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Q3522100 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
De acordo com o texto, o “falante apavorado” é aquele que: 
Alternativas
Q3522099 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
O texto propõe uma reflexão baseada no impasse entre:
Alternativas
Q3522098 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
Tendo em vista sua composição, estrutura e finalidade comunicativa, o texto lido é predominantemente:
Alternativas
Q3522097 Português
Por que se apavora o falante apavorado?


Escrevendo profissionalmente sobre a língua portuguesa brasileira já faz um quarto de século, esbarrei muitas vezes com a figura do falante apavorado.

O falante apavorado trata a língua como se ela fosse uma cristaleira cara que, herdada dos avós, decora o salão onde seus filhos jogam futebol. Vive em sobressalto, o coitado, à espera do chute forte que vai estilhaçar seu tesouro.

Um elitismo confuso, misturado a bastante ignorância linguística, pode até levá-lo a mover uma acusação de lusocídio contra quem escreve brasilidades como “Se oriente, rapaz” ou “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

Imagino que sejam uma minoria pequena, mas não sei. O fato é que de vez em quando um deles me acusa de ser um vândalo que ensina a fuzilar a concordância e a escrever gato com jota.

Embora a acusação seja vazia, não vou negar que magoa um pouco. Logo eu, pô, que desde pequeno arrasto uma asa bandeirosa pela tal de língua portuguesa.

Eu que decorei poemas ribombantes para recitar na escola, bestificado com a sinfonia das palavras, e nunca mais os esqueci – embora tenha renegado aquilo um milhão de vezes pela vida.

Sempre que trato da atualização normativa do português brasileiro, tarefa cívica para a qual nossa linguística está madura, vem um falante apavorado me chamar de destruidor do idioma.

Você aponta alguma aresta que pode ser aparada na relação entre uma norma culta idealizada e a norma culta praticada de fato no país. Sugestão, pensando bem, bastante modesta.

Um exemplo da semana passada: minha crítica à regra brasileira de separar, por escrito, preposição e artigo em frases como “a hora de a onça beber água” ou “o fato de a noite ser fria”.

A regra é besta, mas merece mais algumas palavras. Mesmo relativizada por nossos melhores gramáticos tradicionais, perdura nos meios editoriais, jurídicos, acadêmicos e jornalísticos do país.

Não é que seja especialmente idiota – embora seja um pouco – escrever “de o” em vez de contraí-lo em “do”, como fazemos todos os lusófonos ao falar. Idiota mesmo é afirmar que só pode ser assim.

Ah, mas não tem como ser diferente, se apavora ainda mais o falante apavorado. Diz ele que o fato da (opa) onça ser sujeito de uma nova oração impede a contração. Por quê? Não faz sentido. A onça não deixa de sentir sede porque alguém juntou duas palavras.

Os portugueses não perdem tempo com isso. Eu sei, nós não ligamos para o que os portugueses pensam da nossa língua. Só que neste caso eles têm razão.

Num idioma saudável, pruridos pedantes como esse não são base legítima para um divórcio tão desastroso e desnecessário entre forma e expressão.

O conservadorismo do falante apavorado é mais político do que linguístico. É preciso haver marcas, selos, carimbos para separar os falantes do alto e os falantes do baixo português. Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?

Passou da hora da gente se livrar de entulhos como esse, tornando nosso português escrito menos hostil aos milhões de brasileiros que lutam para dominá-lo nos bancos escolares.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025.)
Observe o trecho: “Nada melhor para isso do que certas pegadinhas, confere?” (15º§). Em termos gerais, “pegadinha” é um artifício para enganar ou induzir alguém ao erro. Segundo o texto, considerando essa definição e as finalidades de “certas pegadinhas”, assinale a alternativa cujo enunciado obedece a uma regra gramatical considerada “pegadinha” pelo autor. 
Alternativas
Q3520406 Direito Digital
L. M. acabou de se aposentar e, mesmo antes de receber os documentos ou avisos legais de sua aposentadoria, começou a receber inúmeras propostas de empréstimos e operações financeiras, com dados pessoais e referentes à sua situação, os quais ela mesma ainda não tinha acesso. Notadamente, percebeu-se uma quebra de sigilo e privacidade em relação à sua situação. É indiscutível que atualmente a privacidade na internet ou em qualquer âmbito é um assunto polêmico. Existem muitas vantagens nas facilidades da tecnologia, mas, em contrapartida, há alguns reveses. Nesse contexto, é correto afirmar que, em termos legais:
Alternativas
Q3520405 Saúde Pública

