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Tendo o tema do fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo às estratégias para o enfrentamento, pelo profissional de enfermagem, de situações estressantes envolvendo o paciente e a família diante do transplante.
As estratégias para o enfrentamento de situações estressantes
podem ser definidas como esforços de natureza cognitiva,
afetiva e comportamental para lidar com exigências
consideradas pelo indivíduo como excessivas relativamente aos
seus recursos adaptativos.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
O enfermeiro deve sistematizar as suas ações e planejar os
cuidados prestados aos pacientes submetidos ao transplante,
reavaliando periodicamente, executando a assistência de
enfermagem e intervindo com segurança nos períodos pré-,
intra- e pós-operatório.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
A infecção pelo citomegalovírus (CMV) pode provocar uma
resposta imunoestimulatória geral, com concomitante
estimulação antigênica, sendo, portanto, considerada um
potencial fator de risco para a rejeição aguda de enxertos,
especialmente no transplante de pulmão.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
A higienização das mãos nos serviços de saúde tem o intuito de
prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência à
saúde (IRAS) e é utilizada como o sustentáculo de proteção ao
paciente transplantado. A higiene das mãos com preparação
alcoólica substitui a lavagem das mãos com água e sabão, em
todas as situações.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
O uso de antibióticos profiláticos de rotina é justificado para
pacientes transplantados, tendo em vista que a principal causa
de mortalidade nessa população é a infecção.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
No transplante renal, entre o primeiro e o sexto mês após a
enxertia, os receptores estão sujeitos ao uso de cateteres
venosos e urinários, além de terapia imunossupressora
exacerbada com o objetivo de prevenir a rejeição do enxerto.
Nesse período, são mais comuns o aparecimento de infecções
bacterianas comuns relacionadas a esses dispositivos.
Com relação às infecções no paciente transplantado, julgue o item que se segue.
No pós-operatório imediato até o final do primeiro mês do transplante cardíaco, predominam as infecções oportunistas.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
Como a ciclosporina aumenta o risco de o paciente
desenvolver diabetes mellitus pós-transplante, em casos de
diabéticos, o inibidor de calcineurina mais indicado é o
tacrolimo. O esquema de administração oral do medicamento
deve ser feito de acordo com avaliação no vale (C0) ou no pico
(C2), este coletado após duas horas da administração.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
Os corticosteroides são considerados um componente
importante na maioria dos regimes de imunossupressão em
pacientes transplantados por possuírem mínimos efeitos
secundários indesejáveis para os receptores.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
Claritromicina, eritromicina, azitromicina, rifampicina e
carbamazepina são alguns dos medicamentos que aumentam os
níveis sanguíneos dos inibidores de calcineurina.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
No transplante de fígado, os diversos medicamentos e agentes
biológicos utilizados na imunossupressão do paciente
transplantado recebem a seguinte classificação, de acordo com
seus sítios de atuação na cascata das células T: os que atuam
em vários níveis da cascata (corticosteroides); os que inibem
a síntese de IL-2 (inibidores da calcineurina); os que interferem
na síntese de ácidos nucleicos (inibidores da síntese de purinas)
e os que inibem o sinal de proliferação de crescimentos das
células musculares lisas e linhagens hematopoiéticas.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
É de fundamental importância buscar o equilíbrio entre a
máxima efetividade em evitar a rejeição com a mínima
supressão do sistema imune, evitando-se a toxicidade dos
agentes imunossupressores e o controle contra as infecções,
devido à queda da imunidade do paciente.
O desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e mudanças dos regimes pós-transplante são os principais motivos para o aumento do número de transplantes bem sucedidos. Entretanto, enquanto a terapia de imunossupressão diminui os episódios de rejeição nos pacientes transplantados, também são aumentadas as chances de os pacientes apresentarem infecções e efeitos adversos específicos devido ao uso contínuo desses agentes, por isso o acompanhamento terapêutico constante dos pacientes é de extrema importância. A respeito desse assunto, julgue o item subsecutivo.
Os medicamentos imunossupressores inibem ou reduzem a
resposta do sistema imunológico aos aloantígenos do enxerto,
evitando o grande limitador do transplante que é a rejeição, na
intenção de manter a integridade funcional do material
transplantado no receptor.
Julgue o próximo item, que versa sobre a atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos (Resolução COFEN nº 292/2004), do doador cadáver e do receptor.
A enucleação do globo ocular, desde que tecnicamente
habilitado pela Associação Panamericana de Banco de
Olhos (APABO), é permitida ao enfermeiro.
Julgue o próximo item, que versa sobre a atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos (Resolução COFEN nº 292/2004), do doador cadáver e do receptor.
O enfermeiro é responsável por classificar os receptores e
agrupá-los segundo as indicações legais, em ordem
estabelecida pela data de inscrição.
Julgue o próximo item, que versa sobre a atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos (Resolução COFEN nº 292/2004), do doador cadáver e do receptor.
Para a assistência ao receptor, cabe ao enfermeiro efetuar
registro da solicitação do profissional responsável pela
avaliação do doador ou órgão, que informe ao receptor ou
responsável legal as condições do doador que possam
aumentar os riscos do procedimento e(ou) que possam diminuir
a curva de sobrevivência do receptor.
Julgue o próximo item, que versa sobre a atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos (Resolução COFEN nº 292/2004), do doador cadáver e do receptor.
Cabe ao enfermeiro entrevistar o responsável pelo doador
cadáver, solicitando o consentimento livre e esclarecido, por
escrito, e fornecer as informações sobre o processo de
captação, como: o esclarecimento sobre o diagnóstico de morte
encefálica; o anonimato no processo de doação entre doador e
receptor; os exames a serem realizados; a manutenção do corpo
do doador em UTI; a transferência e o procedimento cirúrgico
para a retirada; o auxílio funeral e a interrupção em qualquer
fase desse processo por motivo de parada cardíaca.
No que diz respeito a doação de órgãos e a aspectos gerais dos transplantes, julgue o item seguinte.
Os doadores vivos podem doar medula óssea, um dos rins,
parte do fígado, parte do pulmão ou parte da medula óssea. No
caso de não vivos em morte encefálica, possibilita-se a doação
de coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea,
ossos, tendões, vasos, pele e intestino.
No que diz respeito a doação de órgãos e a aspectos gerais dos transplantes, julgue o item seguinte.
O tempo necessário e viável entre a retirada do órgão e o
transplante é chamado de tempo de isquemia e varia de órgão
para órgão. O tempo máximo de retirada para coração, pulmão,
fígado e pâncreas será antes da parada cardíaca do paciente,
sendo o tempo máximo de preservação extracorpórea de 4 h a
6 h para coração e pulmão, e de 12 h a 24 h para fígado e
pâncreas.
No que diz respeito a doação de órgãos e a aspectos gerais dos transplantes, julgue o item seguinte.
A lista de espera para os transplantes não funciona por ordem
de chegada. Os critérios obedecem a condições médicas, sendo
três fatores determinantes: compatibilidade dos grupos
sanguíneos, tempo de espera e gravidade da doença.