Questões de Concurso Para ufgd

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Q421177 Psiquiatria
Em relação ao transtorno de personalidade esquizoide, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421176 Psiquiatria
Em relação à amnésia dissociativa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421175 Psiquiatria
Em relação à hipocondria, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421174 Psiquiatria
Em relação ao transtorno conversivo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421173 Psiquiatria
Em relação ao transtorno de somatização, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421170 Raciocínio Lógico
Observe a sequência a seguir:

35; 42; 49; 56;...

Qual é o sétimo termo desta sequência?
Alternativas
Q421165 Português
                        Pensando livremente sobre o livre arbítrio 

                                                                                                Marcelo Gleiser

      Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
      A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
      Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
      A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
      Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
      Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
      Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana. 

                        http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/ 1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.


Em “...fica muito difícil atribuí-la...” o pronome destacado retoma
Alternativas
Q421162 Português
                        Pensando livremente sobre o livre arbítrio 

                                                                                                Marcelo Gleiser

      Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
      A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
      Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
      A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
      Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
      Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
      Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana. 

                        http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/ 1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.


Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a seguir
Alternativas
Q406347 Biomedicina - Análises Clínicas
A síflis é uma doença sexualmente transmissível causada pelo espiroqueta Treponema pallidum. Assinale a alternativa que apresenta o exame confrmatório para diagnóstico dessa patologia.
Alternativas
Q406346 Biomedicina - Análises Clínicas
As reações antígeno-anticorpo, detectáveis através de reações enzimáticas, são características do seguinte exame:
Alternativas
Q406345 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente do sexo masculino chega ao laboratório com solicitação de exame bacterioscópico de secreção uretral para diagnóstico de gonorreia. Assinale a alternativa que indica qual o achado nesse exame caso seja positivo para essa patologia.
Alternativas
Q406344 Técnicas em Laboratório
Das vidrarias mencionadas a seguir, assinale a alternativa com a vidraria que NÃO mede nem transporta volumes.
Alternativas
Q406343 Biomedicina - Análises Clínicas
Existem diferentes métodos de diagnóstico de parasitoses intestinais, o método de Faust é um dos mais utilizados na prática laboratorial. Levando em consideração esse método, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q406342 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente com 34 anos, portador do vírus HIV, apresenta sintomas de insufciência respiratória, e, devido à imunossupressão e o quadro clínico, o médico solicita um exame de sorologia para Paracoccidioidomicose. Assinale a seguir a alternativa que aponta qual é este exame.
Alternativas
Q406341 Biomedicina - Análises Clínicas
A acetona e o acetoacetato reagem com o nitroprussiato de sódio em presença de álcali para formar um complexo de cor púrpura. Este método permite identifcar acetoacetato e acetona na urina. Assinale a alternativa que aponta qual é este método.
Alternativas
Q406340 Biomedicina - Análises Clínicas
Um exame de urina EAS com nitrito positivo é indicativo de.
Alternativas
Q406339 Biomedicina - Análises Clínicas
sinale a alternativa que indica o meio de cultura utilizado para identifcar o crescimento de Staphilococcus aureus, pela fermentação deste meio contendo 7,5% de cloreto de sódio.
Alternativas
Q406338 Biomedicina - Análises Clínicas
No laboratório de microbiologia, chega uma secreção de orofaringe para identifcação do microrganismo causador de amidalite de repetição. Assinale a alternativa que aponta a prova de triagem que seguramente difere estreptococos de estaflococos.
Alternativas
Q406337 Biomedicina - Análises Clínicas
As bactérias têm uma grande capacidade de adquirir resistência aos antimicrobianos por diferentes mecanismos de resistência. A enzima que produzida por uma bactéria confere resistência ao antimicrobiano Imipenem é chamada de:
Alternativas
Q406336 Biomedicina - Análises Clínicas
A AIDS é uma síndrome causada pelo vírus HIV (vírus da imunodefciência humana). Em relação às características desse vírus, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1321: E
1322: D
1323: B
1324: C
1325: A
1326: E
1327: D
1328: B
1329: B
1330: E
1331: A
1332: C
1333: E
1334: E
1335: C
1336: A
1337: D
1338: B
1339: C
1340: E