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Q926953 Raciocínio Lógico

Considere as seguintes premissas:


• Se há fumaça, há fogo.

• Não houve fogo.


Da observação dessas premissas, podemos concluir que

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Q926951 Matemática

Considere os seguintes dados aproximados:


                     1 byte (B) = 8 bits

                     1 kilobyte (KB) = 1.000 bytes

                     1 megabyte (MB) = 1.000 kilobytes

                     1 gigabyte (GB) = 1.000 megabytes


Com base somente nesses dados, pode-se afirmar que o número de bits disponíveis num pen drive de 8 GB equivale a

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Q926950 Raciocínio Lógico

Considere que todos os membros de uma família sejam flamenguistas.


A negação da sentença “Todos são flamenguistas” é

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Q926949 Português
A linguagem apresentada no texto IV pode ser considerada
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Q926948 Português

No verso “Que eu te tasco a ‘Maria da Penha’” (verso 39), operou-se uma substituição de termos em função da existência de uma relação de contiguidade.


Esse procedimento retórico recebe o nome de

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Q926947 Português
Nos versos “Não manda o seu casco / Que eu te tasco a ‘Maria da Penha’”, a oração sublinhada recebe a classificação de
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Q926946 Português
Dos versos transcritos a seguir, aquele que apresenta um imperativo cujo sujeito é “tu” está presente em
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Q926945 Português
Nos versos “Eu tenho cabelo na venta / E o que venta lá, venta cá” (versos 6 e 7), fez-se um jogo de palavras, respectivamente, entre as classes gramaticais de
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Q926944 Português
Nos trechos a seguir, extraídos do texto III, pode-se encontrar um exemplo de agente da passiva em
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Q926943 Português
No período “A Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, ganhou esse nome em homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, que, por vinte anos, lutou para ver seu agressor preso”, podemos dizer que, sintaticamente, o sujeito do verbo "lutou" é
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Q926942 Português

As preposições são conectivos importantes para garantir a coesão dos textos. Às vezes, funcionam como conectivos puros, mas, em certas ocorrências, podem apresentar um determinado valor semântico.


A preposição que apresenta valor de causa está presente em

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Q926941 Português

Em textos jornalísticos, como o texto III, é comum a busca de uma pretensa “imparcialidade”.


Muitas vezes, no entanto, a escolha das palavras revela claramente a visão do produtor do texto, fato que se verifica em

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Q926940 Português

Diversos são os recursos coesivos para evitar a repetição de palavras.


No trecho “Maria da Penha é uma biofarmacêutica cearense e foi casada com o professor universitário Marco Antônio Heredia Viveros. Em 1983, ela sofreu a primeira tentativa de assassinato quando levou um tiro nas costas enquanto dormia” (linhas 3-5), o sujeito “Maria da Penha” é substituído uma vez pelo pronome reto “ela” e três vezes pelo recurso da

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Q926939 Português
A Lei 11.340/06 possibilitou que a mulher tivesse maior proteção com relação a seu agressor, a partir do momento em que
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Q926938 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

O único recurso da função poética que NÃO está presente no texto II é
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Q926937 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

No trecho "É uma santa. Diziam os vizinhos" (linha 1), há duas orações.


Os sujeitos dessas orações podem ser classificados, respectivamente, como

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Q926936 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

No trecho "e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória", observa-se um eufemismo da ideia de morte.


Tal figura de linguagem está relacionada semanticamente à ideia expressa pelos vocábulos

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Q926935 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

Nos trechos "E D. Eulália apanhando" (linha 1) e "E D. Eulália sangrando" (linha 2), a conjunção aditiva "e", associada ao verbo no gerúndio, foi empregada intencionalmente pela autora para passar a impressão de que as ações
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Q926934 Português

TEXTO II


                             PORÉM IGUALMENTE


É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.

É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.

Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

O título do texto II sinaliza o fato de que a violência do marido
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Respostas
1921: B
1922: D
1923: A
1924: C
1925: A
1926: A
1927: B
1928: C
1929: B
1930: C
1931: A
1932: D
1933: D
1934: A
1935: D
1936: D
1937: A
1938: A
1939: B
1940: D