Foram encontradas 1.703 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Dados do ano 2000 para o Estado do Maranhão indicavam a produção preponderante de espécies introduzidas como a tilápia, nativas como o tambaqui e o pacu, e híbridos como o tambacu, cuja principal característica é a resistência a baixas temperaturas do inverno tropical. Devido à sua boa aceitação nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, também foram introduzidos na Amazônia. O escape dos híbridos para os sistemas naturais pode afetar as populações.
Em relação a esta realidade, é correto afirmar:
O sucesso da aquicultura depende, em primeiro lugar, da disponibilidade e qualidade da água. Em locais onde a água é escassa e também é destinada a irrigação, indústria e urbanização, há necessidade de tecnologias de recirculação para cultivo dos organismos aquáticos através do uso racional da água.
Os processos que compõem um sistema de recirculação com capacidade para remoção de sólidos, compostos nitrogenados e desinfecção da água são:
Quando a capacidade de suporte em uma unidade de produção é alcançada, o crescimento da população de peixes iguala-se a zero. No gráfico abaixo, onde se representa a curva de ganho de peso (Kg/ha/dia) de uma população de peixes tem-se a biomassa crítica ascendente seguida da biomassa econômica que antecede a capacidade de suporte.
A melhor descrição das fases iniciais de crescimento e ganho de biomassa é:
A diminuição dos estoques pesqueiros naturais em nível mundial e a necessidade cada vez maior de proteína animal de qualidade e acessível economicamente, levou ao crescimento do cultivo de peixes em águas da União.
Em relação a esta realidade, é correto afirmar:
Em certo condomínio popular, onde residem 800 famílias, foi feita uma pesquisa sobre a separação do lixo, em que foram consideradas duas categorias: orgânicos e recicláveis (papel, metal, plástico e vidro). Os resultados da pesquisa estão expressos na tabela abaixo.
Respostas |
Frequência absoluta |
|||
|
Nós não separamos orgânicos e recicláveis... |
... mas gostaríamos de fazê-lo. |
117 |
457 |
|
... nem gostaríamos de fazê-lo. |
340 |
|||
|
Nós apenas separamos orgâni- cos e recicláveis... |
... mas gostaríamos também de separar recicláveis em vidro, metal, plástico e papel. |
57 |
250 |
|
|
... mas não gostaríamos de separar os recicláveis em vidro, metal, plástico e papel. |
193 |
|||
|
Nós separamos orgânicos e recicláveis e, estes últimos, em vidro, metal, plástico e papel. |
35 |
|||
Não responderam. |
58 |
|||
Dentre as famílias que sabidamente praticam algum tipo de separação do lixo, a probabilidade de escolher, ao acaso, uma que tenha interesse em separar vidro, metal, plástico e papel, mas ainda não o faça é de
Considere a tabela abaixo.
|
Produtos |
Aquisição alimentar domiciliar per capita anual, por áreas urbanas (2008-2009) |
||||||||
Aquisição alimentar domiciliar per capita anual, por áreas urbanas dos Municípios das Capitais (Kg) | |||||||||
Porto Velho |
Rio Branco |
Manaus |
Boa Vista |
Belém |
Macapá |
Palmas |
São Luís |
Teresina |
|
Arroz |
35 |
24 |
20 |
32 |
18 |
14 |
28 |
40 |
42 |
Feijão |
9 |
7 |
10 |
7 |
10 |
7 |
6 |
6 |
9 |
(Adaptado de: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares. 2008-2009)
A partir dos dados da tabela, é possível concluir que, nas áreas urbanas consideradas, a média da aquisição per capita anual de arroz supera a da aquisição per capita de feijão em, aproximadamente,
Um casal começa a planejar sua festa de casamento a partir das seguintes estimativas:
Convite |
01 convite para cada convidado R$ 4,00 (unidade) |
Trajes dos noivos |
R$ 5.000,00 |
|
Espaço para a festa |
R$ 3.500,00 |
Decoração |
R$ 5.000,00 |
Buffet |
R$ 200,00 por convidado |
Vinho |
1 taça para cada convidado R$ 10,00 (taça) |
Doces e bolos |
R$ 30,00 por convidado |
Foto e vídeo |
R$ 8.000,00 |
De acordo com essas estimativas, desconsiderando outros gastos, o custo total C da festa de casamento, em reais, em função do número de convidados n, pode ser expresso pela fórmula
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, considere o texto abaixo.
A Geografia
Foi em um negócio de ferros velhos, durante a guerra mundial, que o Procópio Viana passou de modesto vendedor da casa Portela & Gomes a honrado capitalista da nossa praça. Com a bolsa repleta de amostras de arroz, de feijão, de milho, de farinha, anda acima e abaixo a vender nos retalhistas, quando um deles o incumbiu de negociar os maquinismos de uma velha fábrica desmantelada. O rapaz ganhou no negócio quinze contos, e não quis mais saber de outro comércio. E, em breve, comprava até navios velhos, vendendo-os a estrangeiros, conseguindo reunir, com essas transações, os seus quatro milhares de contos.
Rico, pôs-se o Procópio a viajar. E era de regresso desse passeio através dos continentes que contava, no Fluminense, a um grupo de senhoras, as suas impressões de turista.