Existe a necessidade de uma maior efetividade das políticas públicas de educação sexual, pois adolescentes estão muito propensos às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) no Brasil. De 2011 a 2021, os casos de sífilis aumentaram 800%, conforme notificações do Ministério da Saúde. Na faixa etária de 15 e 19 anos, foi ainda mais alarmante: subiu 1.109%, com predomínio das mulheres, alerta pesquisa de estudantes de medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB).


(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/. Acesso em: junho de 2025.)



O aumento dos casos de ISTs entre jovens é atribuído a fatores interligados, tais como comportamentos de risco, falta de educação sexual, falsa sensação de segurança e até uso de drogas. É correto afirmar que tais doenças:  

Alternativas
Q3520404 Atualidades

Cúpula do BRICS no Rio: o que se sabe sobre o encontro que reunirá chefes de Estado no MAM



Sete meses depois do G20, o Rio recebe a Cúpula do BRICS no Museu de Arte Moderna, no Aterro do Flamengo. Trata-se do encontro mais importante do bloco em 2025, reunindo chefes de Estado, chanceleres e assessores de alto nível dos países-membros, o que provoca uma série de medidas de segurança e logística. O Aeroporto Santos Dumont será fechado e o governo decretou Garantia da Lei e da Ordem (GLO).


(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)



A cúpula do BRICS se refere às reuniões anuais de alto nível dos líderes dos países-membros do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Sobre o principal evento do grupo, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3520403 Atualidades

Portugal endurece regras para cidadania e imigração no país



Propostas de alterações foram feitas recentemente e devem ser encaminhadas ao Parlamento para serem aprovadas. O governo de Portugal aprovou, em reunião do Conselho de Ministros, medidas mais rígidas para quem deseja morar, trabalhar ou tornar-se cidadão português. As propostas de alterações nas Leis da Cidadania e de Estrangeiros deverão ser encaminhadas ao Parlamento para aprovação. Entre as mudanças, Portugal irá dobrar de cinco para dez anos o tempo de residência legal no país como requisito para o pedido de cidadania por naturalização.


(Disponível em: https://www.mpmt.mp.br/portalcao/. Acesso em: junho de 2025.)



Tendo em vista o período anterior às medidas propostas no excerto, o brasileiro M.S., 25 anos, pretende viajar para Portugal, apenas a passeio, sem pretensão de se instalar para morar permanentemente. Dessa forma, M.S. terá que providenciar: 

Alternativas
Q3520402 Meio Ambiente
Por determinação de órgãos públicos, foi autorizada a instalação de um aterro sanitário em determinado município. A previsão é que esse aterro seja construído em uma área fronteiriça a uma comunidade onde a população já enfrenta dificuldades socioeconômicas e acesso limitado a serviços básicos. Considerando o caso hipotético, a instalação de um aterro sanitário próximo a uma comunidade:
Alternativas
Q3520401 Direitos Humanos

Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu como será a nova distribuição das vagas por cotas raciais em concursos públicos. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, e regulamenta a lei federal sancionada no início do mês, que ampliou para 30% a reserva de vagas em seleções oficiais. De acordo com o decreto, 25% das vagas serão reservadas para pessoas pretas e pardas, 3% para indígenas e 2% para quilombolas. Essa regra será válida para concursos e seleções públicas em órgãos da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.


