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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Engenheiro Eletricista |
Q2915687 Engenharia Elétrica

A figura a seguir apresenta um circuito composto pelos resistores R1, R2 e R3 e pela fonte E. A fonte E é de 100 V e os resistores são, respectivamente, iguais a 10 , 15 e 4 .

Imagem associada para resolução da questão

Entre os terminais A e B será ligada uma carga resistiva. O valor dessa carga e a potência a ser dissipada por ela, de modo que essa potência seja máxima são, respectivamente iguais a

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Engenheiro Eletricista |
Q2915686 Engenharia Elétrica

Uma bobina quadrada de 2 cm de lado é composta por 100 espiras, possui uma resistência elétrica de 10 e está posicionada perpendicularmente a um campo magnético uniforme de 1,0 T. Ela é retirada, em um movimento perpendicular ao campo magnético, para uma região em que não há campo magnético.

A bobina demora 0,1 s para sair completamente desse campo magnético.

A corrente elétrica induzida nessa bobina é igual a

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Engenheiro Eletricista |
Q2915685 Engenharia Elétrica

A figura a seguir apresenta um circuito elétrico composto por cinco resistores.

Imagem associada para resolução da questão

Em alguns ramos são apresentados os valores das correntes elétricas, bem como, em alguns resistores, as respectivas diferenças de potencial. A diferença de potencial Vab desse circuito é igual a

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Engenheiro Eletricista |
Q2915684 Engenharia Elétrica

A figura a seguir apresenta um circuito composto por três resistores iguais a R e três fontes contínuas E1, E2, e E3. Os valores de E1 e E2 são iguais a E.

Imagem associada para resolução da questão

Para que a corrente elétrica no ramo central do circuito seja igual a zero, a fonte E3 deve ser igual a

Alternativas
Q2915678 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=53065)


Com base no mapa acima, assinale a alternativa que identifica corretamente as motivações dos fluxos migratórios, no território brasileiro, na segunda metade do século XX.

Alternativas
Q2915677 Filosofia

Imagem associada para resolução da questão


(http://www.filosofia.eom.br/figuras/charge/76.jpg)


A imagem acima é uma releitura do quadro "Morte de Sócrates" do pintor francês Jacques-Louis David (1748-1825). A imagem Intitula-se "Dirija-te a ti mesmo - a auto-escola socrática", e constitui uma maneira bem-humorada de situar a filosofia socrática, em referência a um de seus lemas fundamentais.


Assinale a alternativa que identifica corretamente o lema ao qual a imagem acima se refere.

Alternativas
Q2915675 Atualidades

Imagem associada para resolução da questão


A imagem acima retrata um ato de protesto contra as alterações do Código Florestal realizado por estudantes, em 2011, nas ruas de Cuiabá. Em um dos cartazes dos manifestantes, lê-se: "Novo Código? Vôte!", indicando o desgosto dos cuiabanos com a votação das alterações do Código Florestal. A expressão "vôte" é uma gíria local, que significa algo como "cruzes!" ou "nossa!".


(Adaptado de: http://www.oeco.org.br/salada-verde/25167-culaba-val-as-ruas-contra-alteracoes-no-codigo-florestal)


Com relação ao conteúdo desses protestos, analise as afirmativas a seguir.


I. Os manifestantes criticam o projeto votado, que possibilita a redução da área de Reserva Legal, ou seja, da área de mata nativa que deve ser preservada dentro das propriedades.

II. Os manifestantes criticam a redução das Áreas de Preservação Permanente, como beira de rios, topo de morros e encostas.

III. Os manifestantes se opõem à conversão das multas por desmatamento ilegal em reflorestamento, inclusive para os grandes proprietários.


Assinale:

Alternativas
Q2915674 Atualidades

Dante de Oliveira (1952-2006) foi deputado federal, prefeito de Cuiabá, governador de Mato Grosso e ministro da Reforma Agrária. Apesar de sua intensa atuação política por Mato Grosso, teve seu nome nacionalmente associado à Emenda Constitucional Dante de Oliveira (1983), que propunha

Alternativas
Q2915673 Atualidades

Numa perspectiva antropológica, a cultura é um todo que abarca conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes e outras capacidades e hábitos que os homens produzem em sua interação social.


Partindo desta definição mais abrangente de cultura, podemos afirmar que as manifestações abaixo são exemplos da "cultura matogrossense", à exceção de uma. Assinale-a.

Alternativas
Q2915672 História

Imagem associada para resolução da questão


(Fonte: http://www.vgnoticias.eom.br/noticia.php?codigo=12789)


Na imagem acima, manifestantes apresentam faixas com os seguintes dizeres: "Não corte o coração do Brasil. Nós confiamos no Pres. Geisel" e "Mato Grosso inteiro chora: não queremos divisão!". Esta imagem é um testemunho de um momento importante na história recente do território matogrossense e se refere

Alternativas
Q2915671 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


(http://www.lbge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtml)


Com relação aos biomas brasileiros representados no mapa acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.


( ) O Bioma Amazônia e o Bioma Pantanal ocupam, juntos, mais de metade do território brasileiro.

( ) O Bioma Pantanal é o de menor extensão territorial.

( ) O Bioma Cerrado constitui a maior superfície inundável interiorana do mundo.


As afirmativas são, respectivamente,

Alternativas
Q2915670 Atualidades

Do ponto de vista socioambiental, a proteção das terras Indígenas e de sua riqueza cultural e étnica implica o enfrentamento de uma série de pressões que a prejudicam, direta e indiretamente. As alternativas abaixo listam algumas dessas pressões diretas e indiretas a serem combatidas, à exceção de uma. Assinale-a.

Alternativas
Q2915668 História

Analise o mapa a seguir.


Tratados de Limites


Imagem associada para resolução da questão


RESENDE, Maria Efigênia Lage: MORAES, Ana Maria.

Atlas Histórico do Brasil. Belo Horizonte: Vigília, 1987, p. 35 (Adaptado)


Assinale a alternativa que descreve corretamente a consolidação do território português na América, de acordo com os tratados assinalados no mapa acima.

Alternativas
Q2915660 Raciocínio Lógico

Considere a sentença


“Se como doces, então engordo ou tenho azia.”


QA negação lógica dessa sentença é

Alternativas
Q2915653 Raciocínio Lógico

Fabio, Guilherme e Hugo são funcionários da AL‐MT. Um deles é arquivista, outro é contador, e outro é segurança.


As três afirmações seguintes sobre esses funcionários são verdadeiras:


• Fabio é mais velho que o contador.

• Guilherme é arquivista.

• Hugo não é o mais novo dos três.


É correto concluir que

Alternativas
Q2915651 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Nas alternativas abaixo foram colocadas algumas palavras do texto acompanhadas de definições do dicionário. Assinale a alternativa em que a definição dada não corresponde ao termo selecionado.

Alternativas
Q2915650 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

“Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias...” ; o outro segmento do texto em que o vocábulo se apresenta o mesmo valor que no caso destacado é

Alternativas
Q2915648 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

O texto lido é, quanto ao gênero textual, classificado como

Alternativas
Q2915647 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Assinale a alternativa que indica a palavra que só pode ser empregada com acento gráfico.

Alternativas
Q2915646 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

O título dado ao texto – fora de foco – refere‐se

Alternativas
Respostas
81: D
82: D
83: B
84: C
85: C
86: E
87: E
88: A
89: A
90: E
91: D
92: D
93: B
94: C
95: D
96: C
97: E
98: D
99: D
100: E