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Q3822197 Medicina
Homem de 78 anos, com histórico de doença arterial coronariana, doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão, é diagnosticado com síndrome mielodisplásica de alto risco com pancitopenia (hemoglobina: 8,5 g/dL; leucócitos: 800/mm3; plaquetas: 35.000/mm3). A medula óssea apresenta 11% de blastos, e a citogenética demonstra um cariótipo complexo.
Qual é a melhor opção de tratamento para esse paciente?
Alternativas
Q3822196 Medicina
Homem de 29 anos, com histórico de transtorno psiquiátrico há seis anos, é levado ao hospital pela família devido ao agravamento das alucinações. Normalmente ele ouve vozes suaves e ocasionalmente vê ladrões mascarados, mas consegue diferenciar as alucinações da realidade. Os sintomas psicóticos geralmente são bem controlados com ziprasidona, mas as alucinações começaram a piorar há três dias, após uma briga com sua parceira. Isso culminou com ele pulando através das portas de vidro em perseguição a “ladrões mascarados” durante o jantar na casa da família. Sua fala também se tornou altamente desorganizada. Ele admite ter ideias suicidas e diz se sentir deprimido. O paciente teve três episódios no passado em que as alucinações pioraram enquanto também se sentia deprimido (todos duraram cerca de três semanas), e os sintomas psicóticos pioraram simultaneamente. A família afirma que ele foi internado três vezes e que a dose de antipsicóticos foi aumentada nas duas últimas ocasiões. Não há histórico de abuso de substâncias, e o exame toxicológico é negativo para substâncias ilícitas.
Considerando todos esses achados, com maior probabilidade, o diagnóstico correto é
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Q3822195 Medicina
Mulher de 72 anos procura a unidade de saúde por causa de episódios de cefaleia. Ela relata que as dores de cabeça a acordam durante o sono e nunca ocorrem durante o dia. Cada crise de cefaleia dura aproximadamente três horas; são de intensidade leve a moderada, frequentemente bilaterais, mas às vezes unilaterais. Ela nega qualquer característica autonômica e não sente inquietação durante o quadro álgico. Não há quaisquer sintomas neurológicos, e seu exame clínico é normal. A paciente relata ter tido esses ataques de dor de cabeça pelo menos doze dias por mês nos últimos quatro meses.
A principal hipótese diagnóstica é
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Q3822194 Medicina
Mulher de 52 anos apresenta quadro de quatro semanas de dispneia progressiva, dor torácica do lado esquerdo e tosse seca. O histórico é relevante para histerectomia para miomas uterinos há três anos. A oximetria de pulso é de 93% em ar ambiente. Exames séricos: hemoglobina: 9,8 g/dL; d-dímero: 770 ng/mL. O ultrassom mostra derrame pleural esquerdo, e a toracocentese revela: líquido amarelado e levemente turvo; proteína: 6,1 g/dL; lactato desidrogenase: 5.910 UI/L; pH: 7,44; adenosina deaminase: 12,1 UI/L; contagem de leucócitos: 157.109 células/mm3 (78% linfócitos); coloração de Gram e cultura para bactérias e fungos permanecem negativos; a citologia mostra linfócitos abundantes sem células malignas. Imagens da tomografia realizada são mostradas a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame que mais provavelmente pode estabelecer o diagnóstico é
Alternativas
Q3822193 Medicina
Mulher de 32 anos procura a clínica queixando-se de visão dupla há um mês. Ela também relata dificuldade para falar quando conversa por longos períodos e diz que suas pálpebras começam a cair no final do dia. Ao exame físico: há ptose bilateral, que piora com o olhar voltado para cima por muito tempo; o teste de sustentação do ar na boca contra resistência é alterado (ela é incapaz de manter o ar na boca contra a resistência); músculos flexores do pescoço estão paréticos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Alternativas
Q3822192 Medicina
Mulher de 24 anos iniciou tratamento com cabergolina para um prolactinoma que foi descoberto durante a avaliação de amenorreia secundária e infertilidade primária. A ressonância magnética da hipófise antes do tratamento revelou um microadenoma de 6 mm, localizado logo à esquerda da linha média, com desvio mínimo do infundíbulo e sem extensão do seio cavernoso. Apesar do aumento da dosagem de cabergolina para 750 mcg duas vezes por semana, ela relata amenorreia contínua. Mais recentemente, ela desenvolveu comportamentos bastante impulsivos, incluindo a compra de vários dispositivos eletrônicos pessoais, o que seu parceiro relata ser completamente fora do normal. Ela não tem histórico médico ou psiquiátrico digno de nota e não toma outros medicamentos regularmente. Ela fuma cerca de dez cigarros por dia e bebe de 10 a 15 taças de vinho (150 ml/cada) na maioria dos fins de semana. O exame físico é normal; IMC: 23,7 kg/m2. Ela tem características sexuais secundárias normais. Não há galactorreia. Os campos visuais são normais à confrontação. Exames séricos atuais: prolactina: 91 ng/mL (normal: 4 a 30); FSH: 0,4 mUI/mL (normal: 2,0 a 12,0); LH: 0,3 mUI/mL (normal: 1,0 a 18,0); estradiol: 25 pg/mL (normal: 10 a 180); cortisol sérico (8h): 16,5 μg/dL (normal: 5 a 25); T4 livre: 1,4 ng/dL (0,8 a 1,8); TSH: 2,7 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0). A nova ressonância magnética da hipófise é semelhante à anterior.
Para essa paciente, a melhor conduta é
Alternativas
Q3822191 Medicina
Mulher de 56 anos, hipertensa, em tratamento recente de hemodiálise, apresenta hemorragia contínua ao redor de um novo local de cateter de diálise implantado com sucesso e sem complicação em veia jugular direita. O novo cateter foi colocado há um dia, mas ela não faz diálise há três dias. Fora isso, ela parece bem e está estável.
O melhor tratamento inicial para controlar o sangramento de forma mais rápida é
Alternativas
Q3822190 Medicina
Mulher de 53 anos, com histórico de hipotireoidismo e doença celíaca, é atendida no ambulatório por diarreia há um ano. Ela apresenta dez evacuações líquidas por dia, com episódios ocasionais de incontinência. Há dois dias, apresentou quadro de distensão abdominal e diarreia, ocasião em que a endoscopia digestiva alta revelou achatamento das vilosidades do duodeno e as biópsias confirmaram o diagnóstico de doença celíaca. A distensão abdominal melhorou com uma dieta sem glúten e também houve melhora da diarreia. A repetição da endoscopia digestiva alta no mês passado mostrou vilosidades normais, e as biópsias não apresentaram alterações, mas ela continua com diarreia com uma dieta sem glúten. A transglutaminase tecidual sérica e os exames fecais são normais. A colonoscopia é realizada na semana anterior, revelando mucosa colônica e íleo terminal normais. Ela se sente bem, e a única medicação em uso é levotiroxina.
Com maior probabilidade, a causa mais provável da diarreia é
Alternativas
Q3822189 Medicina
Mulher de 32 anos, primigesta, grávida de 10 semanas, apresenta quadro de dois dias consistindo de dor abdominal aguda do lado direito associada a febre e hematúria. Ao exame físico: temperatura: 38 ºC; pressão arterial: 110 x 70 mmHg; abdome: dor em flanco esquerdo. Creatinina sérica: 1,24 mg/dL. Ultrassonografia dos rins: hidronefrose do lado direito com um cálculo de 9 mm na pelve renal; rim esquerdo normal. Ceftriaxona intravenosa é iniciada.
O próximo passo mais apropriado no manejo dessa paciente é
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Q3822188 Medicina
Mulher de 35 anos é avaliada em consulta de retorno com hipocalemia sintomática e perda de peso ao longo de um período de oito meses. Ela nega quaisquer sintomas gastrointestinais ou urinários. Ao exame físico: pressão arterial: 105 x 60 mmHg, com queda postural de 15 mmHg; o restante do exame não apresenta alterações. Exames séricos: creatinina: 0,86 mg/dL; potássio: 2,7 mEq/L; bicarbonato: 37 mEq/L; magnésio: 2,15 mg/dL (normal: 1,82 a 2,55). A urinálise é negativa para sangue e proteínas. Urina de 24 horas: potássio: 150 mEq (normal: 25 a 120); cálcio: 280,5 mg (normal: 100 a 300).
