Questões de Concurso
Para seduc-ce
Foram encontradas 1.989 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Mulher, 52 anos, procura a Unidade Básica de Saúde, por apresentar lesão pigmentada assintomática em membro inferior, percebida há 8 meses (figura). A lesão possui 0.9 cm de diâmetro e está localizada na região lateral da coxa direita.

Conferir figura correspondente com melhor resolução no anexo (FIGURA 3)
Em relação ao próximo passo na abordagem da lesão em questão, marque a alternativa correta.
Mulher, 24 anos, diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 aos 10 anos, em uso de insulina e losartana 50 mg/dia, e diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico aos 20 anos, em uso de hidroxicloroquina 400 mg/dia, prednisona 5 mg/dia, e vitamina D3 1000UI/dia, relata há 4 meses apresentar turvação visual, fadiga, dispneia aos médios esforços e ganho de peso. Ao exame: anasarca e PA 150 x 80 mmHg. Exames complementares: hemograma, PCR, TGO, TGP, TP: normais; VHS 28 mm/h (VR 20 mm na 1 hora); Cr 1.5 mg/dl (VR 1,2 mg/dl); Ur 60 mg/dl (VR 15-45 mg/dl); albumina 3.0 mg/dl (VR 3.5-4mg/dl); Hb Glicada 6.6%; Colesterol total 250mg/dl (VR < 200mg/dl), LDL 140mg/dl (VR< 100 mg/dl); Triglicerídeos 300 (VR< 150 mg/dl); SU: proteína 4+; proteinúria em 24h: 4g/24h; fator antinúcleo reagente 1:160 padrão pontilhado fino denso. Sorologias HIV, antiHBsAg, anti-HCV e VDRL: negativas.
Que alteração na investigação complementar confirmaria o diagnóstico mais provável?
Homem de 22 anos queixa-se de febre baixa e tosse seca, há 2 semanas, e nos últimos dias tem tido expectoração mucoide discreta. Refere que ha 24 horas apresenta dispneia, mesmo em repouso. Ao exame: estado geral comprometido, anictérico, hipocorado 1+/4+, dispneico (frequência respiratória = 32 irpm). Presença de placas esbranquiçadas recobrindo palato e língua. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular universal sem ruídos adventícios. SatO2 em ar ambiente: 90%. Exames iniciais: Hb 10,0 g/dL Leucócitos 5.200/mm3 Plaquetas 165.000/mm3 Desidrogenase láctica 672 U/L (VR = 140-271 U/L) TGO 20 U/L TGP 32 U/L Rx de tórax: tênue infiltrado intersticial peri-hilar bilateral; Teste rápido para HIV: reagente.
Qual a conduta terapêutica recomendada para a principal hipótese diagnóstica deste caso?
Mulher de 30 anos procura atendimento no posto de saúde devido a episódios de cefaleia holocraniana em aperto, desde os 20 anos. Durante os episódios, a paciente deixa de fazer atividades cotidianas, assim como prefere ficar em seu quarto com janela fechada e sem barulho. Ao tentar fazer atividade física durante os episódios, relata piora dos sintomas com dor pulsátil em região temporal. Nega vômitos durante os episódios. Se não tomar analgésicos, a paciente refere que fica até dois dias com dor. Faz uso de paracetamol 1 grama durante os episódios e, em algumas ocasiões, faz uso deste medicamento mais de duas vezes ao dia . Nos últimos meses, apresenta em média 8 crises ao mês. É portadora de Asma e tem exame físico e neurológico normais.
Qual das medicações a seguir deve ser utilizada na paciente acima para diminuir a ocorrência de crises de cefaleia?
Mulher, 56 anos, hipertensa e diabética chegou na emergência referindo palpitação e taquicardia há 3 dias. Refere episódios semelhantes, esporadicamente, que costumam melhorar espontaneamente, porém o episódio atual não melhorou, procurando então a emergência. Chegou com pressão arterial = 120 x 80 mmHg, frequência cardíaca = 140 batimentos por minuto e o eletrocardiograma está abaixo.

Conferir figura correspondente com melhor resolução no anexo (FIGURA 2)
Qual é a melhor conduta para essa paciente?
Homem, 70 anos, procura atendimento médico em Unidade Básica de Saúde devido a episódio de fraqueza em hemicorpo à direita e dificuldade na fala, durante 1 hora, que aconteceram há duas semanas. Paciente procurou, naquela ocasião, emergência médica onde fez tomografia de crânio e doppler de carótidas e vertebrais com laudos normais, exames de sangue que não mostraram alterações, e eletrocardiograma que mostrou fibrilação atrial. Paciente optou por não permanecer internado, saiu do hospital sem nenhuma prescrição médica e veio à consulta hoje, devido ao "medo de sentir novamente os sintomas" e querendo saber qual o melhor tratamento que deve fazer para evitar essa recorrência. Tem antecedente de febre reumática com necessidade de troca valvar (válvula metálica) há 5 anos, mas vinha em uso irregular de suas medicações. No momento está sem utilizar nenhuma. Pulso: 80bpm, PA:120x80mmHg. Exame neurológico sem alterações.
Qual medicação está indicada para a profilaxia secundária, nesse paciente?
Homem, 33 anos, obeso, etilista, hipertenso em uso de hidroclorotiazida, com história de alta hospitalar, há 24 horas, após colecistectomia, procura UPA com relato de dor intensa e alodínia em hálux esquerdo há 3 horas. Ao exame: Estado Geral Regular, fácies de dor, T:37,9º; abdome flácido e ferida operatória sem sinais flogísticos; sistema osteo-articular: edema, rubor e dor à movimentação de hálux (vide imagem).

Conferir figura correspondente com melhor resolução no anexo (FIGURA 1)
Que conduta está indicada neste momento?
Mulher, 70 anos, é trazida por familiares à emergência com história de cinco dias de tosse seca e três dias de queda do apetite e apatia intensa. Tem história de insuficiência cardíaca congestiva. Apresenta-se alerta, sem taquidispneia e SpO2: 96% em ar ambiente. Normotensa e afebril. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos e Fc: 90 bpm. Ausculta respiratória com crepitações bibasais mais intensas, à direita. O hemograma não mostra anemia, nem plaquetopenia e leucograma com 12.000/mm3 sem desvios. Proteína C reativa 6,0 (normal até 0,5), Glicemia 110 mg/dl, Ureia de 40 mg/dl , Creatinina 0,8 mg/dl, Sódio 133 mEq/L, Potássio 3,9 mEq/L Swab nasal com painel viral negativo (SARS-Cov 2, Influenza, VSR e Rinovírus). A radiografia de tórax em PA é mostrada na figura abaixo.

Neste contexto, e considerando o diagnóstico mais provável, a abordagem de escolha para essa paciente seria: