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Um estudante de seis anos de idade, é trazido à Emergência hospitalar apresentando dor abdominal, inicialmente epigástrica e, posteriormente, em flanco direito. Apresenta quadro de febre (38,5 ºC), distensão abdominal e vômitos. O quadro iniciou-se há pouco mais de 24 horas, com piora progressiva. A família relata história de episódios de fezes escuras com odor fétido desde quando era lactente. Ao exame físico, demonstrou dor à palpação do flanco direito, mais intensa em fossa ilíaca direita. A ausculta abdominal indicou ruídos hidroaéreos metálicos intervalados por períodos de ausência de ruídos. Ele foi internado.
Foram realizados alguns exames, com os seguintes resultados:
• Leucócitos = 16.500/mm3 (VR: 5.500 - 6.500/mm3);
• Neutrófilos = 11.000/mm3;
• Bastões = 1.700/mm3.
A radiografia do abdome evidenciou dilatação e edema de alças do intestino delgado com nível hidroaéreo. O ultrassom abdominal resultou sugestivo de abscesso em região de íleo terminal.
A principal hipótese diagnóstica e a conduta recomendada diante desse quadro são, respectivamente,
Diante desse quadro, que outra conduta deveria ser tomada pela equipe?
Considerando os dados apresentados, qual o diagnóstico mais provável nesse caso?
O diagnóstico mais possível e o tratamento inicial correto para esse paciente são, respectivamente,
Nessa situação, qual a conduta imediata indicada?
Uma paciente de 19 anos estava jogando handebol em uma competição da faculdade, quando, ao saltar para arremesso da bola, desequilibrou-se e “pisou em falso”. Queixa-se de muita dor no local. Ao exame físico local, nota-se edema (+2/4+), discreto hematoma e dor à palpação do maléolo lateral. Não consegue apoiar o pé no chão devido à dor. As duas imagens abaixo mostram duas incidências de radiografia simples do tornozelo da paciente.

Considera-se a conduta mais apropriada para essa paciente o(a)
Com base nas Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C do Ministério da Saúde de 2013, conclui-se que não houve resposta ao telaprevir. Em vista disso, qual é o esquema terapêutico recomendado para essa paciente?
Considerando a necessidade de organização de uma rede integrada de serviços, quais seriam as estratégias necessárias para a redução dos casos?
Qual o provável diagnóstico diante desse quadro?
Diante do quadro clínico apresentado, além de manter acompanhamento ambulatorial, constitui conduta adequada
Qual a conduta adequada nesse caso em relação à utilização do checklist do protocolo de cirurgia segura de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)?
Para confirmação da provável hipótese diagnóstica deve-se realizar
Diante do quadro apresentado, qual seria o tratamento mais indicado?
Quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta apropriada a ser estabelecida nesse caso?
A melhor conduta para o caso clínico relatado é
Idade gestacional = 38 semanas;
Peso do RN = 2.900 g;
Comprimento = 49 cm;
Apgar = 8/9;
Tipagem sanguínea do RN = O positivo;
ipagem sanguínea da mãe = O positivo;
Ausência de intercorrências no nascimento.
Quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta adequada nesse caso?
Além do afastamento das crianças com lesões, até que todas, estejam em crostas, quais são as outras medidas profiláticas necessárias?
No planejamento da alta hospitalar para esta paciente, além de orientá-la quanto aos sinais de alerta para infecção da ferida, deve-se
Diante desse quadro, seria mais recomendado
Analisando esse evento, segundo as atribuições de participação dos entes federativos no SUS (Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 e Portaria nº 1.378, de 9 de Julho de 2013), é correto afirmar-se que