Questões de Concurso
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Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.
Quando houver suspeita de morte encefálica, a família deverá
ser abordada por profissional capacitado, com atitude
empática, que realizará a entrevista objetivando o
consentimento para a doação de órgãos, tecidos, células e
partes do corpo para transplante.
Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.
Apesar da falta de conhecimento técnico sobre a morte
encefálica, as chances de a família aderir à possibilidade de
doação são inversamente proporcionais à capacidade de os
profissionais da saúde criarem empatia durante a entrevista na
qual a doação é solicitada aos familiares.
Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil, principalmente devido à falta de compreensão do conceito de morte encefálica. Acerca da assistência à família do doador de órgãos, julgue o item que se segue.
São apontadas como vertentes da não efetivação de potenciais
doadores as razões de recusa familiar exemplificadas por
crenças religiosas, desconhecimento da vontade prévia do
potencial doador e falta de empatia entre profissionais e
familiares no momento da entrevista na qual a doação é
solicitada.
De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Para o diagnóstico de morte encefálica (ME), serão
considerados especificamente capacitados médicos
examinadores que tenham, no mínimo, um ano e meio de
experiência no atendimento de pacientes em coma e tenham
acompanhado ou realizado pelo menos dez determinações de
ME ou curso de capacitação para determinação em ME.
De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
A realização do exame complementar demonstra, de forma
inequívoca, a ausência de perfusão sanguínea no encéfalo, ou
inatividade elétrica ou ausência de atividade metabólica
encefálica.
De acordo com a Resolução nº 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Para a determinação da morte encefálica, é minimamente
obrigatória a realização dos seguintes procedimentos: exames
clínicos, realizados por médicos distintos, que confirmem
coma não perceptivo e ausência de função do tronco
encefálico; e exames complementares, realizados em intervalos
de tempos variáveis, que comprovem ausência de atividade
encefálica.
De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
Após a observância mínima de 6 h, os procedimentos para a
determinação de morte encefálica devem ser iniciados em
todos os pacientes que apresentem coma não perceptivo,
ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente, e
que atendam a todos os seguintes pré-requisitos: presença de
lesão encefálica de causa conhecida e irreversível e capaz de
causar a morte encefálica; ausência de fatores tratáveis que
possam confundir o diagnóstico de morte encefálica;
temperatura corporal superior a 35º; saturação arterial de
oxigênio acima de 94% e pressão arterial sistólica maior ou
igual a 100 mmHg ou pressão arterial média maior ou igual a
65 mmHg para adultos. Quando a causa primária do quadro for
encefalopatia hipoxicoisquêmica, a observância mínima será de
24 h, mantendo-se os pré-requisitos.
De acordo com a Resolução n.º 2.173/2017, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que determina os critérios para o diagnóstico de morte encefálica, julgue o item subsequente.
O intervalo de tempo mínimo entre as duas avaliações clínicas
necessárias para a caracterização da morte encefálica é
definido conforme a idade: entre 7 dias completos a 2 meses
incompletos, os exames deverão ser repetidos a cada 24 h; de
2 meses a 24 meses incompletos, a cada 12 h; e acima de
2 anos de idade, em intervalos de 1 h.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O uso de oxigênio está indicado nesses casos, mas com
monitorização, haja vista a necessidade de manter sob controle
o efeito vasoconstritor pulmonar do oxigênio.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O tratamento medicamentoso nesses casos tem como objetivos
o aumento da vasodilatação arterial e, consequentemente, a
redução na pós-carga do ventrículo esquerdo.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O quadro de edema agudo é caracterizado pelo extravasamento
de líquido para região intersticial pulmonar.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
Nos casos em apreço, o recurso de ventilação não invasiva tem
indicação em virtude de ela reduzir a pré-carga.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O uso de dispositivos de pressão positiva está indicado nesses
casos, tendo em vista que isso reduz a pressão transpulmonar,
que, por sua vez, aumenta a pós-carga.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A mudança da ventilação mecânica para o modo A/C sob
pressão controlada permitiria um controle mais adequado das
pressões nas vias aéreas, uma vez que, nesse modo, o pico de
pressão na via área seria limitado.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
Na ventilação mecânica em questão, se fosse incluída pausa
inspiratória, a ciclagem ocorreria a tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico
ocorre por um critério de tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos,
controlados e espontâneos.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A FiO2 deveria ser elevada para 100%, com o objetivo de
manter uma SpO2 mais próxima de 100%.
A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.
O treinamento muscular respiratório no período pré-operatório
demonstrou ser eficiente para redução de complicações
pulmonares no período pós-operatório de cirurgia
cardiovascular.
A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.
Entre as complicações não cardíacas no período pós-operatório
do paciente submetido à referida cirurgia, as complicações
renais e gastrointestinais são as mais prevalentes e, por isso,
devem ser prevenidas pela atuação da fisioterapia.