Questões de Concurso Para prefeitura de mogi das cruzes - sp

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Q2694641 Serviço Social

O aprofundamento e a manutenção do projeto ético-político do Serviço Social na contemporaneidade dependem da vontade da categoria profissional e do revigoramento das lutas e movimentos democráticos pela garantia dos direitos a programas e a políticas sociais, estabelecidas pelas conquistas das classes trabalhadoras. À medida que o profissional assume esse entendimento e institui como estratégia de ação, no atual momento histórico, a luta por direitos sociais, comprometendo-se com a qualidade dos serviços prestados e com o fortalecimento do usuário, seu perfil tem que ser necessariamente crítico e

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Q2694640 Serviço Social

O assistente social tem como objeto de trabalho a questão social em suas diversas expressões, formulando e implementando propostas para seu enfrentamento, por meio das políticas sociais públicas. No processo de ruptura com o conservadorismo, o campo privilegiado do Serviço Social passou a ser as políticas sociais e o acesso dos usuários aos direitos sociais. A atuação do assistente social, para além da operacionalização dessas políticas, necessita conhecer as contradições da sociedade capitalista, da questão social e as expressões presentes no seu cotidiano profissional. Ao deparar-se com as demandas da população, necessita pensar as políticas sociais como respostas a situações indignas de vida e com isso compreender que, no processo de trabalho do profissional, tais políticas apresentam um caráter de

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Q2694637 Noções de Informática

No MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, um atalho para iniciar a apresentação a partir do slide atual é:

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Q2694636 Noções de Informática

Assinale a alternativa que apresenta a fórmula correta, no MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, para exibir a mediana dos valores 5, 8 e 10.

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Q2694635 Noções de Informática

No MS-Word 2010, em sua configuração padrão, está sendo editado um documento com 120 páginas. Para selecionar todo o texto a partir da terceira página até o final, para uma posterior edição da fonte, o usuário pode clicar no início da terceira página e pressionar as teclas:

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Q2694634 Noções de Informática

No Windows 7, em sua configuração padrão, arquivos no formato CSV (Comma-Separated Values) podem ser editados com o aplicativo acessório

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Q2694633 Matemática

O gráfico mostra o número de convites vendidos para um evento beneficente, nos 5 dias que antecederam ao evento.

Imagem associada para resolução da questão

Considerando-se o número total de convites vendidos nesses 5 dias, é correto afirmar que, na média, o número de convites vendidos por dia foi

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Q2694632 Matemática

Na recepção de uma clínica, há 2 jarras térmicas, uma para café e outra para chá, que juntas têm capacidade para 2,5 litros. Sabendo que a jarra de chá tem 700 mL a menos de capacidade que a jarra de café, então a capacidade da jarra de chá, em litros, é de

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Q2694631 Matemática

Um funcionário leva aproximadamente 25 minutos para preencher um relatório. Mantendo sempre esse mesmo desempenho, o tempo que esse funcionário irá precisar para preencher 32 relatórios iguais a esse será, no mínimo, de

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Q2694630 Matemática

A tabela mostra algumas informações sobre o número de homens e de mulheres atendidos por um assistente social, em 3 dias da semana, e a porcentagem de atendimentos diários em relação ao número total de pessoas atendidas nesses 3 dias.


DIAS DA SEMANA

No de pessoas

atendidas


Porcentagem

homens

mulheres

2a feira


12

20%

3a feira

15



4a feira



45%

Total

40


100%

O número de mulheres atendidas na 4a feira supera o número de mulheres atendidas na 3a feira em

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Q2694627 Português

Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

A vírgula na frase “Para cada problema, uma solução.” serve ao intuito de

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Q2694626 Português

Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que a frase do balconista estará corretamente reformulada, conforme a norma-padrão da língua, na hipótese de haver mais de um cliente.

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Q2694625 Português

Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

Um dos efeitos de humor do cartum está associado ao uso ambíguo do vocábulo solução, ao qual se atribuem, no contexto, os seguintes sentidos:

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Q2694624 Português

Considere a frase a seguir.

As pessoas desejam chegar à felicidade, mas muitas vezes deixam de considerar que, para alcançar a felicidade, é preciso saber enxergar a felicidade em momentos simples do cotidiano, conferindo a esses momentos simples do cotidiano um valor especial.

Para eliminar as repetições do texto, garantindo a correção da frase, conforme a norma-padrão da língua, as expressões destacadas devem ser, respectivamente, substituídas por:

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Q2694623 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

O trecho “Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa...” (4o parágrafo) está corretamente reescrito, no que se refere à concordância da norma-padrão da língua, em:

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Q2694622 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho destacado em “... tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer...” (3o parágrafo) está corretamente reescrito, conforme a norma-padrão da língua.

Alternativas
Q2694621 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

No trecho “... tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer.” (3o parágrafo) a expressão destacada encontra substituto correto, quanto à regência da norma-padrão da língua, em:

Alternativas
Q2694620 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

Após o acréscimo da vírgula, a passagem do texto que fica pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, é:

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Q2694619 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

No contexto em que se insere, a forma verbal, flexionada na primeira pessoa do singular, que contribui para imprimir subjetividade ao texto está destacada em:

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Q2694618 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

No contexto do primeiro parágrafo, a expressão destacada em “Contra todas as evidências...” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por

Alternativas
Respostas
841: C
842: D
843: A
844: C
845: B
846: D
847: B
848: E
849: C
850: A
851: B
852: A
853: D
854: E
855: C
856: B
857: D
858: B
859: E
860: A