Questões Discursivas

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Q1016575 Legislação Federal

Considerando o Decreto nº 9.175/2017, que regulamenta a Lei nº 9.434/1997, julgue o item a seguir.


Compete às Centrais Estaduais de Transplantes (CET) determinar o encaminhamento e providenciar o transporte de órgãos, tecidos, células e partes do corpo humano ao estabelecimento de saúde autorizado para o transplante ou o enxerto onde se encontrar o receptor, com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), que manterá permanentemente disponível, no mínimo, uma aeronave que servirá exclusivamente a esse propósito.

Alternativas
Q1016574 Legislação Federal

Considerando o Decreto nº 9.175/2017, que regulamenta a Lei nº 9.434/1997, julgue o item a seguir.


Cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo, de maior idade e juridicamente capaz, na linha reta ou colateral, até o segundo grau, deverá autorizar a retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo do familiar falecido para transplantes, desde que firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte.

Alternativas
Q1016573 Legislação Federal

Considerando o Decreto nº 9.175/2017, que regulamenta a Lei nº 9.434/1997, julgue o item a seguir.


A retirada de órgãos, tecidos, células e partes do corpo humano, após a morte, para fins de transplante ou enxerto, somente poderá ser realizada com o consentimento familiar do falecido, consignado de forma expressa em termo específico de autorização que respeite a vontade do doador em vida (doação presumida).

Alternativas
Q1016572 Legislação Federal

Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.


Quando houver suspeita de morte encefálica, a família deverá ser abordada por profissional capacitado, com atitude empática, que realizará a entrevista objetivando o consentimento para a doação de órgãos, tecidos, células e partes do corpo para transplante.

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Q1016571 Enfermagem

Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.


Apesar da falta de conhecimento técnico sobre a morte encefálica, as chances de a família aderir à possibilidade de doação são inversamente proporcionais à capacidade de os profissionais da saúde criarem empatia durante a entrevista na qual a doação é solicitada aos familiares.

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Q1016570 Legislação Federal

Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.


São apontadas como vertentes da não efetivação de potenciais doadores as razões de recusa familiar exemplificadas por crenças religiosas, desconhecimento da vontade prévia do potencial doador e falta de empatia entre profissionais e familiares no momento da entrevista na qual a doação é solicitada.


Alternativas
Q1016569 Medicina

De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.


Para o diagnóstico de morte encefálica (ME), serão considerados especificamente capacitados médicos examinadores que tenham, no mínimo, um ano e meio de experiência no atendimento de pacientes em coma e tenham acompanhado ou realizado pelo menos dez determinações de ME ou curso de capacitação para determinação em ME.

Alternativas
Q1016568 Medicina

De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.


A realização do exame complementar demonstra, de forma inequívoca, a ausência de perfusão sanguínea no encéfalo, ou inatividade elétrica ou ausência de atividade metabólica encefálica.

Alternativas
Q1016567 Medicina

De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.


Para a determinação da morte encefálica, é minimamente obrigatória a realização dos seguintes procedimentos: exames clínicos, realizados por médicos distintos, que confirmem coma não perceptivo e ausência de função do tronco encefálico; e exames complementares, realizados em intervalos de tempos variáveis, que comprovem ausência de atividade encefálica.

Alternativas
Q1016566 Medicina

De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.


Após a observância mínima de 6 h, os procedimentos para a determinação de morte encefálica devem ser iniciados em todos os pacientes que apresentem coma não perceptivo, ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente, e que atendam a todos os seguintes pré-requisitos: presença de lesão encefálica de causa conhecida e irreversível e capaz de causar a morte encefálica; ausência de fatores tratáveis que possam confundir o diagnóstico de morte encefálica; temperatura corporal superior a 35º; saturação arterial de oxigênio acima de 94% e pressão arterial sistólica maior ou igual a 100 mmHg ou pressão arterial média maior ou igual a 65 mmHg para adultos. Quando a causa primária do quadro for encefalopatia hipoxicoisquêmica, a observância mínima será de 24 h, mantendo-se os pré-requisitos.



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Q1016565 Medicina

De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.


O intervalo de tempo mínimo entre as duas avaliações clínicas necessárias para a caracterização da morte encefálica é definido conforme a idade: entre 7 dias completos a 2 meses incompletos, os exames deverão ser repetidos a cada 24 h; de 2 meses a 24 meses incompletos, a cada 12 h; e acima de 2 anos de idade, em intervalos de 1 h.

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Q1011905 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O uso de oxigênio está indicado nesses casos, mas com monitorização, haja vista a necessidade de manter sob controle o efeito vasoconstritor pulmonar do oxigênio.

Alternativas
Q1011904 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O tratamento medicamentoso nesses casos tem como objetivos o aumento da vasodilatação arterial e, consequentemente, a redução na pós-carga do ventrículo esquerdo.

Alternativas
Q1011903 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O quadro de edema agudo é caracterizado pelo extravasamento de líquido para região intersticial pulmonar.

Alternativas
Q1011902 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


Nos casos em apreço, o recurso de ventilação não invasiva tem indicação em virtude de ela reduzir a pré-carga.

Alternativas
Q1011901 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O uso de dispositivos de pressão positiva está indicado nesses casos, tendo em vista que isso reduz a pressão transpulmonar, que, por sua vez, aumenta a pós-carga.

Alternativas
Q1011900 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


A mudança da ventilação mecânica para o modo A/C sob pressão controlada permitiria um controle mais adequado das pressões nas vias aéreas, uma vez que, nesse modo, o pico de pressão na via área seria limitado.

Alternativas
Q1011899 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


Na ventilação mecânica em questão, se fosse incluída pausa inspiratória, a ciclagem ocorreria a tempo.

Alternativas
Q1011898 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico ocorre por um critério de tempo.

Alternativas
Q1011897 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos, controlados e espontâneos.

Alternativas
Respostas
19201: C
19202: C
19203: E
19204: E
19205: E
19206: C
19207: E
19208: C
19209: E
19210: C
19211: C
19212: E
19213: C
19214: C
19215: C
19216: E
19217: C
19218: C
19219: E
19220: E