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I. A economia do estado de Rondônia tem como principais atividades a agricultura, a pecuária, a indústria alimentícia e o extrativismo vegetal e mineral.
II. A economia do estado de Rondônia tem como principais atividades a agricultura, a pecuária, a indústria alimentícia, o extrativismo vegetal e mineral e extração de petróleo.
III. O estado de Rondônia destaca-se na produção de café, cacau, feijão, milho, soja, arroz e mandioca.
Está (ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
“Cerca de 66% da superfície do território se encontram entre 100 e 300 m de altitude; 30%, entre 300 e 800 m; e 4%, abaixo de 100 m. Três unidades compõem o quadro morfológico: o Planalto Cristalino, o Chapadão e a Planície Aluvial."
Disponível em: < pt.wikipedia.org/wiki/Rondônia>
Considerando essas informações e seus conhecimentos sobre o relevo de Rondônia, é correto
Um fato histórico ligado ao nome do Marechal Rondon no estado de Rondônia foi a(o):
(CASTRO, Arnaldo Alves de. Crescimento da Economia do Estado de
Rondônia movimentada através do Porto Graneleiro de Porto Velho.)
A partir das informações contidas no texto acima pode-se concluir que:
I. O Porto Graneleiro de Rondônia não tem influência em seu aspecto econômico.
II. O Porto Graneleiro de Rondônia está diretamente ligado ao crescimento econômico de Rondônia.
III. O Porto Graneleiro de Rondônia influencia no aumento do número de empregos no Estado.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativas(s)
Uma atividade econômica extrativista, já praticada no leito do rio Madeira,foi a:
Qual valor do capital investido ?
Jorge fez uma compra no valor de R$ 4.000,00, como não possuía o valor total em dinheiro, pagou 1/4 do valorem dinheiro, à vista, e o restante a prazo.
Qual o valor total gasto por ele com a compra?
Qual foi o lucro total de Hugo, depois das duas aplicações.
Qual o número de auxiliares de serviços gerais realizaria a mesma tarefa em 40% desse tempo?
Qual o valor total recebido por Maria pelos dias trabalhados no mês de maio de 2015, se ela não teve nenhuma falta?
Maio
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
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Adriano recolheu e vendeu 2.800 latinhas em um final de semana.
O valor total recebido por ele foi:
Produto Valor unitário Quantidade
Vassoura R$ 11.00 10
Rodo R$ 7,00 5
Pá R$ 6.00 5
Pano alveiado R$ 2,50 X
Se ele gastou R$ 225,00 com essa compra, qual a quantidade de panos alvejados comprados?
Maio
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
2431 25 26 27 28 29 30
Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.
Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga*, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.
CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas.
Rio de Janeiro.Ed.Civilização Brasileira, 1977.
Celga*: uma hortaliça, também chamada de acelga.
Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.
Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga*, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.
CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas.
Rio de Janeiro.Ed.Civilização Brasileira, 1977.
Celga*: uma hortaliça, também chamada de acelga.
Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.
Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga*, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.
CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas.
Rio de Janeiro.Ed.Civilização Brasileira, 1977.
Celga*: uma hortaliça, também chamada de acelga.