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A análise ambiental é o estudo do ambiente organizacional para identificar os fatores ambientais que podem influenciar significativamente as operações organizacionais. Um dos componentes normalmente considerado parte do ambiente geral é o componente:
O processo de assegurar que uma organização possua e se beneficie do uso de uma estratégia organizacional adequada é denominado:
No planejamento estratégico, deve ser seguido um princípio que estabelece que os gerentes devem comprometer recursos para planejar, somente se puderem antever, em um futuro previsível, um retorno sobre as despesas de planejamento como resultado da análise de planejamento de longo alcance. Esse princípio é denominado:
O processo de tomada de decisão em grupo em que o feedback negativo sobre qualquer alternativa sugerida por qualquer membro do grupo é proibido, até que todos os membros tenham apresentado alternativas que consideram valiosas, é denominado:
A ferramenta gráfica de tomada de decisão usada normalmente para avaliar decisões que envolvem uma série de etapas é denominada:
Objetivos adequados são fundamentais para o sucesso de qualquer organização. Theodore Levitt sugeriu que uma organização deveria estabelecer três tipos de objetivos, que seriam os de curto prazo, prazo intermediário e longo prazo, e que deveriam ser atingidos, respectivamente, em:
Peter Drucker aconselhava os gerentes a estabelecer objetivos do sistema gerencial em oito áreas distintas, dentre elas:
De acordo com Samuel C. Certo, o planejamento consiste em seis etapas:
I - Desenvolver premissas sobre as quais cada alternativa se baseia;
II - Definir os objetivos organizacionais;
III - Colocar os planos em ação;
IV - Desenvolver planos para perseguir a alternativa escolhida;
V - Enumerar formas alternativas de atingir os objetivos
VI - Escolher a melhor alternativa para atingir os objetivos.
A alternativa que melhor mostra a seqüência do início ao fim das etapas descritas acima é:
C.W.Roney indica que o planejamento organizacional tem dois tipos de objetivos que são:
Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.
O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.
Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.
Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes).
O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.
O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.
O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.
É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.
(LEITE, Marcelo. Folha de São Paulo: 30 / 10 / 2005.)
Leiam-se as seguintes proposições:
I - “Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias) ” (5º §).
II - “Desse reservatório, pode ser transmitido para pessoas” (5º §).
III - “Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo” (7º §).
IV - “Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança” (8º §).
Deve ser interpretado, não como certo, mas como passível de realizar-se, o conteúdo expresso: