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O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Na frase: “ela era bitransitiva”, podemos afirmar que o autor faz referência à transitividade dos verbos, ou seja, à necessidade de complementos ou não para o entendimento completo de um verbo. Em Língua Portuguesa, a respeito da transitividade de verbos, analise as asserções abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que aponte somente as afirmações corretas:
I. Há verbos intransitivos, transitivos diretos e indiretos.
II. Verbos transitivos diretos complementam seu sentido com objetos diretos, ou seja, objetos sem preposição.
III. Verbos transitivos indiretos complementam seu sentido com objetos indiretos, ou seja, objetos com preposição.
IV. Verbos bitransitivos complementam seu sentido
com objetos diretos e indiretos.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
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adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
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Não deu.
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A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
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O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
O assassino era o escriba
Paulo Leminsky
Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
A comunicação organizacional pode ser definida como a somatória de todas as atividades de comunicação de uma empresa. Em relação aos seus destinatários, analise as afirmações abaixo:
I. Destina-se ao público externo, constituído pela sociedade de um modo geral, como o governo, políticos, consumidores e formadores de opinião.
II. Destina-se ao público interno, formado pelos colaboradores da empresa, tais como funcionários, fornecedores e parceiros em geral.
A respeito dessas afirmações, assinale a opção correta:
A respeito dos objetivos da Comunicação Organizacional, avalie as afirmações abaixo e assinale a opção correta:
I. Criar e divulgar a imagem institucional da empresa.
II. Adequar os trabalhadores a um mercado cada vez mais complexo, instável e competitivo.
III. Atender às demandas dos consumidores.
IV. Defender os interesses da empresa junto aos governos federal, estadual e municipal e seus representantes (lobbies).
V. Encaminhar questões relacionadas a sindicatos, órgãos de classe e à preservação do meio ambiente.
Atualmente, não é mais possível reduzir o conceito de comunicação à mera transmissão de mensagens: ela é mais do que isso. A comunicação é entendida hoje como a constituição de um ambiente comum entre duas ou mais partes, as quais participam dele conjuntamente, fornecendo e extraindo informações. Com tantas mudanças na sociedade, o desenvolvimento da comunicação se tornou essencial não somente para os indivíduos, mas também para as empresas e para todo o mundo corporativo. A este respeito, analise as afirmações abaixo e assinale a opção correta.
I. No mundo corporativo, comunicação é importante para obter excelência e conquistar uma maior eficácia na tecnologia empresarial.
II. As empresas precisam consumir informações dos consumidores e do mercado para poderem se ajustar.
A estrutura de Redes de Comunicação se dá de três formas distintas: em roda, em cadeia ou em círculo. A este propósito, considere a representação gráfica e as descrições abaixo:

1. Nessa rede de comunicação, a influenciação é lenta, a acuracidade é pobre e a ênfase no líder não existe.
2. Nessa outra, a influenciação é rápida, a acuracidade é boa e a ênfase no líder é marcada.
3. Nessa, a influenciação é rápida, a acuracidade é boa e há muita ênfase no líder.
Assinale a opção que apresenta a correta correlação
entre a representação gráfica e a descrição dos três
tipos de redes de comunicação:
O comportamento humano é motivado por estados de carência, e as pessoas buscam diferentes formas de supri-la. Com base nessa afirmação, associe os tipos de carência com os fatores que podem satisfazê-la, e assinale a alternativa que apresenta a correlação correta.

Na abordagem da Escola da Administração Científica, a ferramenta para racionalizar o trabalho dos operários era o estudo de tempos e movimentos (motion-time study). As proposições abaixo estão relacionadas à análise do trabalho e estudo de tempos e movimentos.
I. Decompor cada tarefa em uma série de movimentos simples.
II. Os movimentos inúteis eram acrescidos enquanto os úteis eram incrementados.
III. Determinação do tempo, através do uso do cronômetro.
IV. A esse tempo médio era adicionado os tempos elementares e mortos, para resultar o chamado “tempo-padrão”.
Assinale a alternativa que indica as afirmações
corretas sobre a análise do trabalho e estudo de
tempos e movimentos: