Questões de Concurso
Para telebras
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Na situação a seguir, uma barra AD, suportada em dois apoios, B e C, está apoiada contra uma parede formando um ângulo θ. Nessa situação e considerando que em todos os pontos de apoio não há atrito, se a força F for aplicada na direção vertical, para cima, então será nula a reação da parede contra a barra na direção horizontal.
Na situação a seguir, uma esfera homogênea com massa P repousa no plano inclinado de 30°, contra a parede vertical lisa B. Nessa situação, em módulo, o valor da força no plano inclinado é o dobro do valor da força na parede vertical.

Ruídos de decolagem de veículos lançadores de satélites podem atingir níveis superior a 150 dB; o ruído aerodinâmico dos ignitores e das câmeras de combustão geram ondas de choque que podem resultar no colapso do veículo lançador.
Para o controle de atitude, sistemas sensores com partes móveis são largamente utilizados em satélites; o ring laser gyroscope (RLG) é composto apenas por uma combinação de vidros cerâmicos e várias fontes multi-espectrais de luz.
Em geral, giroscópios formam a base do sistema sensor para o controle de atitude do satélite; o motor do giroscópio é montado em um suporte móvel simples, controlado com alta precisão. A razão de precessão do giroscópio fornece a medida do torque necessária para o ajuste de qualquer eixo do satélite.
Na ausência de forças externas, as equações de Euler para um corpo rígido mostram que a rotação do corpo em torno de qualquer um dos seus eixos principais é possível. A questão a resolvida no projeto do satélite será relativa à escolha do melhor eixo para a realização da estabilização por spin.
O controle de atitude de satélites é realizado via atuador, após comando do ângulo de referência escolhido, rotina de controle de torque e sensor de dinâmica da atitude do veículo espacial.
O fibre optic gyroscope (FOG) é um giroscópio utilizado em satélite mais leve que o RLG, pois o bloco contendo os prismas é eliminado.
Os ângulos de Euler formam três quantidades independentes capazes de definir a posição do eixo do corpo em termos de (x, y, z), em relação a um sistema de coordenadas inercial. A matriz de transferência ou transformação, que representa a rotação do corpo em torno do eixo-z, e a matriz de rotação em termos das velocidades angulares e dos ângulos de Euler são equivalentes.
A dinâmica da atitude de um veículo espacial é baseada primariamente nas equações da dinâmica orbital de corpos rígidos. Os movimentos, posições e atitudes podem ser representados por sistemas de coordenadas fixadas no eixo do veículo e(ou) em sistemas de coordenadas inerciais; a partir deles é possível prever e avaliar acelerações e rotações do veículo.
Na determinação dos parâmetros orbitais de veículos espaciais, para analisar o movimento de rotação do veículo em relação a Terra, adota-se um sistema de coordenadas inercial R(X, Y, Z); nesse caso, a aceleração av do veículo em relação ao sistema inercial, será escrita como a seguir, em que W é o vetor velocidade de rotação da Terra e ar = (g – 2 W × vr).

Para o caso geral do movimento de um corpo rígido, como, por exemplo, um veículo espacial, no espaço, a aceleração será dada pela expressão a seguir, em que ω é a velocidade angular e em que são utilizadas as coordenadas do ponto p(x, y, z), bem como as coordenadas do sistema inercial (X, Y, Z); nessa análise, as acelerações devido à força de Coriolis são desconsideradas.

Para um ponto p que se move ao longo de uma órbita determinada pelo vetor posição r(x, y, z) e um ângulo da órbita oth, o vetor aceleração a, com componentes transversal e radial, será corretamente escrito como a seguir.

Para executar o encontro de duas naves espaciais em órbita da Terra, é preciso calcular os incrementos de velocidade orbital necessários; se a excentricidade da órbita for desprezada, o incremento nas velocidades dependerá apenas da constante de Kepler, K.
Nos sistemas de coordenadas celestes horizontal e equatorial, o azimute coincide com a ascensão reta.
A transferência orbital do satélite entre órbitas circulares com raios r1 e r2 (r2 > r1) é conhecida como manobra Hohmann de transferência de órbita; o incremento de velocidade para tal manobra será a diferença dos incrementos de velocidade no perigeu e no epogeu.
Nas manobras assistidas por gravidade, são utilizadas naves espaciais em missões no sistema solar; a manobra pode ser descrita pela abordagem denominada patched conics, que é embasada nos efeitos gravitacionais envolvidos, esfera de influência e órbitas keplerianos.
Para colocar um satélite em órbita circular, é correto executar uma manobra orbital tal que o incremento de velocidade ocorre quando o satélite passa pelo apogeu da órbita.
A primeira teoria científica sobre a formação do sistema solar, a hipótese nebular, feita por P. S. Laplace, teve como base a conservação do momento angular do sistema solar.
A equação da energia total de um corpo em órbita do Sol pode ser derivada a partir do momentum angular e da equação da trajetória do corpo; o valor da energia para qualquer órbita cônica mostra que o semieixo maior da órbita depende somente da energia do sistema.