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Observe, a seguir, a parte inicial do verbete “Salvador” constante na enciclopédia digital “Wikipedia”:

Na página em questão, o texto do verbete sobre Salvador é acompanhado por remissões numeradas às referências, e a interface disponibiliza, na barra horizontal superior, os recursos “Discussão”, “Editar” e “Ver histórico”, entre outros. Ao trabalhar esse verbete colaborativo com estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental, uma atividade voltada ao letramento digital e informacional consistiria em solicitar que eles
Ao planejar a abordagem dessa crônica em uma turma dos Anos Finais do Ensino Fundamental, o professor contribuirá de maneira mais efetiva para a formação do leitor literário se propuser aos estudantes que
Considerando que o trabalho com gêneros discursivos é recomendado pela BNCC e reforçado pelos Referenciais Curriculares da Secretaria Municipal de Educação de Salvador para os Anos Finais do Ensino Fundamental, a abordagem do gênero notícia mais coerente com essas orientações seria
Na abordagem contextualizada da pontuação, o professor de Língua Portuguesa poderia utilizar as ocorrências de parênteses no texto para levar os estudantes a reconhecer que elas
Em uma aula sobre recursos linguísticos e discursivos, o professor destaca as expressões “um senhor”, “ele”, “uma pessoa em situação de rua” e “o homem”. Ao relacioná-las à revelação “Era Antoni Gaudí”, espera-se que os estudantes reconheçam que essa sequência foi empregada para
Em uma atividade avaliativa, para verificar a habilidade de compreender como recursos sintáticos e coesivos participam da construção argumentativa, um professor de Língua Portuguesa dos Anos Finais poderia, com base no texto,
Observe:
Ao trabalhar esse meme com estudantes dos Anos Finais do Ensino
Fundamental, uma atividade adequada à compreensão das
práticas contemporâneas de linguagem consistiria em orientálos a Observe o cartum a seguir.

Ao trabalhar esse cartum com estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental, uma atividade de leitura da linguagem não verbal consistiria em orientá-los a
Um professor pretende elaborar, a partir desse texto, uma questão de leitura que avalie a capacidade dos estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental de interpretar criticamente informações numéricas em textos de divulgação científica. Para atender a esse objetivo, é correto afirmar que ele deverá solicitar que os estudantes
https://www.bahianoticias.com.br/esportes/vitoria/31334-confira-publico-e-rendade-vitoria-x-palmeiras-pela-21a-rodada-da-serie-a
Ao analisar esse texto em uma turma dos Anos Finais do Ensino Fundamental, uma atividade adequada à compreensão do funcionamento do gênero notícia consistiria em orientar os estudantes a
No fragmento inicial do romance Torto arado, a construção literária da memória da infância apoia-se, entre outros recursos, na alternância entre formas verbais do pretérito.
Esse recurso contribui para a organização da narrativa ao
Leia a tirinha a seguir.

Na fala do menino no último quadrinho, o efeito de humor e de ironia indireta é produzido porque a personagem
Na construção argumentativa do texto, o emprego de “pode” e da oração “se for concebido e implementado de forma eficaz” contribui para apresentar a educação como
A concepção de alfabetização midiática e informacional (AMI) apresentada no texto compreende que o enfrentamento da desinformação requer
Entenda a origem do gentílico cunhado no século 19
Soteros significa “salvador” em grego. O sufixo “politano” deriva de polis, que é “cidade”. Não se sabe por que optou-se pelo gentílico helênico em vez do intuitivo “salvadorense”. Segundo Deonísio da Silva, autor do livro De Onde Vêm as Palavras, não há outra explicação que não seja “esnobação erudita”. “Soteropolitano” foi cunhado em 1817, pelo padre e geógrafo português Manuel Aires de Casal. A palavra apareceu pela primeira vez no livro Corografia Brasílica. Também é comum que algumas cidades tenham dois gentílicos: um formado naturalmente, pelo uso diário, e outro artificialmente, com palavras derivadas do grego ou do latim. É o caso do “ludovicense”, que designa quem nasceu em São Luís, no Maranhão. O termo deriva do latim Ludovicus, que posteriormente deu origem ao aportuguesado “Luís”. No entanto, o gentílico “são-luisense” também é aceito. Em alguns casos, a forma erudita é a mais usual. Você nunca ouviu falar de nenhum “rio-de-janeirense”. “Fluminense”, o gentílico para quem nasceu no estado do Rio de Janeiro, é latim puro. Flumen significa “rio” em latim – uma referência geograficamente imprecisa para a Baía da Guanabara. Vale lembrar que o termo “salvadorense” é o gentílico de quem nasceu em Salvador das Missões, no Rio Grande do Sul. E “sãoluizense”, o de São Luiz Gonzaga, no mesmo estado. https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-o-gentilico-de-salvador-esoteropolitano-e-nao-algo-como-salvadorense/
Ao comparar gentílicos como “soteropolitano”, “salvadorense”, “ludovicense” e “são-luisense”, o texto evidencia que a formação do léxico da língua portuguesa
https://www.letras.mus.br/gilberto-gil/46247/ acesso em 14.8.26
De acordo com o texto, a importância, para a literatura brasileira, da obra Viva o povo brasileiro do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro está relacionada à capacidade do romance de
Sinopse Não recomendado para menores de 14 anos Uma das histórias mais antigas da literatura ocidental ganha uma adaptação cinematográfica pelas mãos do cineasta Christopher Nolan. A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Tróia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe. https://www.adorocinema.com/filmes/filme-1000013045/
Considerando a organização das informações sobre o filme “A Odisseia”, a ficha técnica e a sinopse apresentam, respectivamente,
Desenvolvido em uma escola estadual de Pinhal da Serra (RS), o projeto envolveu estudantes na produção colaborativa de um livro digital, com uso da plataforma Book Creator, sobre fake news e desinformação. Ao longo da atividade, os alunos pesquisaram o tema, analisaram informações, verificaram fontes e discutiram o uso responsável das mídias digitais. Como produto final, elaboraram orientações para ajudar outras pessoas a identificar e evitar a desinformação. Adaptado de https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/educacaomidiatica/mapa/todas-as-fichas/cacadores-de-fake-news
A experiência relatada caracteriza uma prática de educação midiática porque os estudantes foram orientados a
'Carinho, consentimento e camisinha': Prefeitura de Salvador lança campanha bem-humorada e incentiva 'conchinha' durante frente fria
No Instagram, a gestão municipal orienta também a proteção nas relações íntimas

No comunicado, a expressão “Se o clima esquentar” participa da construção do humor porque