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Para se medir a diretividade de um acoplador direcional como o mostrado na figura, quando uma das portas está casada, é suficiente realizar o seguinte procedimento: medir a perda de potência entre a porta principal e a porta acoplada; inverter as conexões da linha principal; nessa nova conexão, medir novamente a perda entre a porta principal e a porta acoplada; a diferença entre essas duas medidas, em dB, é a diretividade.
A diretividade de um acoplador direcional é afetada pelo casamento de impedâncias na terminação da porta isolada. O acoplador direcional na situação ilustrada na figura deve ter uma de suas portas casadas e, portanto, pode apresentar desempenho superior ao acoplador de quatro portas.
A medida será mais precisa se o controle automático de nível interno ou externo do gerador de varredura, realizado por meio de elo de realimentação, for ativado.
O acoplador direcional mostrado na montagem é necessário para se corrigir os níveis de potência entre o gerador de varredura e o analisador de redes.
Para se medir corretamente a perda de retorno do dispositivo sob teste (DUT), deve-se realizar o seguinte procedimento: conectar diretamente o detector canal B na porta ➁ do acoplador direcional e calibrar o analisador de redes no nível de referência 0 dB; inserir o DUT na posição mostrada na figura; a medida verificada no analisador após essa conexão representa a perda de retorno do DUT.
Circuitos de micro-ondas de duas portas sem perdas podem ser avaliados por medidas de reflectometria.
O conhecimento dos parâmetros S11 e S22 especificam completamente o quadripolo, se este for linear, passivo e sem perdas.
Na situação de um quadripolo linear passivo, que não apresente perdas e seja recíproco, é correto afirmar que S12 = S21.
Caso o valor medido de S11, em módulo, seja igual a 0,1, a perda de retorno na porta 1 será de 10 dB, considerando que tenham sido satisfeitas as condições normais para obtenção desse parâmetro.
Caso o valor medido de S21, em módulo, seja igual a 0,5, a perda de inserção, no quadripolo apresentado, será de 3 dB, desde que sejam satisfeitas as condições normais para obtenção desse parâmetro.
O parâmetro S12 corresponde ao coeficiente de transmissão entre a porta 1 e a porta 2 com a porta 1 casada.
O parâmetro S11 corresponde ao coeficiente de reflexão na porta 1 com a porta 2 em curto-circuito.
Sem o uso de qualquer codificação de canal, para diminuir a BER de 10–2 para 10–3 na saída do demodulador QPSK, seria preciso aumentar a razão sinal-ruído C/N na entrada desse demodulador em mais de 2 dB.
Caso a modulação utilizada seja a 8-PSK, a taxa de bits bruta suportada pelo sistema pode ser 3/2 vezes maior que a taxa de bits bruta que seria suportada com a modulação QPSK, contudo o sinal 8-PSK pode exigir, na entrada do demodulador, uma potência média maior que 2 vezes a potência média requerida para o sinal QPSK.
Caso o sistema implemente a técnica QPSK, a razão sinal- ruído — C/N — requerida na entrada do referido demodulador poderia ser menor que 5 dB.