(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/. Acesso em: junho de 2025.)



Considerando o exposto, o sistema de cotas raciais no Brasil:

Alternativas
Q3520400 Saúde Pública

A cólera é endêmica no Sudão



Pelo menos 172 pessoas morreram de cólera em apenas uma semana no Sudão, um país devastado pela guerra, e 2.700 infecções foram registradas no mesmo período, informou o Ministério da Saúde. Do total de casos, 90% foram registados na capital Cartum, onde o fornecimento de água e eletricidade foi severamente interrompido nas últimas semanas devido a ataques de drones, informou o ministério em um comunicado. Também foram registrados casos no sul, centro e norte do país, imerso em uma guerra desde abril de 2023. A cólera é endêmica no Sudão, mas os surtos se tornaram mais frequentes desde a eclosão do conflito, que devastou as já frágeis infraestruturas de saneamento e saúde.


(Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/mundo/. Acesso em: junho de 2025.)




A cólera é uma doença infecciosa intestinal aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae. No Brasil, a cólera já causou muitos transtornos, sendo que:

Alternativas
Q3520399 Pedagogia
Os menores K. e I., pertencentes a determinada tribo indígena no Brasil, aprendem português e ciência ocidental, mas também língua e saberes ancestrais. Seus professores são indígenas – e lecionam com elementos da floresta. Recolhem, às vezes, folhas, gravetos e pedras que poderão ser usados para a aula da manhã seguinte. Os materiais são importantes para a professora M., 25 anos, ensinar numerais e quantidades para os alunos. Considerando o caso hipotético, esse tipo de ensino ao qual essas crianças têm acesso: 
Alternativas
Q3520398 Conhecimentos Gerais

Dia mundial do fusca


O fusca foi produzido por duas vezes no Brasil, e teve três gerações até sair de cena, em 2019. Com mais de 3 milhões de vendas só no Brasil, o fusca é um carro que tem muito a comemorar. São tantas datas que tem gente que até se confunde. Em janeiro, o modelo celebra o dia nacional. O dia mundial do fusca, em 22 de junho, foi instituído em 1995, há exatos 30 anos. A data é fruto da sugestão do colecionador brasileiro Alexander Gromow. Quando o modelo da VW foi eleito o carro do século, Gromow fez uma campanha mundial para que esse dia fosse comemorado como o dia mundial do Fusca. O objetivo era homenagear a história e a longevidade do veículo.


(Disponível em: https://www.terra.com.br/mobilidade/carros/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)



Em 22 de junho de 1934, foi dado o start para a criação do “carro do povo” – palavras que vêm do alemão: volks (povo) e wagen (veículo). O desenvolvimento do fusca começou devido a(à):

Alternativas
Q3520397 Meio Ambiente

Ibama concede primeira licença prévia para projeto de eólica offshore no Brasil


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a primeira licença prévia de um projeto de eólica offshore – tipo de energia gerada por meio da instalação de parques eólicos em alto-mar – no país. Isso significa que o órgão atestou a viabilidade ambiental do projeto na fase de planejamento, condicionada ao cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Ibama para as próximas etapas do licenciamento.


(Disponível em: https://g1.globo.com/economia/. Acesso em: junho de 2025)



O Brasil possui um grande potencial para a energia eólica offshore, devido aos seus extensos litorais e ventos favoráveis. Projetos de energia eólica offshore estão sendo desenvolvidos e avaliados, com o objetivo de diversificar a matriz energética e impulsionar a transição para energias renováveis. Esse tipo de energia, especificamente:

Alternativas
Q3520396 Sistemas Operacionais
Texto para responder à questão.


O que é um Sistema Operacional?

Os sistemas operacionais estão presentes em quase todas as tecnologias modernas: de computadores pessoais e servidores a celulares, automóveis e eletrodomésticos. Mesmo que muitas vezes passem despercebidos, esses sistemas são fun- damentais para o funcionamento dos dispositivos digitais.

