,00
Seguros a Apropriar 5.000,00
Capital Social 130.000,00
Adiantamentos de Clientes 30.000,00
Ajuste a valor recuperável de Ativo Imobilizado* 12.000,00
Encargos Financeiros a Transcorrer (LP) 3.000,00
Empréstimos a Diretores 9.000,00
Prejuízos Acumulados 37.000,00
Duplicatas a Receber 17.000,00
Caixa e Equivalentes de Caixa 13.000,00
Duplicatas Descontadas 5.000,00
Reservas de Capital 9.000,00
Depreciação Acumulada 25.000,00
Reservas de Lucros 7.000,00
Empréstimos e Financiamentos (LP) 32.000,00
Participações Societárias Permanentes 40.000,00
*Ajustes constituídos integralmente no exercício.
Ao final do exercício, o valor do Patrimônio Líquido da referida empresa importa em:
Alternativas
Q3663849 Contabilidade Geral
Uma empresa comercial registra as seguintes contas patrimoniais e respectivos saldos em seu balancete de encerramento do exercício (após a apuração e incorporação do resultado do exercício):


Veículos 30.000,00
Duplicatas a Receber (LP) 15.000,00
Estoques 22.000,00
Ajuste a Valor Presente de Duplicatas de Longo Prazo* 2.000,00
Obrigações Tributárias a recolher 8.000,00
Aplicações Financeiras (LP) 11.000,00
Ações em Tesouraria 4.000,00
IR a recolher (LP) 6.000,00
Prédios e Edificações 60.000,00
Seguros a Apropriar 5.000,00
Capital Social 130.000,00
Adiantamentos de Clientes 30.000,00
Ajuste a valor recuperável de Ativo Imobilizado* 12.000,00
Encargos Financeiros a Transcorrer (LP) 3.000,00
Empréstimos a Diretores 9.000,00
Prejuízos Acumulados 37.000,00
Duplicatas a Receber 17.000,00
Caixa e Equivalentes de Caixa 13.000,00
Duplicatas Descontadas 5.000,00
Reservas de Capital 9.000,00
Depreciação Acumulada 25.000,00
Reservas de Lucros 7.000,00
Empréstimos e Financiamentos (LP) 32.000,00
Participações Societárias Permanentes 40.000,00
*Ajustes constituídos integralmente no exercício.
Com base nos dados fornecidos, é correto afirmar que o valor do Passivo Não-Circulante ao final do exercício é de:
Alternativas
Respostas
181: D
182: C
183: A
184: A
185: C
186: E
187: B
188: E
189: D
190: B
191: C
192: E
193: D
194: A
195: E
196: B
197: C
198: E
199: B
200: B