Com maior probabilidade, o diagnóstico correto é
Alternativas
Q3822187 Medicina
Mulher de 27 anos se apresenta para acompanhamento de hipotireoidismo primário devido à tireoidite de Hashimoto. A patologia foi diagnosticada há quatro anos, e a levotiroxina foi iniciada na época. Embora os valores séricos de TSH da paciente tenham se normalizado após o início da levotiroxina, ela relata intolerância persistente ao frio, fadiga e dificuldade de concentração. O regime foi posteriormente transferido para terapia combinada com levotiroxina (100 mcg por dia) e liotironina (5 mcg duas vezes ao dia). Após o início desse novo regime, seus sintomas desapareceram, e ela permanece com o mesmo tratamento. Ela tomava pílula anticoncepcional oral, mas parou há dois meses devido ao desejo de engravidar. A última menstruação foi há três dias. Ao exame físico: IMC: 25,8 kg/m2; pressão arterial: 112 x 65 mmHg; frequência cardíaca: 62 bpm; a glândula tireoide é normal à palpação, sem nódulos; os reflexos são 2+ e simétricos em todos os aspectos. Exames séricos atuais: 2,8 TSH: mUI/L (normal: 0,5 a 5,0 mUI/L). O teste de gravidez é negativo.
O próximo passo de escolha no manejo dessa paciente é
Alternativas
Q3822186 Medicina
Homem de 26 anos apresenta quadro progressivo de cefaleia, calafrios, febre e rigidez de nuca há oito dias. Não há histórico médico significativo. Ele fuma um maço por dia, bebe três cervejas diariamente e tem relações sexuais desprotegidas com múltiplos parceiros do sexo masculino (cerca de cinco a seis parceiros no último ano). O paciente trabalha em empresa de pintura comercial e recentemente concluiu a limpeza e a pintura de um viaduto. Ao exame físico: temperatura: 39,4 °C; frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 102 x 62 mmHg; frequência respiratória: 18 irpm; SatO2: 95% em ar ambiente. Tomografia de crânio sem contraste: sem alteração relevante. Uma punção lombar com análise do líquor é realizada e mostra: pressão de abertura: 40 cmH2O; contagem de leucócitos: 40/mm3 (21% de polimorfonucleares e 79% de células mononucleares); adenosina deaminase: 2,9 U/L; glicose: 30 mg/dL; proteínas: 102 mg/dL.
A principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q3822185 Medicina
Homem de 70 anos é avaliado para investigação de anormalidades urinárias. O histórico é positivo para hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 complicada por retinopatia, tratada com fotocoagulação a laser há um ano. Os medicamentos em uso são: insulina, ramipril, anlodipino, atorvastatina e doxazosina. Ele consome dezesseis latas de cerveja por semana e fuma dez cigarros por dia há 45 anos. Ao exame físico: pressão arterial: 151 x 88 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; o restante do exame não é contributivo. Exames séricos: creatinina: 2,6 mg/dL; hemoglobina A1c: 10,5%. Razão proteína urinária/creatinina: 192 mg/mmol (normal: < 30). O exame de urina é positivo para sangue 3+ e proteína 1+ (semelhante em exames repetidos); leucócitos: 3 por campo (normal: até 10); hemácias: acima de 100 por campo (normal: até 5). Ultrassonografia de abdome: rim esquerdo: 9 cm; rim direito: 8 cm; não há obstrução.
Constitui o próximo passo diagnóstico de maior relevância:
Alternativas
Q3822184 Medicina
Homem de 31 anos é avaliado após um diagnóstico recente de espondilite anquilosante. Ele apresenta dor lombar e pélvica que interrompe seu sono. O paracetamol não ajudou. Ao exame físico: os sinais vitais são normais; o teste Faber (flexão, abdução e rotação externa) do quadril revela dor em ambas as articulações sacroilíacas; a amplitude de movimento da coluna lombar é ligeiramente limitada; há boa amplitude de movimento da coluna cervical e das articulações periféricas, incluindo os quadris; não há edema ou sensibilidade nas articulações periféricas. Radiografias da coluna lombar mostram sacroileíte bilateral. O paciente é encaminhado para fisioterapia.
