Questões de Concurso
Para trt - 2ª região (sp)
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Uma primitiva importante dos diagramas de ..I... é a troca de mensagem, como na figura acima, que ilustra a troca de mensagens entre objetos e entre atores e objetos. Estas mensagens, utilizadas para indicar interação ou comunicação, podem ter diferentes significados:
- Chamada: significa que um objeto está solicitando a execução de ...II.... de um outro objeto. Para isso, é necessário que ele seja declarado como público ..III...... correspondente.
- Ocorrência de Evento: um evento é algum acontecimento externo ao software, mas que é a ele notificado, pois lhe diz respeito. Exemplos são as saídas para dispositivos (como disco ou monitor) feitos através de serviços do sistema operacional. Esta é a forma padrão de interação entre ...IV..... .
As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas em:
I. Seu objetivo é criar um “código limpo que funcione”. Trabalha com a estratégia Red - Green - Refactor:
- Codifique o teste;
- Faça-o compilar e executar. O teste não deve passar (Red).
- Implemente o requisito e faça o teste passar (Green).
- Refatore o código (Refactor).
II. Suas práticas, regras e valores garantem um agradável ambiente de desenvolvimento de software para os seus seguidores, que são conduzidos pelos princípios básicos:
- Comunicação - manter o melhor relacionamento possível entre clientes e desenvolvedores, preferindo conversas pessoais a outros meios de comunicação;
- Simplicidade - implementar apenas requisitos atuais, evitando adicionar funcionalidades que podem ser importantes somente no futuro;
- Feedback - o desenvolvedor terá informações constantes do cliente e do código, em que testes constantes indicam os erros tanto individuais quanto do software integrado;
- Coragem - encorajar as pessoas que não possuem facilidade de comunicação e bom relacionamento interpessoal, encorajar a equipe a experimentar e buscar novas soluções, além de encorajar a obtenção de feedback do cliente.
III. Objetiva capturar os critérios de aceitação para as funcionalidades em desenvolvimento. Trabalha com as seguintes etapas:
- Discutir (Discuss): discussão colaborativa com a equipe visando elicitar os critérios de aceitação.
- Refinar (Distill): refinamento dos critérios de aceitação em um conjunto concreto de cenários/exemplos de uso descrevendo o comportamento esperado da aplicação em uma linguagem comum a todos os membros da equipe.
- Desenvolver (Develop): transformação dos testes de aceitação (descrevendo o comportamento esperado do software) em testes/especificação automatizados.
IV. Suas práticas incluem:
- Envolver as partes interessadas no processo através de Outside-in Development.
- Usar exemplos para descrever o comportamento de uma aplicação ou unidades de código.
- Automatizar os exemplos para prover um feedback rápido e testes de regressão.
- Usar o verbo deve (should) ao descrever o comportamento de software para ajudar a esclarecer responsabilidades e permitir que funcionalidades sejam questionadas.
- Usar dublês de teste (mocks, stubs, fakes, dummies, spies) para auxiliar na colaboração entre módulos e códigos que ainda não foram escritos.
Os processos ágeis I, II, III e IV são, correta e respectivamente, denominados:
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
I. No 1° parágrafo, a menção a Beethoven e a fanfarra de colégio ilustra bem a disposição do autor em colocar lado a lado manifestações artísticas de valor equivalente.
II. No 2° parágrafo, o termo despoticamente qualifica o modo pelo qual alguns interlocutores dispõem-se a desenvolver uma polêmica.
III. No 3° parágrafo, a expressão servidão ao capricho realça a acomodação de quem não se dispõe a enfrentar a argumentação crítica.
Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Considerando o ciclo de vida do projeto e as informações do gráfico, é INCORRETO afirmar:
(0) Gerenciamento de processos não aplicado.
( ) Processos seguem um caminho padrão.
( ) Processos são documentados e comunicados.
( ) Boas práticas são seguidas e automatizadas.
( ) Processos são ad hoc e desorganizados.
( ) Processos são monitorados e medidos.
