Questões de Concurso Para unicamp

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Q3344608 Arquitetura
Para avaliar soluções de isolamento acústico em projetos arquitetônicos, deve-se levar em conta que a percepção de sons pelo ouvido humano não é linear conforme se reduz a intensidade da energia sonora que chega até ele. Para expressar essa não linearidade, a escala de intensidade sonora referenciada ao som percebido, medida em decibel (dB) é correlacionada com a energia sonora, medida em W/m2 , que atinge o ouvido, segundo uma escala
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Q3344607 Arquitetura
Uma unidade de ensino e pesquisa, que abriga salas de aula e biblioteca, construída originalmente em vizinhança tranquila, passou a ser afetada por ruído urbano decorrente de alterações no sistema viário e no tráfego de veículos nas ruas do seu entorno. Em consequência, passaram a ser registrados, nos ambientes internos, níveis de ruído incompatíveis com os usos respectivos. Inspeção preliminar indica que as esquadrias apresentam desempenho em termos de estanqueidade correspondente ao nível mínimo prescrito pela normatização técnica aplicável. O diagnóstico acústico desses ambientes indicou a necessidade de tratamento ou substituição das esquadrias de modo a (i) evitar pontes acústicas e (ii) aumentar o isolamento acústico dos diferentes componentes dessas esquadrias.

Dentre as alternativas, tais resultados serão obtidos, respectivamente, com: 
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Q3344606 Arquitetura
Um programa de assistência técnica compreenderá ações de melhoria do conforto térmico em moradias populares, como a representada na figura a seguir.

Q22.png (342×442)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

A moradia em questão está isolada em um lote unifamiliar, com recuos laterais de 2,00 m de cada lado. As quatro janelas dos ambientes de permanência prolongada apresentam áreas de ventilação de dimensões similares. A fachada lateral esquerda do desenho, na qual está situada a janela do banheiro, está voltada para a direção de origem dos ventos dominantes na região, o que dificulta a ventilação induzida pela pressão desses ventos dominantes.
Para superar a dificuldade de ventilação, pretende-se criar uma solução na qual, com as portas externas fechadas e as portas internas abertas, seja possível melhorar as condições de renovação do ar em todos os ambientes internos de permanência prolongada, por efeito de diferença de pressão do ar entre aberturas. Para isso, foi disponibilizado recurso suficiente para implantar dois painéis treliçados de largura 3,60 m e altura 2,60 m, para colocação de vegetação trepadeira, projetados de modo a servir de anteparo para o vento.

Dentre as alternativas, esses painéis seriam, teoricamente, mais eficientes se implantados perpendicularmente às fachadas
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Q3344605 Arquitetura
Uma fachada de edifício está voltada exatamente para o sul geográfico. O edifício situa-se aproximadamente na latitude correspondente ao Trópico de Capricórnio, 23º27’S, em um ambiente típico de áreas urbanas de algumas cidades médias do interior paulista, pouco sombreado por vegetação ou por edifícios altos, e a fachada sul está voltada para a rua. Não há no entorno superfícies envidraçadas ou espelhadas significativas.

Em um dia ensolarado e quente, entre o equinócio de outono e o equinócio de primavera, essa fachada receberá quantidades significativas somente de radiação solar
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Q3344604 Arquitetura
A definição dos materiais da envoltória de determinada edificação envolverá, entre outros aspectos, considerações quanto ao isolamento térmico de elementos de cobertura. Ao mesmo tempo, as simulações de balanço térmico dos ambientes construídos indicam ainda a conveniência de se trabalhar com a inércia térmica em paredes, dado que o local apresenta clima quente e seco.

Os requisitos de (i) isolamento térmico e de (ii) inércia térmica correspondem, respectivamente, mais diretamente ao controle das variáveis
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Q3344603 Arquitetura
No projeto de um edifício destinado a unidade de ensino superior, cogita-se utilizar, em determinados espaços administrativos e em alguns laboratórios, situados no segundo e no terceiro pavimentos, soluções em piso elevado.

Tais soluções apresentam como vantagens e desvantagens, respectivamente,
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Q3344602 Arquitetura
Uma universidade pública paulista irá contratar um conjunto de reformas de vários ambientes em diferentes unidades, compreendendo dois tipos de intervenção nas edificações: o tipo A prevê a alteração de áreas da edificação, o acréscimo de aberturas e novas instalações, a alteração de diferentes sistemas – instalações hidráulico- -sanitárias, elétricas, de gás, dados e comunicações, ar condicionado, sistemas de automação e outras, além da impermeabilização de coberturas. O tipo B, embora trabalhe com as instalações prediais listadas para o tipo A, deverá manter as características originais dessas instalações. Para a execução de reformas do tipo A, a normatização técnica aplicável recomenda que sejam contratadas, para cada tipo de instalação, organizações ou profissional liberal que exerça função na qual são exigidas qualificação e competência técnica específica, conforme normatização aplicável. Para as do tipo B, organização ou pessoa que tenha recebido capacitação, orientação e responsabilidade de profissional e que trabalhe sob responsabilidade de profissional habilitado.

Tais requisitos, aplicáveis ao tipo A e ao tipo B, respectivamente, correspondem à definição, em norma, de empresas
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Q3344601 Arquitetura
Considere a situação a seguir, que representa uma área de atendimento ao público.

Q17.png (336×304)

(Manual de Padrão de Ocupação e Dimensionamento de Ambientes em Imóveis Institucionais da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional)

Com base nas convenções de desenho técnico para representação em planta, a figura pode ser associada a um espaço em que, internamente,
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Q3344600 Arquitetura
No projeto de um edifício administrativo, prevê-se que parte do andar térreo será ocupada por vagas de estacionamento. A geometria do andar, em especial no que diz respeito ao espaço total disponível para o estacionamento e ao posicionamento de pilares, já está definida, restando quantificar o número de vagas cobertas que será possível implantar nesse espaço, para que possa ser dimensionado o restante do estacionamento, fora do edifício. Para isso, a chefia do setor de arquitetura solicitou que seja determinado o espaço necessário para que um veículo faça as curvas no percurso entre a entrada e saída do estacionamento e os corredores de acesso, previstos no layout inicial.

As condições do problema são: quatro fileiras de vagas, com vagas a 90º em relação aos acessos; dois corredores de acesso às vagas, paralelos entre si; mão única de direção nos acessos às vagas e ao estacionamento; percurso com alguma sinuosidade e que envolve curvas de até 90º, sempre para a direita; acesso de veículos de passeio, somente, até o tamanho grande (uma SUV, por exemplo), que deverá ser utilizado como veículo padrão para o estudo; baixíssima velocidade nos trechos em curva, podendo, para fins do estudo das mudanças de direção, considerar que o veículo está praticamente parado e, podendo-se também desprezar efeitos de aceleração centrífuga, derrapagem do veículo ou habilidade na condução do veículo.

O problema, então, é determinar, ao longo da trajetória do veículo em curva, qual o espaço ocupado pelo veículo, a partir do qual será definida a geometria da curva. Esse espaço corresponde à largura entre as trajetórias dos pneus mais a sobrelargura correspondente ao deslocamento das extremidades do veículo.

Nessas condições, os pontos da trajetória do veículo correspondentes aos raios das curvas que delimitam teoricamente esse espaço, (i) externamente e (ii) internamente, serão definidos, respectivamente, pelo canto externo
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Q3344599 Arquitetura
O projeto de um edifício de uso educacional, a ser executado em cidade do interior paulista, é formado por duas lâminas de dois pavimentos, térreo e superior, com 25 m de comprimento, paralelas entre si, situadas no mesmo plano, distando 35 m uma da outra.

A estrutura, formada por lajes planas maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção retangular, será executada em concreto armado moldado in loco. Por conta das cargas elevadas previstas devido a usos específicos das lâminas e das características do subsolo, que apresenta características homogêneas em termos de resultados de sondagens, foram definidas fundações profundas em estacas pré-moldadas.
As vigas longitudinais das lâminas (vigas do tipo A) são vigas transversais às lâminas (vigas do tipo B) serão biapoiadas, vencendo vão de 7,20 m, com balanços de 1,80 m nas faces voltadas para o entorno, sem balanços nas faces voltadas para o espaço entre as lâminas. Uma estrutura de 35 x 10 m, colocada logo acima do nível da cobertura das lâminas, ligando-as uma à outra, vence o vão de 35 m apoiada apenas em pilares incorporados às duas lâminas, sendo estruturada por vigas também isostáticas (vigas tipo C). Essa estrutura é formada por uma laje plana maciça estruturada por uma malha de três vigas longitudinais (as vigas tipo C) e por vigas transversais – nas bordas e mais duas em posições intermediárias ao longo do vão maior.

Na concepção estrutural, prevê-se que as vigas do tipo B sejam concretadas juntamente com os pilares que lhes dão apoio, sem necessidade de aparelhos de apoio. Já no caso das vigas do tipo C, o partido arquitetônico, inspirado em obras da arquitetura paulista, de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, propõe destacar volumetricamente a viga, minimizando, como volumetria, os pontos de apoio. Para isso, em um dos lados da estrutura, as vigas de tipo C serão apoiadas em aparelhos de apoio de neoprene, travados de modo a não permitir movimentação horizontal, apenas o giro, e, no outro apoio, em roletes que permitirão tanto o giro quanto a movimentação horizontal na direção do eixo da viga.

Tal diferença entre vigas do tipo B e vigas do tipo C, quanto à solução nos apoios, deve-se principalmente
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Q3344598 Arquitetura
No condicionamento acústico de auditórios, uma solução que se emprega – por exemplo, em projetos como o da Sala São Paulo –, é recorrer a partes móveis que alteram o volume do ambiente. Em outros casos, controlam-se as características de reflexão/absorção acústica das superfícies internas do auditório. Alterando-se essas variáveis, é possível adequar um auditório às diferentes necessidades de clareza e inteligibilidade características das diferentes atividades – que empregam voz humana, música de pequenos conjuntos, música orquestral e outras, amplificadas ou não –, em termos dos requisitos de
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Q3344597 Engenharia Civil
Um projeto de edificação em quatro pavimentos está sendo concebido para uso por uma unidade de ensino de uma universidade pública paulista. A estrutura, em concreto armado moldado in loco, é constituída por lajes maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção circular, apresentando uma malha regular de 7,20 x 7,20 m entre eixos de pilares, com três eixos longitudinais. Foram previstos balanços de 1,60 m na direção transversal, que alojarão a circulação horizontal dos pavimentos. Em um trecho dessa malha, para abrigar um auditório no pavimento térreo, prevê-se um grande vão estrutural – da ordem de 14,40 m na direção transversal, mantido o espaçamento entre pilares na outra direção. Em uma primeira versão do estudo preliminar desse projeto, a distribuição de usos previa que o acervo da biblioteca ficaria no primeiro andar do prédio, nesse trecho sobre o auditório. Avaliando essa primeira proposta, a equipe de engenharia questionou essa decisão, argumentando que a equipe de arquitetura deveria considerar os impactos dessa solução sobre a economicidade da estrutura, em uma avaliação estrutural preliminar, para a qual essa equipe estava profissionalmente habilitada.

Tal avaliação estrutural preliminar levaria em conta, para o equacionamento do problema descrito, que (i) os momentos fletores M máximos e (ii) as cortantes V máximas serão proporcionais, respectivamente, ao resultado da multiplicação dessa carga linear pelo
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Q3344596 Arquitetura
O auditório de um edifício a ser projetado será situado no pavimento térreo, prevendo-se que a estrutura que cobre o vão principal – que contém o palco e a plateia – seja independente da estrutura do restante do edifício. O partido arquitetônico do projeto prevê vencer esse vão principal por meio de pórticos triarticulados paralelos entre si, sobre os quais será apoiada a estrutura da cobertura desse auditório. O detalhamento do projeto de arquitetura irá suscitar uma série de questões de compatibilização entre soluções de projetos especializados e da arquitetura – cumeeira da cobertura do auditório, encontro entre cobertura do auditório e cobertura do restante do edifício, dispositivos de ventilação permanente de forros, fixação de componentes acústicos, fixação de instalações e outros – e as possibilidades de movimentação ou não da estrutura. Tais possibilidades – movimentação horizontal, giro – devem ser especialmente observadas nos vínculos correspondentes a esse tipo de estrutura. 

Considerem-se, então, os vínculos estruturais previstos nesse pórtico: (i) a articulação central e (ii) os apoios. Para que essa estrutura de apoio seja caracterizada como pórtico triarticulado, uma estrutura isostática, os elementos (i) e (ii) deverão ser constituídos por vínculos 
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Q3344595 Arquitetura
Uma disciplina de graduação ofertada por uma instituição de ensino superior paulista adotará métodos que se baseiam na prática pedagógica denominada aprendizagem invertida ou sala de aula invertida. O método empregado pressupõe o trabalho de conteúdos, individualmente ou em grupos, em sala de aula, bem como a discussão de soluções, em grupos, de problemas determinados, associados a esses conteúdos, previamente a uma eventual explicação mais geral por parte do professor. Serão ofertadas 25 vagas, com utilização de sala de aula existente, cujas configuração e dimensões são similares aos padrões correntes preconizados pela FDE para o ensino médio.

Tais práticas demandarão do ambiente arquitetônico sala de aula, dentre outros,
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Q3344594 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Sustainability is a big buzzword in modern architecture – and not just when building the world’s tallest wooden skyscraper. According to the Green Building Council – an authority on sustainable buildings and communities in Australia – the built environment accounts for nearly 40% of “global energy related carbon emissions,” with materials and construction alone accounting for 11% of that global total. But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected, there will be no mistaking how central sustainability was to the project. Why? Because it would stand as the tallest wooden skyscraper in the world.

    Envisioned by an Australian architecture firm, C6 (the project’s name, which is derived from its location at 6 Charles Street) aims to incorporate hybridized timber not just for floor paneling, but as an essential structural element throughout all of its 50 stories, making up a substantial amount of the project’s total materials. As a result, the architecture firm claims that C6 will use “around 45% less concrete than a traditional building of a similar scale”.

    There’s no timeline for the completion of C6 just yet. But don’t be surprised if this landmark inspires other sustainable-minded architects to eclipse its benchmark by the time residents are moving in.


(https://www.architecturaldigest.com/story/, 12.10.2023) 
In the third paragraph, the expression this landmark refers to the following expression from the first paragraph: 
Alternativas
Q3344593 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Sustainability is a big buzzword in modern architecture – and not just when building the world’s tallest wooden skyscraper. According to the Green Building Council – an authority on sustainable buildings and communities in Australia – the built environment accounts for nearly 40% of “global energy related carbon emissions,” with materials and construction alone accounting for 11% of that global total. But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected, there will be no mistaking how central sustainability was to the project. Why? Because it would stand as the tallest wooden skyscraper in the world.

    Envisioned by an Australian architecture firm, C6 (the project’s name, which is derived from its location at 6 Charles Street) aims to incorporate hybridized timber not just for floor paneling, but as an essential structural element throughout all of its 50 stories, making up a substantial amount of the project’s total materials. As a result, the architecture firm claims that C6 will use “around 45% less concrete than a traditional building of a similar scale”.

    There’s no timeline for the completion of C6 just yet. But don’t be surprised if this landmark inspires other sustainable-minded architects to eclipse its benchmark by the time residents are moving in.


(https://www.architecturaldigest.com/story/, 12.10.2023) 
The word timber, as used in the second paragraph of the text, can be understood as 
Alternativas
Q3344592 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Sustainability is a big buzzword in modern architecture – and not just when building the world’s tallest wooden skyscraper. According to the Green Building Council – an authority on sustainable buildings and communities in Australia – the built environment accounts for nearly 40% of “global energy related carbon emissions,” with materials and construction alone accounting for 11% of that global total. But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected, there will be no mistaking how central sustainability was to the project. Why? Because it would stand as the tallest wooden skyscraper in the world.

    Envisioned by an Australian architecture firm, C6 (the project’s name, which is derived from its location at 6 Charles Street) aims to incorporate hybridized timber not just for floor paneling, but as an essential structural element throughout all of its 50 stories, making up a substantial amount of the project’s total materials. As a result, the architecture firm claims that C6 will use “around 45% less concrete than a traditional building of a similar scale”.

    There’s no timeline for the completion of C6 just yet. But don’t be surprised if this landmark inspires other sustainable-minded architects to eclipse its benchmark by the time residents are moving in.


(https://www.architecturaldigest.com/story/, 12.10.2023) 
O trecho do segundo parágrafo – which is derived from its location at 6 Charles Street – apresenta
Alternativas
Q3344591 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Sustainability is a big buzzword in modern architecture – and not just when building the world’s tallest wooden skyscraper. According to the Green Building Council – an authority on sustainable buildings and communities in Australia – the built environment accounts for nearly 40% of “global energy related carbon emissions,” with materials and construction alone accounting for 11% of that global total. But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected, there will be no mistaking how central sustainability was to the project. Why? Because it would stand as the tallest wooden skyscraper in the world.

    Envisioned by an Australian architecture firm, C6 (the project’s name, which is derived from its location at 6 Charles Street) aims to incorporate hybridized timber not just for floor paneling, but as an essential structural element throughout all of its 50 stories, making up a substantial amount of the project’s total materials. As a result, the architecture firm claims that C6 will use “around 45% less concrete than a traditional building of a similar scale”.

    There’s no timeline for the completion of C6 just yet. But don’t be surprised if this landmark inspires other sustainable-minded architects to eclipse its benchmark by the time residents are moving in.


(https://www.architecturaldigest.com/story/, 12.10.2023) 
No trecho do primeiro parágrafo – But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected –, a palavra em negrito é equivalente em português a 
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Q3344590 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Sustainability is a big buzzword in modern architecture – and not just when building the world’s tallest wooden skyscraper. According to the Green Building Council – an authority on sustainable buildings and communities in Australia – the built environment accounts for nearly 40% of “global energy related carbon emissions,” with materials and construction alone accounting for 11% of that global total. But once a recently approved residential high-rise in Perth, Australia, is erected, there will be no mistaking how central sustainability was to the project. Why? Because it would stand as the tallest wooden skyscraper in the world.

    Envisioned by an Australian architecture firm, C6 (the project’s name, which is derived from its location at 6 Charles Street) aims to incorporate hybridized timber not just for floor paneling, but as an essential structural element throughout all of its 50 stories, making up a substantial amount of the project’s total materials. As a result, the architecture firm claims that C6 will use “around 45% less concrete than a traditional building of a similar scale”.

    There’s no timeline for the completion of C6 just yet. But don’t be surprised if this landmark inspires other sustainable-minded architects to eclipse its benchmark by the time residents are moving in.


(https://www.architecturaldigest.com/story/, 12.10.2023) 
O primeiro parágrafo do texto informa que
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Q3344589 Noções de Informática
Tem-se a seguinte planilha, criada no Google Planilhas, em sua configuração padrão, em português do Brasil, não configurada para sempre usar os nomes de funções em inglês.

Q5.png (165×170)

No intervalo entre B2 e B6 o usuário adicionou uma caixa de seleção, através do menu Inserir, opção Caixa de seleção. Na célula B7, o usuário inseriu uma função para contar a quantidade de itens, entre B2 e B6, em que as caixas de seleção estejam selecionadas. É a função:
Alternativas
Respostas
1161: C
1162: C
1163: B
1164: D
1165: E
1166: E
1167: D
1168: D
1169: E
1170: C
1171: A
1172: B
1173: D
1174: C
1175: E
1176: C
1177: D
1178: C
1179: A
1180: B