Nesse momento, o tratamento adicional mais adequado é o uso de
Alternativas
Q3822183 Medicina
Homem de 67 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 há 25 anos, apresenta-se para uma consulta de acompanhamento. O histórico é notável por obesidade, doença arterial coronariana (estado pós-cirurgia de revascularização do miocárdio há quatro meses), DPOC tratada com oxigênio domiciliar, hipertensão arterial, dislipidemia, neuropatia diabética e retinopatia diabética leve. O regime medicamentoso consiste em insulina U500 (75 UI subcutânea, três vezes ao dia), insulina glargina (75 UI ao dia) e metformina, 2.550 mg ao dia. A hemoglobina A1c atual é de 8,5%. Ele autoverifica a glicemia de duas a três vezes ao dia e afirma que seus valores estão consistentemente na faixa de 200 mg/dL. O IMC é de 39 kg/m2.
O próximo passo de escolha no tratamento desse paciente é
Alternativas
Q3822182 Medicina
Paciente de 58 anos com DPOC apresenta-se em condição estável. Nos últimos doze meses, ele teve duas exacerbações, uma das quais exigiu hospitalização. Ele usa regularmente tiotrópio (2,5 mg/dia) e formoterol (12 μg, duas vezes ao dia) inalatórios; a medicação oral consiste em roflumilaste (500 mg/dia). A hipertensão arterial é bem controlada com metoprolol (50 mg/dia) e ramipril (10 mg/dia).
A próxima conduta recomendada é
Alternativas
Q3821177 Medicina
Paciente de 30 anos foi submetida a rastreio de câncer de colo uterino com teste DNA-HPV. Identificado subtipo 35 (alto risco).

Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta, de acordo com as novas diretrizes para o rastreamento do câncer do colo do útero, do Ministério da Saúde, aprovadas em agosto de 2025.
Alternativas
Q3821176 Medicina
Para responder à questão, leia o caso a seguir:


Mulher de 52 anos vem ao consultório ginecológico referindo aparecimento de nódulo em mama esquerda há cerca de 2 meses. Como antecedentes ginecológicos: menarca aos 15 anos, 1 parto anterior, nega uso de método anticoncepcional hormonal previamente. Menopausa há 1 ano. Nega antecedentes familiares de câncer de mama. Ao exame físico: mamas de grande volume, com nódulo irregular, indolor de cerca de 2 cm em QSL de mama esquerda. Linfonodos não palpáveis. Secreção papilar negativa. À mamografia: imagem nodular isodensa, de contornos espiculados, medindo 2 cm, classificação: BI-RADS 5.
Após a propedêutica, identificado nódulo com orientação não paralela à pele, com margens macrolobuladas, com halo ecogênico, fenômeno acústico posterior misto, localização às 11h de quadrante superolateral de mama E, medindo 2 x 1,1 cm, com classificação BI-RADS 4. O anatomopatológico revelou carcinoma ductal invasivo grau II, com área de necrose.

Assinale a alternativa que apresenta a conduta cirúrgica adequada.
Alternativas
Q3821175 Medicina
Para responder à questão, leia o caso a seguir:


Mulher de 52 anos vem ao consultório ginecológico referindo aparecimento de nódulo em mama esquerda há cerca de 2 meses. Como antecedentes ginecológicos: menarca aos 15 anos, 1 parto anterior, nega uso de método anticoncepcional hormonal previamente. Menopausa há 1 ano. Nega antecedentes familiares de câncer de mama. Ao exame físico: mamas de grande volume, com nódulo irregular, indolor de cerca de 2 cm em QSL de mama esquerda. Linfonodos não palpáveis. Secreção papilar negativa. À mamografia: imagem nodular isodensa, de contornos espiculados, medindo 2 cm, classificação: BI-RADS 5.
Assinale a alternativa que apresenta a propedêutica adequada.
Alternativas
Q3821174 Medicina
A Organização Mundial da Saúde define o climatério como a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da mulher.

A respeito da transição menopausal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
541: A
542: D
543: B
544: C
545: E
546: B
547: B
548: B
549: A
550: D
551: E
552: A
553: C
554: D
555: C
556: A
557: B
558: B
559: C
560: E