Questões de Concurso Para furb - sc

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Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Psicopedagogo |
Q4001442 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

A partir da leitura e análise do texto, é possível identificar com clareza o objetivo principal dele: explicar o que é crise convulsiva e como agir ao presenciar uma. Tendo isso em consideração, assinale a alternativa que indica corretamente a função de linguagem predominante no texto:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Psicopedagogo |
Q4001441 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

A partir da leitura, análise, compreensão e interpretação do texto, analise as sentenças a seguir:

I.O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.

II.O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.

III.O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000699 Gestão de Pessoas
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, uma profissional com deficiência auditiva adquirida, recentemente lotada na equipe multiprofissional, utiliza aparelho de amplificação e, em ambientes com ruído elevado, recorre à leitura labial e a anotações escritas. Colegas mais antigos passaram a evitá-la nas reuniões informais, alegando que "a comunicação truncada atrasa as trocas da equipe". Ao tomar conhecimento da situação, a gestora considera duas condutas: (I) promover um diálogo com a equipe sobre adaptação das formas de comunicação; (II) acionar o setor de acessibilidade institucional para que implante um fluxo formal de suporte comunicacional à servidora. Considerando os princípios das relações humanas no trabalho no serviço público, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000698 Ética na Administração Pública
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, uma equipe multiprofissional discute, em reunião de formação continuada, os fundamentos da conduta ética no serviço público. Uma terapeuta ocupacional sustenta que agir eticamente significa, antes de tudo, cumprir protocolos clínicos e seguir as ordens da chefia, pois isso garantiria a conformidade legal da atuação. Uma fisioterapeuta discorda, argumentando que a conformidade legal é condição necessária, mas não suficiente: a conduta ética exige orientação interna, motivação genuína pelo interesse público e compromisso que vai além do que a norma prescreve. Uma fonoaudióloga, por sua vez, pondera que a distinção proposta pela fisioterapeuta corresponde, na verdade, ao campo da moral e não da ética, pois a moral seria responsável pela regulação das motivações internas, enquanto a ética se ocuparia das normas externas de conduta. Considerando os fundamentos teóricos da ética no serviço público, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000697 Fonoaudiologia
Pacientes idosos, usuários de próteses dentárias totais, podem apresentar alterações funcionais do sistema estomatognático, especialmente no período inicial de adaptação. Considerando a atuação fonoaudiológica na avaliação da motricidade orofacial nesses casos, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000696 Fonoaudiologia
Várias manobras auxiliam no tratamento das disfagias orofaríngeas. A manobra que tem como objetivo aumentar o movimento de posteriorização da base da língua com a parede posterior da faringe é conhecida como:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000695 Fonoaudiologia
A terapia fonoaudiológica dos casos de paralisia de prega vocal, de um modo geral, tem como princípio favorecer o fechamento glótico. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa abordagem:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000694 Fonoaudiologia
Muitos déficits comportamentais também são observados em indivíduos diagnosticados com outros distúrbios, incluindo perda auditiva periférica, distúrbios de linguagem e distúrbios cognitivos. Os déficits funcionais, observados em indivíduos com transtorno do processamento auditivo central, derivam de: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000693 Fonoaudiologia
A Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) envolve símbolos, recursos, estratégias e técnicas que compõem um sistema funcional para pessoas com Necessidades Complexas de Comunicação (NCC). Nesse contexto, analise as alternativas a seguir e assinale a correta: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000692 Fonoaudiologia
A atuação fonoaudiológica no Transtorno do Espectro Autista (TEA) deve considerar a heterogeneidade clínica e eventuais comorbidades. Com base em práticas baseadas em evidências, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000691 Fonoaudiologia
A prova de imitação de palavras pode ser utilizada na avaliação dos transtornos dos sons da fala quando crianças pequenas não apresentam vocabulário suficiente para produzir a palavra-alvo ou evitam determinadas produções em tarefas de fala espontânea. Nesse contexto, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000690 Saúde Pública
O Novo Viver sem Limite, relançado em 2023 sob coordenação do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, reafirma uma premissa estruturante herdada da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: a de que as opressões vivenciadas pelas pessoas com deficiência não são atributos dos impedimentos corporais, mas resultado de sociedades não inclusivas. Essa concepção orienta diretamente a atuação dos profissionais de saúde no Centro Especializado em Reabilitação (CER), que integra a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência do SUS. Com base nos fundamentos do Novo Viver sem Limite, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000689 Saúde Pública
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, a equipe multiprofissional discute a construção do Projeto Terapêutico Singular de uma usuária com deficiência física adquirida, que é também mulher negra, trabalhadora informal, moradora de área rural sem transporte regular e com histórico de violência doméstica. A equipe diverge sobre o escopo do PTS: parte dos profissionais defende que o plano deve centrar-se nos objetivos funcionais de reabilitação; outra parte argumenta que o cuidado integral exige reconhecer a interação entre a condição de saúde e os múltiplos marcadores sociais que atravessam a vida da usuária, pois esses fatores condicionam tanto o acesso quanto os resultados terapêuticos. Considerando os fundamentos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000688 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A estrutura de governança do Novo Viver sem Limite representa uma das principais inovações em relação à versão anterior do Plano. Profissionais de saúde que atuam no Centro Especializado em Reabilitação (CER) integram uma rede de políticas públicas cuja execução, monitoramento e avaliação obedecem a um arranjo institucional específico. Considerando esse arranjo, analise as afirmativas a seguir:

I. A Câmara Interministerial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CIDPD) constitui o lócus permanente de monitoramento e avaliação do Plano, articulação de políticas e integração federativa, respondendo tanto à necessidade de continuidade quanto à intersetorialidade das ações.
II. O grupo executivo da CIDPD é responsável por revisar o Plano anualmente e elaborar relatório sintético a ser encaminhado à Presidência, aos órgãos de controle e ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de conduzir análises de risco contínuas sobre sua execução.
III. A habilitação de novos Centros Especializados em Reabilitação integra o Eixo IV do Novo Viver sem Limite, voltado à promoção do direito à educação, à assistência social, à saúde e aos demais direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000687 Saúde Pública
Durante uma atividade de educação permanente no Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, profissionais de saúde discutem os fundamentos normativos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD). Um dos participantes afirma que a PNAISPD estrutura-se sobre princípios e diretrizes que vão além da reabilitação funcional, abrangendo dimensões como o enfrentamento ao capacitismo, a gestão participativa e a formação profissional orientada pelo modelo biopsicossocial. Considerando a Portaria GM/MS n.º 1.526/2023, analise as assertivas a seguir:

I. São princípios da PNAISPD, entre outros, o direito à vida e à saúde, a inclusão social, a equidade em saúde, a humanização da atenção e a gestão participativa e controle social.
II. O enfrentamento ao capacitismo e às distintas formas de violência figura como diretriz da PNAISPD, e o letramento anticapacitista integra as ações estratégicas previstas em múltiplos eixos de atuação da política.
III. A formação da força de trabalho para o SUS no âmbito da PNAISPD deve ser realizada com base nas necessidades das pessoas com deficiência, sob a perspectiva do modelo biopsicossocial, com abordagem interseccional e anticapacitista.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000686 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas aos direitos da pessoa com deficiência previstos na Lei n.º 13.146/2015 (LBI), no contexto do atendimento prestado pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) em hospital universitário:

(__) O consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa com deficiência é indispensável para a realização de tratamento, procedimento, hospitalização e pesquisa científica, podendo ser dispensado nos casos de risco de morte e emergência em saúde, resguardado o superior interesse do paciente.
(__) A curatela, na forma prevista pela LBI, afeta a plena capacidade civil da pessoa com deficiência, abrangendo tanto os atos de natureza patrimonial e negocial quanto os direitos à saúde, à educação, ao trabalho e ao voto, em razão da necessidade de proteção integral.
(__) Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra a pessoa com deficiência são objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade policial e ao Ministério Público, além dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000685 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, a gestão identifica que determinados usuários atendidos pelo serviço de reabilitação não conseguem exercer, de forma efetiva, seu protagonismo no processo terapêutico. A investigação aponta que o problema não é uniforme: em parte dos casos, a equipe não foi capacitada para conduzir interações com esse perfil de usuário; em outra parte, o serviço não dispõe de recursos materiais e estratégias estruturadas que viabilizem a interação; e, em ambos os casos, o ambiente institucional não foi organizado para suportar esse tipo de demanda. A gestão questiona, então, sob qual classificação jurídica essa situação se enquadra prioritariamente, considerando a Lei n.º 10.098/2000. Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000683 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como agir ao presenciar uma crise convulsiva

Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia

Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise. Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.

Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.

Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."

Como ajudar

Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados: 

• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves"; 

• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.

"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.

"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.

Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".

Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."

"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.) 
Analise o uso da palavra "aspiração" no contexto do excerto:

"Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar."

A respeito do uso da palavra no excerto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Tem o sentido de sucção, ou seja, de atrair, absorver para o interior, no caso do texto, do pulmão gases, líquidos, etc.
(__) Pode ser entendida como intenção, ansiedade, por atingir algo em determinada situação; claramente, ansiedade por sair da crise convulsiva.
(__) Pode ser substituída por "expiração", mantendo o sentido dado no contexto analisado.
(__) Foi usada em sentido figurado, cabendo ao leitor perceber esse uso e compreender o sentido desejado pelo autor, que é de absorção.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000681 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como agir ao presenciar uma crise convulsiva

Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia

Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise. Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.

Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.

Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."

Como ajudar

Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados: 

• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves"; 

• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.

"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.

"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.

Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".

Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."

"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.) 
A partir da leitura e análise do texto, é possível identificar com clareza o objetivo principal dele: explicar o que é crise convulsiva e como agir ao presenciar uma. Tendo isso em consideração, assinale a alternativa que indica corretamente a função de linguagem predominante no texto:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q4000680 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como agir ao presenciar uma crise convulsiva

Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia

Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise. Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.

Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.

Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."

Como ajudar

Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados: 

• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves"; 

• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.

"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.

"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.

Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".

Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."

"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.) 
A partir da leitura, análise, compreensão e interpretação do texto, analise as sentenças a seguir:

I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
441: C
442: C
443: D
444: E
445: B
446: A
447: A
448: D
449: D
450: A
451: E
452: D
453: A
454: B
455: E
456: C
457: C
458: A
459: E
460: C