Um sistema operacional, ou simplesmente SO, é um conjunto de programas que atua como intermediário entre os usuários e o hardware do computador. Sua função principal é facilitar o uso dos recursos físicos da máquina — como processador, memória, dispositivos de entrada e saída — e oferecer uma plataforma para a execução de programas. Ao fazer isso, ele se comporta como uma camada de abstração: o usuário não precisa lidar diretamente com detalhes técnicos do funcionamento do computador, como códigos de máquina ou controle direto de dispositivos.

Dentre as funções mais importantes do SO, destacam-se o gerenciamento de processos (ou tarefas), que organiza a execução de múltiplos programas ao mesmo tempo; o gerenciamento da memória, que garante que cada aplicação utilize uma área segura e isolada; e a gerência de arquivos, que possibilita salvar, acessar e proteger informações armazenadas.

No sistema operacional Windows, todas essas funções estão presentes e organizadas de maneira visual para facilitar o acesso do usuário. O Windows, por exemplo, permite ao usuário alternar entre janelas de diferentes programas, acessar e controlar arquivos por meio do Explorador de Arquivos e usar a memória de forma controlada por trás das ações executadas. A lógica de funcionamento do Windows, portanto, é uma aplicação direta dos conceitos básicos de qualquer sistema operacional.

(MAZIERO, Carlos A. Sistemas operacionais: conceitos e mecanismos. Curitiba: UTFPR, 2020. Disponível em: https://wiki.inf.ufpr.br/maziero/livro.pdf. Acesso em: julho de 2025.)
Sobre as funções desempenhadas pelo sistema operacional Windows, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3520395 Sistemas Operacionais
Texto para responder à questão.


O que é um Sistema Operacional?

Os sistemas operacionais estão presentes em quase todas as tecnologias modernas: de computadores pessoais e servidores a celulares, automóveis e eletrodomésticos. Mesmo que muitas vezes passem despercebidos, esses sistemas são fun- damentais para o funcionamento dos dispositivos digitais.

Um sistema operacional, ou simplesmente SO, é um conjunto de programas que atua como intermediário entre os usuários e o hardware do computador. Sua função principal é facilitar o uso dos recursos físicos da máquina — como processador, memória, dispositivos de entrada e saída — e oferecer uma plataforma para a execução de programas. Ao fazer isso, ele se comporta como uma camada de abstração: o usuário não precisa lidar diretamente com detalhes técnicos do funcionamento do computador, como códigos de máquina ou controle direto de dispositivos.

Dentre as funções mais importantes do SO, destacam-se o gerenciamento de processos (ou tarefas), que organiza a execução de múltiplos programas ao mesmo tempo; o gerenciamento da memória, que garante que cada aplicação utilize uma área segura e isolada; e a gerência de arquivos, que possibilita salvar, acessar e proteger informações armazenadas.

No sistema operacional Windows, todas essas funções estão presentes e organizadas de maneira visual para facilitar o acesso do usuário. O Windows, por exemplo, permite ao usuário alternar entre janelas de diferentes programas, acessar e controlar arquivos por meio do Explorador de Arquivos e usar a memória de forma controlada por trás das ações executadas. A lógica de funcionamento do Windows, portanto, é uma aplicação direta dos conceitos básicos de qualquer sistema operacional.

(MAZIERO, Carlos A. Sistemas operacionais: conceitos e mecanismos. Curitiba: UTFPR, 2020. Disponível em: https://wiki.inf.ufpr.br/maziero/livro.pdf. Acesso em: julho de 2025.)

Complete as lacunas a seguir.




I. O sistema operacional age como um(a) ________ entre o hardware e o usuário.


II. Um(a) ________ é um programa em execução, que utiliza recursos do sistema.


III. O sistema Windows permite múltiplas janelas ativas, caracterizando a função de ________.


IV. Para acessar pastas e arquivos no Windows, utiliza-se o gerenciador de ________. 




Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.