Nas definições acima, a escala 0 já foi associada à sua definição. As associações subsequentes e respectivas dos valores da escala apresentados são:
I. Metodologia para usar centrais de serviço e grupos de suporte para prover serviços em regime 24/7 de forma transparente. Chamadas, incidentes, problemas e requisições de serviço são encaminhados entre os grupos que estão em diferentes fusos horários.
II. Divide-se nas etapas de detecção, diagnóstico, reparo, recuperação e restauração do incidente. É usado para ajudar a entender todas as contribuições ao impacto de incidentes e a como planejar para que sejam controladas ou reduzidas.
III. Categoria usada para identificar a importância relativa de um incidente, problema ou mudança. É usada para identificar os tempos requeridos para que ações adequadas sejam tomadas. Por exemplo, o acordo de nível de serviço pode afirmar que incidentes devem ser resolvidos em até 12 horas.
IV. Parte do processo de gerenciamento de problema e seu o objetivo é identificar problemas que, de outra maneira, poderiam permanecer não identificados. Analisa registros de incidentes e dados coletados por outros processos do gerenciamento de serviço de TI para identificar tendências ou problemas significativos.
V. Tempo acordado e periódico em que as mudanças ou liberações são implementadas com o mínimo impacto nos serviços. São normalmente documentadas em acordos de nível de serviço.
Os itens de I a V correspondem, correta e respectivamente, a:
I. normalmente não permitem que usuários que não tenham autorização acessem a parte da rede que está sob proteção.
II. proibem que serviços potencialmente vulneráveis entrem ou saiam da rede e oferecem um local para monitorar eventos relacionados à segurança.
III. não permitem que arquivos infectados por malwares sejam transferidos para dentro ou para fora da rede.
IV. não permitem que colaboradores ajudem pessoas externas à organização a invadir a rede.
Está correto o que consta APENAS em
1. Uma declaração do comprometimento da direção, apoiando as metas e princípios da segurança da informação, alinhada com os objetivos e estratégias do negócio.
2. Uma estrutura para estabelecer os objetivos de controle e os controles, incluindo a estrutura de análise/avaliação e gerenciamento de risco.
3. Definição das responsabilidades gerais e específicas na gestão da segurança da informação, incluindo o registro dos incidentes de segurança da informação.
O documento citado no texto é
Grupo A:
I. Uma nova conta de usuário com o mesmo nome que a conta de usuário anteriormente excluída ASSUME automaticamente as permissões e os membros de grupo da conta excluída anteriormente.
II. Uma nova conta de usuário com o mesmo nome que a conta de usuário anteriormente excluída NÃO ASSUME automaticamente as permissões e os membros de grupo da conta excluída anteriormente.
Grupo B:
1. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é compartilhada. Todos os membros e permissões são recriados automaticamente.
2. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é redirecionada para a nova conta. Todos os membros e permissões são recriados automaticamente quando a redireção é efetuada.
3. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é exclusiva. Para duplicar uma conta de usuário excluída, todos os membros e permissões devem ser recriados manualmente.
Dentre as afirmações efetuadas no Grupo A e no Grupo B, a combinação que resulta em uma afirmação correta é expressa em
I. O modelo de serviço do Diretório LDAP é baseado em entradas. Uma entrada é um conjunto de atributos referenciada através de um nome distinto (DN). O DN é usado para referenciar uma entrada de forma não ambígua. Cada um dos atributos de entrada tem um tipo e um ou mais valores.
II. O LDAP define operações para consultar e atualizar o Diretório. Operações são fornecidas para adição e remoção de uma entrada do Diretório, modificação de uma entrada existente e modificação do nome de uma entrada. A operação LDAP de busca é efetuada por meio de busca binária e sempre descende da raiz até o nós de pesquisa, não efetuando, desse modo, a pesquisa de, apenas um ramo.
III. No LDAP, entradas de Diretório são organizadas em uma hierarquia de árvore invertida, semelhante em alguns aspectos à organização do DNS. A estrutura desta árvore geralmente reflete limites políticos, geográficos e/ou organizacionais. O nó mais alto (raiz) é tipicamente o componente nome de domínio de uma companhia, estado ou organização.
Está correto o que consta APENAS em