Questões de Concurso
Para cade
Foram encontradas 449 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A função fiscalizatória exercida pelos tribunais de contas dos estados inclui-se entre as hipóteses de controle do Poder Legislativo sobre os atos da administração pública.
Existem casos em que mesmo existindo lei específica sobre determinada matéria, cumpre à administração criar mecanismos para aplicá-la. Nessas hipóteses, surge o poder regulamentar, que confere à administração a prerrogativa de editar atos gerais para alterar e complementar as leis.
Dada a autonomia a eles conferida pela Constituição Federal de 1988 (CF), todos os entes federativos, incluindo-se os municípios, podem criar entidades da administração indireta.
A existência de diversos ministérios, com atribuições distintas, constitui exemplo de descentralização administrativa.
Considere que, após a realização de uma correição, tenha sido detectado vício de finalidade em ato administrativo editado pelo diretor de departamento de uma agência reguladora, situação que foi, então, comunicada ao presidente da entidade. Nessa situação, tendo avocado para si a competência, o presidente poderá convalidar o referido ato administrativo.
Por se tratar de modalidade de comunicação entre unidades do mesmo órgão, o memorando é o único expediente em que é permitido o emprego de jargões burocráticos inerentes à rotina administrativa.
Para manter a concisão do texto oficial, deve-se evitar o emprego de expressões como Vimos por meio desta e Tenho a honra de informar que.
No âmbito do CADE, o ofício é expedido pelo presidente para autoridades externas a esse órgão. O aviso, por sua vez, é utilizado somente para a comunicação entre os conselheiros.
Embora não haja uma forma rígida para a estrutura do correio eletrônico, deve-se empregar nesse documento linguagem compatível com as regras da comunicação oficial. Assim, em correio eletrônico destinado a um conselheiro do CADE, por exemplo, é permitido o emprego do vocativo Prezado Senhor Conselheiro e do fecho Cordialmente.
No trecho “nos teria afligido um projeto de educação totalitária” (l.25-26), o pronome “nos” poderia ser corretamente empregado imediatamente após a forma verbal “teria”, escrevendo-se teria-nos.
Sem prejuízo para o sentido original do texto, o termo “iminente” (l.39) poderia ser substituído por elevado.
Na linha 28, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a preposição “a”, em “ao qual”, poderia ser suprimida.
A preposição “para”, tanto em “para valores que ainda constituem o ideal do nosso tão sofrido bípede implume” (l.23-24) quanto em “para alterar esse iminente risco de desintegração que afeta a sociedade civil” (l.39-40), introduz orações que exprimem finalidade.

Acerca das ideias desenvolvidas no texto acima e das estruturas linguísticas nele empregadas, julgue os itens
O emprego das vírgulas isolando “em outro contexto” (l.25) justifica-se por estar esse adjunto adverbial intercalado na oração a que pertence.
Nos trechos “que qualquer editora contrataria por somas astronômicas” (l.6-7) e “que muitos colecionadores cobiçariam” (l.22), o vocábulo “que” introduz orações adjetivas restritivas, nas quais exerce a função de complemento verbal.
O emprego de formas verbais no pretérito imperfeito, como, por exemplo, “Procurávamos” (l.16) e “Conhecíamos” (l.19), está associado à ideia de habitualidade, continuidade ou duração.
Justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica o emprego do acento gráfico nos vocábulos “sabíamos” e “procurávamos”.
De acordo com a narrativa, os “proprietários” (l.21) e “curadores” (l.21) desconheciam a existência de livros que haviam sido escondidos em locais antigos.
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, poderia ser empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “o acesso a qualquer velharia escrita” (l.17).
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a expressão “melhor do que” (l.20-21) fosse substituída por melhor que.