Alternativas
Q3520394 Sistemas Operacionais
Texto para responder à questão.


O que é um Sistema Operacional?

Os sistemas operacionais estão presentes em quase todas as tecnologias modernas: de computadores pessoais e servidores a celulares, automóveis e eletrodomésticos. Mesmo que muitas vezes passem despercebidos, esses sistemas são fun- damentais para o funcionamento dos dispositivos digitais.

Um sistema operacional, ou simplesmente SO, é um conjunto de programas que atua como intermediário entre os usuários e o hardware do computador. Sua função principal é facilitar o uso dos recursos físicos da máquina — como processador, memória, dispositivos de entrada e saída — e oferecer uma plataforma para a execução de programas. Ao fazer isso, ele se comporta como uma camada de abstração: o usuário não precisa lidar diretamente com detalhes técnicos do funcionamento do computador, como códigos de máquina ou controle direto de dispositivos.

Dentre as funções mais importantes do SO, destacam-se o gerenciamento de processos (ou tarefas), que organiza a execução de múltiplos programas ao mesmo tempo; o gerenciamento da memória, que garante que cada aplicação utilize uma área segura e isolada; e a gerência de arquivos, que possibilita salvar, acessar e proteger informações armazenadas.

No sistema operacional Windows, todas essas funções estão presentes e organizadas de maneira visual para facilitar o acesso do usuário. O Windows, por exemplo, permite ao usuário alternar entre janelas de diferentes programas, acessar e controlar arquivos por meio do Explorador de Arquivos e usar a memória de forma controlada por trás das ações executadas. A lógica de funcionamento do Windows, portanto, é uma aplicação direta dos conceitos básicos de qualquer sistema operacional.

(MAZIERO, Carlos A. Sistemas operacionais: conceitos e mecanismos. Curitiba: UTFPR, 2020. Disponível em: https://wiki.inf.ufpr.br/maziero/livro.pdf. Acesso em: julho de 2025.)
Em relação ao papel dos sistemas operacionais e à forma como o Windows os implementa, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3520393 Noções de Informática
Considere uma tabela com as seguintes colunas: “Nome”, “Dias em atraso” (numérico) e “Prioridade”. O gestor do setor responsável deseja destacar, em vermelho, todas as linhas cujo campo “Dias em atraso” seja maior que 5 e o valor na coluna “Prioridade” seja “Alta”. Além disso, ele precisa filtrar apenas esses itens. Nesse contexto, qual é a regra de formatação condicional correta e o procedimento mais adequado? 
Alternativas
Q3520392 Noções de Informática

Considere que uma planilha registra os valores de despesas mensais e seus respectivos status de aprovação (APROVADO ou REJEITADO). Na célula C2 foi digitada a seguinte fórmula:


=SE(E(A2>1000;B2="APROVADO");"LIBERAR";"AGUARDAR")


Tendo em vista que a fórmula deve ser copiada até C12, em qual situação a célula mostrará “LIBERAR”?

Alternativas
Q3520391 Redes de Computadores
Determinado assistente administrativo utiliza, diariamente, sistemas on-line para protocolar documentos, emitir relatórios e acessar portais institucionais. Em um dia de trabalho, ao tentar acessar o sistema de protocolo eletrônico da organização pelo navegador, a página não carregou corretamente, exibindo a mensagem: “Erro na conexão com o servidor”. Sabendo que esse sistema opera via internet, qual protocolo de rede, na camada de aplicação do TCP/IP, é o responsável pela transferência de páginas web entre seu navegador (cliente) e o servidor onde o sistema está hospedado? 
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: D
144: B
145: A
146: C
147: A
148: B
149: A
150: B
151: A
152: C
153: D
154: A
155: D
156: C
157: D
158: D
159: D
160: B