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Q3827715 Medicina

Homem, 62 anos, hipertenso e portador de DPOC leve, chega ao pronto-socorro com palpitações intensas, iniciadas há cerca de 40 minutos, associadas a leve dispneia. Ao exame:


PA 104 × 62 mmHg; FC 188 bpm; FR 22 irpm; saturação 95% AA. Está consciente, sudorético, sem dor torácica. Realizou o ECG a seguir:



Q30.png (541×286)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Foi realizada manobra vagal: sem resposta significativa. Na sequência, foram administradas 6 mg de adenosina, ocorrendo breve pausa e retorno imediato da taquicardia, mantendo o mesmo padrão. Eco portátil: função normal, sem sinais de congestão.


Qual é a conduta mais apropriada nesse cenário?

Alternativas
Q3827714 Medicina

Homem de 50 anos é encaminhado para avaliação cardiológica. Ele é ex-tabagista e realizou uma tomografia computadorizada de tórax para rastreamento de câncer de pulmão. O exame foi negativo para malignidade, mas mostrou uma possível anomalia de artéria coronária. Uma angiotomografia coronária subsequente revelou uma artéria coronária direita (RCA) anômala, originando-se do seio coronariano esquerdo e com trajeto interarterial, sem aterosclerose.


Para investigar melhor o achado, ele realizou uma cintilografia do miocárdio para pesquisa de isquemia ao esforço – induzida, que mostrou isquemia moderada na parede inferior.


Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.

Alternativas
Q3827713 Medicina

Mulher de 80 anos é trazida ao pronto-socorro após queda da própria altura. Apresenta antecedentes de hipertensão, dislipidemia e fibrilação atrial persistente. Ela é alérgica à aspirina e faz uso dos seguintes medicamentos: lisinopril e apixabana. Ao exame físico, apresenta sopro sistólico no bordo esternal direito e rotação externa do membro inferior esquerdo. O eletrocardiograma está ilustrado a seguir:


Q28.png (525×297)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



O ecocardiograma bidimensional mostra fração de ejeção de 50%, área valvar aórtica de 0,72 cm2, gradiente médio de 41 mmHg e insuficiência aórtica leve. Após discussão pelo “heart team”, decide-se pelo implante transcateter de valva aórtica (TAVI).


Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que é contraindicação absoluta para TAVI, considerando o quadro clínico e a apresentação nessa paciente.

Alternativas
Q3827712 Medicina
Mulher, 65 anos, com histórico de hipertensão tratada com hidroclorotiazida, apresenta-se com dispneia e dor torácica intensa irradiada para as costas. O exame físico inicial revela pressão arterial de 205 × 98 mmHg, estertores pulmonares em bases e alterações inespecíficas do segmento ST no eletrocardiograma. A radiografia de tórax está ilustrada a seguir:

Q27.png (355×322) (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Em face do exposto, qual é a melhor conduta inicial? 
Alternativas
Q3827711 Medicina

Mulher de 56 anos chega ao pronto-socorro com dispneia. Refere piora progressiva dos sintomas nas últimas 2 semanas. História médica: câncer de mama tratado recentemente com quimioterapia. Exame físico da admissão: PA: 88 × 64 mmHg; FC: 112 bpm; SpO2: 94% em ar ambiente. Presença de turgência jugular, bulhas cardíacas taquicárdicas, sem sopros; pulmões limpos; ausência de edema de membros inferiores; extremidades frias. ECG: taquicardia sinusal. Ecocardiograma à beira-leito: função do VE hiperdinâmica; grande derrame pericárdico circunferencial. Os exames laboratoriais ainda não estão disponíveis.


Assinale a alternativa que apresenta a conduta imediata mais apropriada, antes do tratamento definitivo.

Alternativas
Q3827710 Medicina

Mulher, 65 anos, com histórico de diabetes mellitus e hipertensão, é avaliada por dor torácica aos esforços. Foi realizada cintilografia do miocárdio associada ao estresse físico (teste ergométrico), que evidenciou isquemia induzida no ápice e na parede anterior do ventrículo esquerdo, com fração de ejeção de 45%. Suas medicações atuais incluem: aspirina, lisinopril, atorvastatina, metformina, metoprolol e mononitrato de isossorbida. Ao exame físico: afebril, PA 130 × 72 mmHg; FC 72 bpm; FR 16 irpm. Função renal normal.


Qual é o próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica dessa paciente?

Alternativas
Q3827709 Medicina

Mulher, 41 anos, previamente saudável, apresenta hipertensão arterial de início recente, com valores persistentes em torno de 170–180 x 100–110 mmHg, apesar do início de terapia com um bloqueador de canal de cálcio e um inbidor da ECA.


Refere episódios de sudorese fria, ansiedade intensa súbita, cefaleia pulsátil, e palpitações irregulares, geralmente precipitados por mudança de posição ou durante evacuação. Nega tabagismo, e a função renal é normal. Exames iniciais mostram:


Potássio: 4,3 mEq/L.


Sódio: 140 mEq/L.


Creatinina: 0,7 mg/dL.


TSH: normal.


ECG: extrassístoles supraventriculares frequentes.


Cintilografia de tireoide: normal.



Entretanto, o médico nota que as metanefrinas plasmáticas estão limítrofes e que os episódios hipertensivos são muito irregulares, com períodos de pressão arterial normal entre as crises. A paciente também relata que, há meses, percebe nódulos indolores nos lábios e episódios de diarreia esporádica.


Qual etiologia deve ser fortemente considerada como causa da hipertensão dessa paciente?

Alternativas
Q3827708 Medicina

Mulher, 29 anos, retorna para consulta de seguimento. Sua história médica inclui psoríase e hipertensão mal controlada, mesmo utilizando 3 medicamentos anti-hipertensivos. Ela nega tabagismo. Eletrólitos e função renal estão normais. Exames laboratoriais foram negativos para feocromocitoma.


Considerando a faixa etária e prevalência, qual é a causa mais provável da hipertensão secundária dessa paciente?

Alternativas
Q3827707 Medicina

Mulher, 30 anos, previamente saudável, apresenta fadiga persistente, sensação de “nevoeiro mental” e distúrbios do sono. Também relata que o coração acelera ao ficar de pé, acompanhado de tontura. Não usa medicamentos nem drogas ilícitas. Exames laboratoriais normais, incluindo testes tireoidianos e marcadores cardiovasculares.


Além de uma história clínica completa e exame físico, qual outra ferramenta diagnóstica deve ser considerada precocemente na avaliação dessa paciente?

Alternativas
Q3827706 Medicina

Mulher, 39 anos, procura atendimento com seu médico de atenção primária. Ela relata início de cefaleia aguda há 2 dias, diferente de qualquer cefaleia prévia, sem melhora com paracetamol a cada 6 horas. Além disso, apresenta visão borrada transitória, dispneia leve e pouco apetite. Histórico médico: fenômeno de Raynaud, asma, depressão, refluxo gastroesofágico. Medicações: inalador de albuterol conforme necessidade, omeprazol, sertralina. Exame físico: T 37 ºC; pulso 98; PA 155 × 95 mmHg; FR 15; saturação 93% em ar ambiente.


Encontra-se magra, desconfortável pela dor. Realizou o exame de fundo de olho, que mostrou borramento dos discos ópticos (papiledema). Nos demais exames feitos, tem-se o seguinte: cardiovascular: ritmo regular, sem sopros/atritos; pulmões: estertores inspiratórios finos nas bases. extremidades: edema discreto e pequenas úlceras/erosões digitais nos 2o e 3o dedos.


Ela é encaminhada ao pronto-socorro para tratamento imediato.


Em face do exposto, o medicamento é mais apropriado para essa paciente é:

Alternativas
Q3827705 Medicina

Homem, 56 anos, com história significativa de uso crônico de álcool, múltiplas internações por abstinência alcoólica e vários episódios de pancreatite, apresenta-se com queixas crônicas de múltiplas quedas, dor em queimação em extremidades e fraqueza muscular. Refere piora recente com dispneia em repouso e aos esforços, ortopneia, palpitações e edema bilateral de membros inferiores, há 1–2 meses. Não tem acompanhamento médico há 2 anos. Última ingestão alcoólica foi há cerca de 24 horas. Exame físico: ansioso e agitado. T 37,4 ºC; PA 180/90 mmHg; FC 130 bpm (regular); FR 20; SatO2 96% ambiente. Estertores bibasais, precórdio hiperdinâmico, sem bulhas adicionais. Edema 2+ MMII; sensibilidade diminuída em MMII; marcha instável. Sem alucinações, consciente e orientado.


Realizou EcG, conforme segue:


Q20.png (545×283)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Raio-X: derrames pleurais bilaterais; ECO: câmaras de tamanho normal, função normal, índice cardíaco 5,0 L/min/m2.


Assinale a alternativa que melhor explica os achados cardíacos desse paciente.

Alternativas
Q3827704 Medicina

Homem, 69 anos, tabagista de longa data, chega ao pronto-socorro com dor torácica anterior intensa, em “facada”, acompanhada de diaforese, que o acordou há 2 horas. Ele nega dispneia, mas refere que a dor é contínua, intensa e irradia para dorso e ombros. Histórico: hipertensão de longa data mal controlada; diabetes e doença vascular periférica. Não é aderente às medicações, fuma 1 maço/dia, há 30 anos, e consome álcool regularmente.


Durante o exame físico, a dor diminuiu. Sinais vitais: T 37,1 ºC, FC 110 bpm, PA 180 × 90 mmHg no braço direito e 120 × 63 mmHg no esquerdo, FR 18. Está alerta. ECG: inversão de ondas T em V3–V4.


Realizou-se angiotomografia de tórax, conforme imagem a seguir



Q19.png (505×366)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Diante do exposto, qual é o próximo melhor passo no tratamento?

Alternativas
Q3827703 Medicina

Mulher, 28 anos, portadora de cardiomiopatia hipertrófica não obstrutiva confirmada (ressonância sem obstrução significativa em repouso/provocação). Relata história de síncope inexplicada há 6 meses. Holter 24 h com taquicardia ventricular não sustentada (TVNS). Ressonância com realce tardio difuso >15% da massa ventricular. Espessura septal máxima = 32 mm. FEVE 60%. Sem história pessoal de TV/FV. Cálculo de risco (HCM Risk-SCD) estimado em 7,8% em 5 anos.


Qual é a melhor conduta neste momento para prevenção de morte súbita?

Alternativas
Q3827702 Medicina

Homem, 39 anos, previamente hígido, apresenta episódio de síncope noturna enquanto dormia, presenciada pela esposa que tentou acordá-lo, sem sucesso. História familiar revela morte súbita em um primo de primeiro grau, aos 28 anos.


ECG basal:


Q17_1.png (620×267)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Foi realizado teste farmacológico com ajmalina, que desencadeou o ECG a seguir:


Q17_2.png (621×301)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Holter 24 h: extrassístoles ventriculares esparsas, sem TVNS. Ecodopplercardiograma e ressonância cardíaca sem alterações estruturais. O paciente relata febre recente (39 ºC), 2 dias antes do evento.


Qual é a conduta mais apropriada nesse momento para prevenção de morte súbita? 

Alternativas
Q3827701 Medicina

Homem, 42 anos, previamente hígido, é avaliado após episódio de síncope durante exercício moderado. Não faz uso de medicações. Antecedentes familiares: irmão falecido subitamente aos 29 anos, sem causa definida.


Exames complementares:



•  ECG basal: ondas T negativas profundas em V1–V3, QRS normal.


•  Holter 24 h: extrassístoles ventriculares frequentes com morfologia de BRE e eixo superior, além de 2 episódios de TVNS (máximo 9 batimentos).


•  Ecocardiograma transtorácico: função ventricular direita discretamente reduzida, aneurisma focal em parede anterior do VD.


•  Ressonância magnética cardíaca (CMR): realce tardio fibroadiposo no VD subtricuspídeo e região infundibular anterior.


•  Testes laboratoriais normais. Não há doença arterial coronariana.



Qual é a conduta mais apropriada para prevenção de morte súbita nesse paciente?

Alternativas
Q3827700 Medicina

Homem, 68 anos, portador de insuficiência cardíaca direita por hipertensão pulmonar e insuficiência tricúspide funcional grave, interna por distensão abdominal e edema. Exame Físico: turgência jugular a 45º; refluxo hepatojugular positivo; hepatomegalia dolorosa e ascite moderada. Exames laboratoriais: AST 52 U/L; ALT 58 U/L; FA 180 U/L; GGT 220 U/L; bilirrubina total 2,1 mg/dL (direta 1,1); albumina 3,2 g/dL; INR 1,4, BNP 1450 pg/mL. US-Doppler: veia cava inferior dilatada e pouco colabável; veias hepáticas com fluxo reverso sistólico/pulsátil; portal com marcada pulsatilidade. Paracentese diagnóstica: SAAG = 1,4 g/dL; proteína do líquido ascítico = 3,5 g/dL; cultura negativa.


Qual é a conduta prioritária para abordar a disfunção hepática desse paciente?

Alternativas
Q3827699 Medicina

Homem, 69 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE 30%), hipertensão e DRC estágio 3b (TFG 38 mL/min/1,73m2 ), é internado por dispneia progressiva, ortopneia e ganho de 4 kg em 10 dias. Ao exame: crepitações bibasais, turgência jugular a 45º, edema em membros inferiores ++/4+. PA: 108 × 68 mmHg; FC: 84 bpm; SatO2 : 94% AA. Exames: ureia 85 mg/dL; creatinina 2,0 mg/dL (prévia 1,4 mg/dL); Na+135 mEq/L; K+ 4,6 mEq/L; BNP 1560 pg/mL. Ecocardiograma: FEVE 30%, volume diastólico final VE aumentado; VD preservado.


Durante o manejo, o paciente evolui com redução da diurese, mesmo após infusão de furosemida EV em altas doses.


Com base nos mecanismos da síndrome cardiorrenal tipo 1, qual é a conduta mais adequada?

Alternativas
Q3827698 Medicina

Homem, 58 anos, teve infarto agudo do miocárdio há 4 meses, quando foi realizada angioplastia primária de DA. Segue assintomático, sem insuficiência cardíaca. Medicação: atorvastatina 80 mg/dia; ezetimiba 10 mg/dia; AAS 100 mg/dia; ticagrelor 90 mg 12/12 h; dapagliflozina 10 mg. Exames recentes: LDL-C 68 mg/dL; PCR ultrassensível 3,2 mg/L; Lp(a) 180 nmol/L (normal até 72 mg/dL); TFG 74 mL/min/1,73 m2; TGO/TGP normais; IMC 28 kg/m2; PA 124 × 76 mmHg.


De acordo com as diretrizes de prevenção secundária mais atuais, qual é o próximo passo prioritário para reduzir risco residual aterotrombótico neste momento?

Alternativas
Q3827697 Medicina

Homem, 58 anos, assintomático, hipertenso controlado, não diabético, não tabagista. Exames: LDL-C 118 mg/dL, HDL-C 47 mg/dL, TG 160 mg/dL, PA média 126 × 78 mmHg, IMC 27 kg/m² . Estratificação inicial: SCORE2 = 5,8% (10 anos, risco moderado) e PREVENT-ASCVD = 7,6% (10 anos, risco intermediário). Solicita-se escore de cálcio coronariano (CAC): Agatston = 230 (percentil 85 para idade/sexo).


Em face do exposto, a conduta mais adequada é:

Alternativas
Q3827696 Medicina

Homem, 54 anos, tabagista (20 maços/ano), hipertenso controlado com losartana e com histórico familiar de infarto precoce (pai aos 52 anos), procura avaliação preventiva.


Exames laboratoriais recentes:


•  LDL-colesterol: 146 mg/dL.


•  HDL-colesterol: 45 mg/dL.


•  Triglicerídeos: 180 mg/dL.


•  Glicemia de jejum: 96 mg/dL.


•  Pressão arterial média: 126 × 78 mmHg.


•  IMC: 27 kg/m2 .


•  Sem diabetes ou doença cardiovascular estabelecida.


O escore de risco cardiovascular calculado indica risco alto (≥10% em 10 anos).


De acordo com as diretrizes mais atuais de prevenção cardiovascular, qual é a conduta mais adequada nesse caso?

Alternativas
Respostas
281: C
282: C
283: B
284: D
285: C
286: A
287: A
288: D
289: C
290: B
291: B
292: B
293: C
294: C
295: C
296: B
297: B
298: A
299: D
300: D