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Para um satélite em orbita circular, a velocidade de escape (vesc) pode ser calculada a partir de sua velocidade orbital (vorb), sabendo que vesc = 0,2 vorb.
A órbita elíptica de um satélite artificial ou de um corpo celeste pode ser determinada a partir dos semieixos maior e da excentricidade da órbita.
Para estabelecer a equação da trajetória para os corpos menores do sistema solar, como os asteroides, é suficiente conhecer o fator de excentricidade da órbita.
Na Lei Harmônica de Kepler, P2 = K⸱r3, a constante K é inversamente proporcional à constante G, da Lei da Gravitação Universal de Newton.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Depois de atravessar a placa positiva no ponto A, a carga q descreverá um movimento circular cujo raio é
.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Considerando-se que
seja o campo elétrico uniforme na
região 0 < x < d entre as placas, as coordenadas do ponto A
são dadas por (xA, yA, 0), com
.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Pela lei de Gauss, demonstra-se que o campo elétrico na região x<0 é dado por
.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Com fundamento na lei de Gauss, demonstra-se que o campo elétrico entre as placas pode ser descrito por
.
, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.A conservação do momento angular implica que a velocidade angular

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.A condição para que o foguete escape de uma órbita fechada em torno da Terra e se afaste indefinidamente dela é dada por

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.Para o módulo da aceleração

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.A energia mecânica E do foguete no ponto C é dada por

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.O trabalho W realizado pela força

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.O valor do módulo da velocidade

, cujo módulo é igual
ao valor da aceleração da gravidade g na superfície da Terra.
. Nos três estágios, atuam sempre sobre o foguete a sua
força de impulsão
e a força
, devido à atração gravitacional
da Terra. No estágio 1, além dessas forças, atua, também, uma
força de resistência do ar
, que sempre aponta na direção
contrária à direção do movimento. Depois do estágio 3, o foguete
fica livre e sob a ação apenas da força gravitacional da Terra.
Nessa fase, a posição do foguete pode ser descrita a partir de sua
distância r até o centro da Terra e o ângulo polar θ entre a direção
da linha radial que liga o centro da Terra até o foguete, e a
direção do foguete ao final do estágio 3. As massas da Terra e do
foguete são, respectivamente, representadas por mT e mf. A massa
da Terra está distribuída, uniformemente, em uma esfera de raio
R. As distâncias indicadas nos estágios 1, 2 e 3, em função do
raio da Terra R, são, respectivamente, hA = 0,02 R, hB = 5 R e
RC = R.Até o foguete atingir o ponto A, a força resultante
O documento de abertura do projeto deve levar em consideração o risco geral do projeto, para que seja de conhecimento de todos os envolvidos, tanto demandantes quanto executores.
As solicitações de mudança do projeto devem ser executadas o mais rápido possível, com posterior aprovação para fins de registro e documentação.
Na definição do escopo não é necessário estabelecer os critérios de aceitação e recebimento, visto que, nessa fase, se busca descrever os limites do projeto.
O DPS (dispositivo de proteção contra surtos) é considerado uma medida de proteção coletiva contra sobretensões.
O projeto elétrico, seja qual for sua extensão ou grau de complexidade, deve ter Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).