− Visitei Paris, Londres, Madri... − dizia ele, com ênfase, sacudindo a perna direita, o charuto ao canto da boca, a mão no bolso da calça. − Fui ao Cairo, a Roma, a Berlim, a Viena...
E após um instante:
− Estive em Tóquio, em Pequim, em Singapura...
A essas palavras, que punham reflexos de admiração e de inveja nos olhos das moças que o ouviam, mlle*. Lili Peixoto aparteou, encantada:
− O senhor deve conhecer muito a Geografia... Não é?
− Ah! não, senhora! − interveio, logo, superior, o antigo caixeiro de Portela & Gomes.
− A Geografia, eu quase não conheço.
E atirando para o espaço uma baforada do seu charuto cheiroso:
− Eu passei por lá de noite...
*mademoiselle: expressão francesa usada para se referir respeitosamente a moça ou mulher.
(Adaptado de: CAMPOS, Humberto de. Grãos de mostarda. www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000155.pdf)
1 − A Geografia, eu quase não conheço.
2 − Eu passei por lá de noite...
A frase que sintetiza o conteúdo dessas falas de Procópio Viana, evidenciando o teor explicativo da afirmação 2 com relação à afirmação 1, e escrita de acordo com a norma-padrão da língua é:
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, considere o texto abaixo.
A Geografia
Foi em um negócio de ferros velhos, durante a guerra mundial, que o Procópio Viana passou de modesto vendedor da casa Portela & Gomes a honrado capitalista da nossa praça. Com a bolsa repleta de amostras de arroz, de feijão, de milho, de farinha, anda acima e abaixo a vender nos retalhistas, quando um deles o incumbiu de negociar os maquinismos de uma velha fábrica desmantelada. O rapaz ganhou no negócio quinze contos, e não quis mais saber de outro comércio. E, em breve, comprava até navios velhos, vendendo-os a estrangeiros, conseguindo reunir, com essas transações, os seus quatro milhares de contos.
Rico, pôs-se o Procópio a viajar. E era de regresso desse passeio através dos continentes que contava, no Fluminense, a um grupo de senhoras, as suas impressões de turista.
− Visitei Paris, Londres, Madri... − dizia ele, com ênfase, sacudindo a perna direita, o charuto ao canto da boca, a mão no bolso da calça. − Fui ao Cairo, a Roma, a Berlim, a Viena...
E após um instante:
− Estive em Tóquio, em Pequim, em Singapura...
A essas palavras, que punham reflexos de admiração e de inveja nos olhos das moças que o ouviam, mlle*. Lili Peixoto aparteou, encantada:
− O senhor deve conhecer muito a Geografia... Não é?
− Ah! não, senhora! − interveio, logo, superior, o antigo caixeiro de Portela & Gomes.
− A Geografia, eu quase não conheço.
E atirando para o espaço uma baforada do seu charuto cheiroso:
− Eu passei por lá de noite...
*mademoiselle: expressão francesa usada para se referir respeitosamente a moça ou mulher.
(Adaptado de: CAMPOS, Humberto de. Grãos de mostarda. www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000155.pdf)
− O senhor deve conhecer muito a Geografia...
A frase em que o vocábulo “muito” está empregado com o mesmo sentido e a mesma função que os verificados na construção acima é:
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, considere o texto abaixo.
A Geografia
Foi em um negócio de ferros velhos, durante a guerra mundial, que o Procópio Viana passou de modesto vendedor da casa Portela & Gomes a honrado capitalista da nossa praça. Com a bolsa repleta de amostras de arroz, de feijão, de milho, de farinha, anda acima e abaixo a vender nos retalhistas, quando um deles o incumbiu de negociar os maquinismos de uma velha fábrica desmantelada. O rapaz ganhou no negócio quinze contos, e não quis mais saber de outro comércio. E, em breve, comprava até navios velhos, vendendo-os a estrangeiros, conseguindo reunir, com essas transações, os seus quatro milhares de contos.
Rico, pôs-se o Procópio a viajar. E era de regresso desse passeio através dos continentes que contava, no Fluminense, a um grupo de senhoras, as suas impressões de turista.
− Visitei Paris, Londres, Madri... − dizia ele, com ênfase, sacudindo a perna direita, o charuto ao canto da boca, a mão no bolso da calça. − Fui ao Cairo, a Roma, a Berlim, a Viena...
E após um instante:
− Estive em Tóquio, em Pequim, em Singapura...
A essas palavras, que punham reflexos de admiração e de inveja nos olhos das moças que o ouviam, mlle*. Lili Peixoto aparteou, encantada:
− O senhor deve conhecer muito a Geografia... Não é?
− Ah! não, senhora! − interveio, logo, superior, o antigo caixeiro de Portela & Gomes.
− A Geografia, eu quase não conheço.
E atirando para o espaço uma baforada do seu charuto cheiroso:
− Eu passei por lá de noite...
*mademoiselle: expressão francesa usada para se referir respeitosamente a moça ou mulher.
(Adaptado de: CAMPOS, Humberto de. Grãos de mostarda. www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000155.pdf)
... um deles o incumbiu de negociar os maquinismos de uma velha fábrica desmantelada... (1º parágrafo)
No que respeita às regras de regência, a forma verbal sublinhada pode ser substituída, sem que demais alterações sejam feitas na frase, por