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Q3789648 Medicina
Paciente de 25 anos, sem comorbidades, gestante de 8 semanas, na sua primeira consulta de prénatal relata ao seu obstetra estar preocupada com o risco de hipertensão gestacional, visto que sua mãe teve pré-eclâmpsia na gravidez de sua irmã. Para melhor avaliar o risco de desenvolvimento de pré-eclâmpsia durante a gravidez, seu obstetra utiliza uma combinação de parâmetros maternos, segundo o modelo de predição de desenvolvimento de pré-eclâmpsia da Fetal Medicine Foundation (FMF) e, após análise dos exames colhidos na 12ª semana de gravidez, opta por prescrever AAS, início imediato, devendo ela manter a medicação até 36 semanas. Sobre o algoritmo proposto pela FMF, referendado pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), inclusive para uso no Brasil, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3789647 Medicina
A hemorragia puerperal é uma perda sanguínea excessiva após o parto, geralmente definida como a perda de mais de 500 ml após um parto vaginal ou 1000 ml após uma cesárea. É uma emergência obstétrica e a principal causa de morte materna no mundo, podendo ocorrer nas primeiras 24 horas ou até seis semanas após o parto. As principais causas incluem atonia uterina, trauma do canal de parto, retenção de restos placentários e distúrbios de coagulação. A figura abaixo representa um procedimento obstétrico bastante útil para controlar a hemorragia pós-parto grave causada pela atonia uterina. Consiste em uma sutura compressiva para pressionar mecanicamente o útero, ajudando-o a contrair e cessar o sangramento sem a necessidade de cirurgia pélvica maior. É uma opção eficaz que pode ajudar a preservar o útero e a fertilidade da paciente. Assinale a alternativa a que a figura se refere:


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Alternativas
Q3789646 Medicina
São causas possíveis de polidrâmnio, EXCETO:
Alternativas
Q3789645 Medicina

Sobre estática fetal, a variedade de posição representada na figura abaixo é: 



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Alternativas
Q3789644 Medicina
Anomalias cromossômicas ocorrem em 0,1% a 0,2% dos nascidos vivos, sendo a aneuploidia clinicamente significativa mais comum entre os recém-nascidos vivos a síndrome de Down (trissomia 21). Os marcadores ultrassonográficos de aneuploidia fetal podem indicar um risco aumentado, mas não são diagnósticos por si só, pois também podem aparecer em fetos saudáveis. Frente a cálculo de risco aumentado, pode ser discutido com a gestante a possibilidade de testes mais específicos ou invasivos, como por exemplo cariótipo fetal em amostra de líquido amniótico. As alternativas abaixo indicam marcadores ultrassonográficos de aneuploidia fetal observados no primeiro trimestre de gravidez, EXCETO:
Alternativas
Q3789643 Medicina
Considerando o consenso da International Association of Diabetes in Pregnancy Study Group (IADPSG), referendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), dentro de uma situação de viabilidade financeira e disponibilidade técnica total, para diagnóstico adequado das alterações glicêmicas durante a gravidez, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3789642 Medicina
Mulher de 27 anos, primigesta nulípara procurou a maternidade com gravidez de 39 semanas e bolsa rota há 3 horas. Sinais vitais sem alterações. Ao exame físico apresentava altura uterina de 35 cm, feto único, batimentos cardíacos fetais de 148/min, colo dilatado para 2,0 cm, 50% esvaecido, apresentação cefálica no plano 0 de De Lee, escoamento espontâneo de líquido amniótico claro com grumos grossos pela vagina. Optou-se por indução de parto que teve sucesso, com parto normal, recém-nascido do sexo feminino, peso 3120 g, Apgar 8 e 10 respectivamente no primeiro e no quinto minutos, dequitação espontânea. Teve alta após 3 dias, sem queixas. No sétimo dia de pós-parto apresentou sangramento vaginal importante e retornou ao hospital. Estava com mucosas descoradas, PA de 90X60 mmHg, pulso 100 bpm, útero 3,0 cm abaixo da cicatriz umbilical, colo dilatado para 3,0 cm, sangramento vaginal ativo em moderada quantidade. Qual o mais provável diagnóstico e qual a melhor conduta?
Alternativas
Q3789641 Medicina
Paciente de 21 anos descobre gravidez após procurar PS de ginecologia referindo aumento do volume abdominal e atraso menstrual de aproximadamente 4 meses. Ciclos sempre irregulares, sem método contraceptivo, vida sexual ativa. Nega acompanhamento ginecológico nos últimos 3 anos, desde que teve um abortamento, ocorrido com 9 semanas de gestação e sem necessidade de curetagem. Ao exame apresenta abdome gravídico, compatível com 22 semanas de gravidez, BCF 144bpm. Foram solicitados exames de rotina e encaminhado a paciente para consulta de prénatal. Na consulta ela traz os exames realizados, sorologias negativas, tipagem sanguínea O Rh negativo, Coombs indireto positivo, anti-D com titulação 1:8, demais exames laboratoriais sem alterações significativas. Realiza USG morfológico que confirma gestação de aproximadamente 22 semanas, morfológico normal, cujo doppler fetal mostra aumento da velocidade do pico sistólico da artéria cerebral média (1,7 MoM), sem outras alterações. A principal hipótese diagnóstica e a conduta neste caso seria:
Alternativas
Q3789640 Medicina
Gestante, 3G1P(N)1A, IG 39 semanas e 3 dias, dá entrada na maternidade referindo contrações uterinas rítmicas há 2 horas. Nega sangramento ou perda de líquido. Pré-natal realizado sem intercorrências, não apresenta comorbidades. Ao exame tem dilatação cervical de 4,0 cm, colo médio, medionizado, feto em apresentação cefálica, bolsa íntegra, amnioscopia com líquido claro com grumos. Abaixo vemos a cardiotocografia realizada na admissão. Qual a melhor conduta?

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Alternativas
Q3789639 Medicina
A cirurgia fetal antenatal para correção de espinha bífida (meningomielocele fetal) é considerada atualmente o padrão ouro para tratamento da doença. Sabe-se que ela pode não só dobrar as chances do acometido deambular sem auxílio de aparelhos, como também reduzir a necessidade de colocação de válvula de derivação ventrículo peritoneal para tratamento de hidrocefalia em mais de 50% dos casos, assim como melhorar o prognóstico urológico e intestinal, quando comparada ao tratamento pós-natal neurocirúrgico convencional. Sobre a cirurgia fetal pela técnica SAFER (Skin-overbiocellulose for Antenatal FEtoscopic Repair) para correção de meningomielocele, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3789638 Medicina
Paciente de 55 anos, refere sensação de desconforto pélvico, principalmente quando a bexiga está cheia, com sensação de alívio após a micção. Esses sintomas iniciaram há 1 ano, com piora progressiva desde então. Tem disúria associada a episódios de hematúria, urgência miccional e urge-incontinência. Depois da realização de exames laboratoriais e de imagem sem conseguir esclarecer a causa dos sintomas, seu ginecologista solicitou uma cistoscopia com biópsia que evidenciou úlceras de Hunner na parede vesical. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3789637 Medicina
A drenagem venosa do infundíbulo pélvico à esquerda se dá para:
Alternativas
Q3789636 Medicina
Paciente de 25 anos, previamente sem queixas ginecológicas, procura o PS de Ginecologia com quadro de dor em baixo-ventre de forte intensidade associada à febre nos últimos 3 dias. Vida sexual ativa, sem método contraceptivo no momento. Na admissão apresentava-se normotensa, temperatura axilar de 38,5 °C, frequência cardíaca de 100 bpm. No exame físico tinha descompressão brusca abdominal dolorosa, dor à mobilização de colo uterino ao toque bimanual e à palpação de fundo de saco de Douglas, além de cervicite mucopurulenta no exame especular. Presença de leucocitose com desvio à esquerda e aumento de 5 vezes o valor de referência laboratorial para PCR. USG transvaginal mostrava imagens anexiais bilaterais, 7 cm à direita e 9 cm à esquerda, com conteúdo heterogêneo e debris no seu interior, sem fluxo vascular ao doppler, com moderada quantidade de líquido livre na cavidade pélvica. Qual a principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta nesse caso?
Alternativas
Q3789635 Medicina
Nuligesta, 32 anos com dor pélvica cíclica limitante, associada à dispareunia de profundidade, tentando engravidar há 2 anos sem sucesso. Investigação de infertilidade do parceiro sem alterações. Relata presença de sangue nas fezes no período menstrual nos últimos 6 meses. Procurou o ginecologista que solicitou USG transvaginal com preparo intestinal para pesquisa de endometriose que mostrou sinais de endometriose profunda em compartimento posterior da pelve. Fez colonoscopia evidenciando lesão sugestiva de endometriose intestinal a 12 cm da borda anal, comprometendo ao redor de 20% da luz da alça, com extensão de 2,0 cm no maior diâmetro. Biópsia da lesão confirmou presença de células endometriais na amostra avaliada. Dosagens hormonais dentro da normalidade, sugerindo manutenção da ovulação. A melhor conduta no caso seria:
Alternativas
Q3789634 Medicina
O rastreamento do câncer de mama no Brasil é feito principalmente por meio da mamografia, sendo que as recomendações variam entre as diretrizes oficiais do Ministério da Saúde e as de entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia. O objetivo é detectar a doença em estágio inicial, aumentando as chances de cura. Em setembro de 2025, o Ministério da Saúde atualizou a recomendação para o rastreamento do câncer de mama no Brasil, alinhando-se a orientações internacionais. Sobre o rastreamento mamográfico no SUS, segundo o protocolo do Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3789633 Medicina
O câncer de colo do útero é o segundo mais frequente em mulheres que vivem em regiões em desenvolvimento. Como prevenção, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a prática sexual segura, incluindo educação para jovens e promoção do uso e fornecimento de preservativos para pessoas que já iniciaram atividade sexual. Contudo, a prevenção mais eficaz e eficiente – indicada pela OMS – é a vacinação contra o HPV. Segundo a recomendação do Programa Nacional de Imunizações, deve-se vacinar os seguintes grupos, EXCETO:
Alternativas
Q3789632 Medicina
Paciente com queixa de corrimento vaginal de odor fétido, que piora durante a menstruação. Ao exame observado corrimento abundante, branco acinzentado e com pequenas bolhas. Após adição de KOH a 10% sobre uma gota do conteúdo vaginal notou-se odor semelhante a peixe cru. Qual o provável agente etiológico?
Alternativas
Q3789631 Medicina
Paciente de 32 anos, nuligesta, procura seu ginecologista com queixa de sangramento uterino anormal, refratário ao tratamento clínico medicamentoso nos últimos 3 anos. Está tentando engravidar nesse período sem sucesso. Investigação de infertilidade do parceiro não identificou alterações. Realizou histeroscopia diagnóstica evidenciando: útero pouco aumentado de volume, com mioma submucoso único, classificação da FIGO tipo 1, medindo 1,5 cm. A base do nódulo ocupa 1/3 da cavidade endometrial e está localizada na parede lateral direita, terço médio da cavidade.

Segundo a classificação proposta por Lasmar, conhecida como STEP - W (Size, Topography, Extension, Penetration - lateral Wall), qual é a melhor conduta para essa paciente? 
Alternativas
Q3789630 Medicina
A portaria conjunta SAES/SECTICS nº 13, de 29 de julho de 2025 aprovou as novas diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer de colo do útero, utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico. Segundo essa atualização, como rastreamento primário, as mulheres consideradas como de risco padrão devem:
Alternativas
Q3789629 Medicina
A figura abaixo representa malformações uterinas que podem ser classificadas respectivamente como:

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Alternativas
Respostas
641: D
642: E
643: A
644: B
645: D
646: E
647: C
648: B
649: D
650: D
651: D
652: A
653: A
654: C
655: B
656: E
657: C
658: B
659: D
660: E