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Um paciente de 30 anos compareceu à consulta médica relatando ter notado uma lesão na boca, indolor, na região da úvula. Ao exame, verificou-se a presença de lesão verrucosa na úvula, mas o restante da cavidade oral estava sem anormalidade. Identificou-se ausência de linfonodomegalias.
Com base na anamnese e no exame físico, a hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 45 anos comparece à consulta com um otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda. Ao exame, constata-se a presença de um abaulamento liso na região do assoalho nasal esquerdo próximo à cartilagem alar nasal. A tomografia computadorizada de face evidencia lesão arredondada cística, bem delimitada na região nasal.
Diante do apresentado, o diagnóstico mais provável é:
Um paciente de 35 anos, vítima de agressão física (soco), sofreu trauma facial. Foi encaminhado ao serviço de emergência e avaliado por um cirurgião craniomaxilofacial.
Ao exame físico, apresentava edema em terço inferior da face, dor intensa, salivação abundante, dificuldade de deglutição, alteração da mordida e impossibilidade de abrir ou fechar a boca. Apresentava, também, parestesia de lábio inferior.
Com base no descrito acima, há que se suspeitar de fratura:
Um paciente de 72 anos, tabagista desde os 30 anos (1 maço/dia), faz exame de videolaringoscopia, que evidencia lesão infiltrativa em toda a prega vocal esquerda. Há ausência de linfonodomegalia cervical e de metástase à distância.
De acordo com o descrito acima, o estágio desse paciente é
Um paciente de 45 anos compareceu a consulta otorrinolaringológica devido ao aparecimento de lesão no assoalho da boca. Negava tabagismo. Ao exame, constataram-se a presença de lesão cística de consistência amolecida no assoalho bucal à esquerda e ausência de linfonodomegalia cervical.
Frente ao quadro descrito acima, a principal hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 65 anos, tabagista há 40 anos (1 maço/dia), realiza videolaringoscopia devido a quadro de disfonia progressiva. A videolaringoscopia evidencia presença de lesão vegetante e infiltrativa em terço anterior de prega vocal esquerda estendendo-se para a comissura anterior.
O diagnóstico mais provável desse paciente é:
Um paciente de 35 anos, cantor profissional, procura o otorrinolaringologista com queixa de disfonia e dificuldade em alcançar determinadas notas no canto. A videolaringoscopia evidencia a presença de lesão nodular na transição entre o terço anterior e terço médio de ambas as pregas vocais, com presença de fenda em ampulheta à fonação.
O tratamento recomendado para esse paciente é:
Essas lesões são sugestivas de:
Diante do quadro acima, a conduta mais adequada é:
Um paciente de 15 anos teve amputação traumática total da orelha em acidente automobilístico.
A conduta adequada para o caso é: