Questões de Concurso Para câmara de gaspar - sc

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Q3737169 Redes de Computadores
Analise as afirmativas sobre protocolo de comunicação de dados e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737168 Redes de Computadores
Analise as afirmações a respeito dos componentes de uma rede de computadores:

I.O hub é um dispositivo que amplifica e regenera sinais fracos, para recuperar o nível de sinal.
II.O access-point é um dispositivo que armazena e encaminha quadros entre segmentos de LANs sem fio.
III.O switch é um dispositivo que armazena e encaminha quadros entre segmentos de LANs.
IV.O router é um dispositivo que encaminha pacotes entre diferentes redes, as quais podem utilizar protocolos distintos.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3737167 Sistemas Operacionais
Analise as afirmativas sobre espaço em disco e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737166 Noções de Informática
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona periféricos de um computador a dispositivos de entrada e saída:

Primeira coluna: dispositivo
1.Entrada 2.Saída
Segunda coluna: periférico
(__)Mouse (__)Monitor (__)Fone de ouvido (__)Teclado

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3737165 Redes de Computadores
A escolha adequada e a gestão eficiente de dispositivos de armazenamento de dados são fundamentais para garantir a segurança, a integridade e a disponibilidade das informações em ambientes computacionais, promovendo a eficácia e a confiabilidade dos sistemas. Nesse sentido, analise as afirmações sobre dispositivos de armazenamento de dados e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737164 Redes de Computadores
Analise as afirmações a respeito dos modelos de redes de computadores:

I.O modelo OSI é dividido em sete camadas, sendo elas: física, enlace, rede, transporte, sessão, apresentação e aplicação.
II.O modelo TCP/IP é dividido em quatro camadas, sendo elas: acesso à rede, rede, enlace e aplicação.
III.O modelo OSI é considerado um modelo mais teórico, enquanto o modelo TCP/IP é considerado mais prático e amplamente implementado em redes reais.
IV.TCP/IP significa Transmission Control Protocol/Internet Protocol e OSI significa Open Systems Interconnection


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3737163 Noções de Informática
Os periféricos e equipamentos de informática facilitam o trabalho cotidiano e permitem que o computador possa ser utilizado com outras finalidades. Sobre os diversos equipamentos de informática existentes, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737162 Sistemas Operacionais
Analise as afirmações a seguir sobre algoritmos de escalonamento:

I.Os algoritmos de escalonamento preemptivos trabalham como uma fila, ou seja, escalonam os processos à medida que chegam na fila de execução.
II.Os algoritmos de escalonamento não preemptivos trabalham com os processos por prioridade, escalonando-os em tempo real conforme a necessidade do Sistema Operacional.
III.Os algoritmos de escalonamento são: preemptivos e não preemptivos.
IV.No modo preemptivo, o processo que possui a CPU somente a libera quando finaliza a execução.


É correto o que se afirma em
Alternativas
Q3737161 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir sobre o processo de montagem de computadores e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737160 Áudio e Vídeo
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de gravação com suas respectivas descrições:

Primeira coluna: processo de gravação
1.Gravação 2.Mixagem 3.Masterização
Segunda coluna: descrição
(__)Ajuste dos níveis individuais de cada faixa e aplicação de efeitos para criar um mix estéreo final.
(__)Etapa final de produção que ajusta o mix para a distribuição, assegurando a consistência e a qualidade em diferentes sistemas de reprodução.
(__)Captação de fontes sonoras individuais transformando performances em faixas de áudio digitais ou analógicas.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3737159 Áudio e Vídeo
Assinale a alternativa que apresenta o que é "latência" em gravação digital:
Alternativas
Q3737158 Segurança da Informação
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona conceitos de segurança da informação ao seu fundamento:

Primeira coluna: conceito
1.Garante que a informação é verdadeira e não foi alterada por terceiros não autorizados. 2.Proteção contra modificações não autorizadas na informação. 3.Medidas utilizadas para proteger os dados contra a divulgação e o acesso não autorizado. 4.Garante que os dados estejam disponíveis no momento ou período requisitado para usuários autorizados. 

Segunda coluna: fundamento
(__)Confidencialidade (__)Integridade (__)Disponibilidade (__)Autenticidade

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3737149 Português
Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear


Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng). 

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.
Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego do acento grave (crase):
Alternativas
Q3737146 Português
Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear


Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng). 

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.
As sentenças a seguir foram criadas a partir do texto. Analise-as:

I.Nesta pesquisa fala-se sobre novos modos de produzir baterias.
II.Não se trata apenas de uma inovação, mas de uma importante mudança na tecnologia.
III.A tecnologia está mudando depressa. Isso deixa-me muito reflexivo!
IV.Entregue-me este artigo sobre as novas baterias, estou curioso para lê-lo.

Está correta a colocação pronominal, segundo a norma padrão, em:
Alternativas
Q3737145 Português
Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear


Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng). 

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.
 A respeito da função da linguagem predominante no texto, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O texto apresenta a função da linguagem conativa como predominante.
PORQUE
II. O texto informa sobre uma temática a partir da apresentação e explicação desse tema e de argumentos em seu favor.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 
Alternativas
Q3737144 Português
Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear


Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng). 

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.

Analise o seguinte trecho retirado do texto:

Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar.

Podemos afirmar que a oração em destaque está no:

Alternativas
Q3737102 Filosofia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.A ética discute os valores que se traduzem em existências humanas mais felizes, mais realizadas, com mais bem-estar e qualidade de vida.
ALÉM DISSO,
II.A ética busca os valores que signifiquem dignidade, liberdade, autonomia e cidadania.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3737100 Comunicação Social
O atual ministro das Comunicações, Juscelino Filho, apresentou detalhes sobre o plano de implementação da TV 3.0 no Brasil, que representa uma nova etapa na evolução da TV digital para os canais de TV aberta e por assinatura. Com previsão de lançamento em 2025, a TV 3.0 promete melhorias significativas na qualidade de imagem e som, além de uma maior interatividade com o público espectador, o que pode vir a gerar mudanças significativas nos modos de consumo de notícias e comunicação de pautas. Em relação a tal plano, que deverá oferecer novas possibilidades ao jornalismo e ao público, analise as seguintes afirmações e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

( ) A qualidade da imagem será oito (8) vezes maior em comparação à tecnologia disponível hodiernamente.
( ) As tecnologias disponíveis para a TV 3.0 já foram escolhidas via licitação, após detalhadas análises técnicas e financeiras.
( ) O público consumidor de notícias poderá, entre outras coisas, associar-se a conteúdos e programas específicos, com plena integração dos canais de TV com a internet, além de ter disponível o chamado "som imersivo", também conhecido como áudio 3D.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3737099 Direito Administrativo
O Art. 3º da Lei Federal n.º 12.527/2011, no Capítulo I (Disposições Gerais), lista algumas diretrizes que serão observadas junto aos princípios básicos da administração pública. Em relação a tais diretrizes, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3737098 Comunicação Social
"The Uses of Mass Communications: Current Perspectives on Gratifications Research" é uma compilação de diferentes abordagens sobre a pesquisa de gratificações na comunicação de massa. Organizado por Jay G. Blumler e Elihu Katz, o livro explora a maneira como os indivíduos utilizam os meios de comunicação de massa para satisfazer suas necessidades e desejos pessoais. Os autores analisam os motivos pelos quais as pessoas consomem mídia e como isso afeta suas atitudes, comportamentos e percepções. Além disso, destacam a relevância da pesquisa de gratificações para uma compreensão mais profunda da interação entre os meios de comunicação e o público. A partir dessa temática, analise as seguintes afirmações destacadas por Jorge Pedro Sousa em "Elementos de Teoria e Pesquisa da Comunicação e dos Media" quando comenta sobre os princípios compartilhados por diferentes estudos conduzidos dentro do modelo de "usos e gratificações", naturalmente baseado nas contribuições de Blumler e Katz, entre outros:

I.Não devem ser feitos juízos de valor sobre o significado cultural da comunicação social enquanto não se explora a orientação cultural do público.
II.Os meios competem com outras fontes para satisfazer necessidades, até porque a comunicação social apenas pode dar resposta a uma gama limitada das necessidades humanas que exigem satisfação.
III.Os membros do público são entendidos como entidades passivas que evitam satisfazer necessidades e resolver problemas.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
21: E
22: A
23: E
24: B
25: B
26: D
27: C
28: E
29: B
30: B
31: D
32: C
33: D
34: B
35: E
36: D
37: D
38: A
39: D
40: D