Foram encontradas 1.017 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
TEXTO 2


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.
TEXTO 2


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.
I. O texto denota complexidade narrativa, por apresentar personagens multifacetados e imprevisíveis.
II. O enunciador utiliza o humor para suavizar um episódio simbólico do futebol brasileiro, que se configura como um elemento representativo da cultura e do esporte.
III. No texto, são abordados elementos que estão além do futebol, a exemplo da atuação específica de jogadores, do financiamento e de uma possível infração ética por parte da seleção da Alemanha.
IV. Para além da crítica sobre a derrota do Brasil para a Alemanha, o autor realiza paralelos entre o imaginável e o inimaginável, bem como suposições para atingir uma catarse coletiva em relação ao episódio.
Está correto somente o que se afirma em
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
I. “mas coragem para morrer, também não tinha ainda”(linhas 06-07) — adversidade e adição.
II. “pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis” (linhas 16-18) — explicação e finalidade.
III. “a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia” (linhas 19-21) — finalidade e transitoriedade.
Estão corretas as complementações contidas em
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
TEXTO 1

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33.
Os métodos contraceptivos (MC) têm diversas formas de apresentações, indicação de uso, assim como vantagens e desvantagens. Suas características podem ser definidas pela eficácia, efeitos secundários, aceitabilidade, disponibilidade, facilidade de uso e reversibilidade. Com base no exposto, associe as duas colunas, relacionando o MC com sua respectiva vantagem de uso e assinale a alternativa que apresenta a sequencia correta dos números na segunda coluna.


JAS, mulher gestante, 22 anos, foi recebida em um ambulatório para realização de consulta de pré-natal de alto risco e exames de imagem especializado. Tinha chegado acompanhada de policiais, pois cumpria pena de privação de liberdade. G4P2A1(partos vaginais), apresentava-se consciente, orientada, respirava espontaneamente e comunicava-se verbalmente quando questionada sobre seu tratamento. Os demais sinais vitais apresentavam-se fisiológicos. Com base nesse caso, julgue os itens a seguir e assinale a opção correta.
I. Tratando-se de uma pessoa em privação de liberdade, deve-se restringir a movimentação dos membros superiores da mesma por meio do uso de algemas em todos os momentos de sua estadia na instituição, exceto durante o trabalho de parto, parto e puerpério imediato.
II. As gestantes que precisarem de encaminhamento para atendimento de pré-natal de alto risco, como o do caso especificado, devem ser referenciadas, seguindo o mesmo fluxo que é seguido para gestantes sem restrições de liberdade, sempre mantendo o vínculo e o acompanhamento compartilhado com a atenção primária prisional.
III. A equipe responsável pelo cuidado deve ter conhecimento da rede assistencial do município e da região de saúde onde são realizados exames de pré-natal. Deve-se saber ainda os serviços de referência para atendimento de possíveis intercorrências na gestação e sobre as formas de deslocamento.
IV. As gestantes terão acesso ao parto na rede municipal com todos os seus direitos garantidos, sem uso de algemas durante procedimentos de saúde que antecedem o parto, durante o trabalho de parto e na fase de puerpério conforme Lei Federal n° 13.434/2017, assim como direito a acompanhante conforme Lei Federal n° 11.108/2005.
V. Nas consultas de pré-natal, a gestante precisa ser orientada sobre seus direitos em saúde relacionados ao parto e ao puerpério. O acesso a todos os exames deve ser realizado exclusivamente dentro da unidade prisional ao qual ela está encarcerada.
A sífilis em gestantes representa um agravo prioritário na política de saúde do Brasil, sendo sua notificação compulsória instituída por meio da Portaria nº 33, de 14 de julho de 2005. A vigilância epidemiológica insere-se como estratégia para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações de controle desse relevante problema de saúde pública. Com isso, considere a figura 1 e as afirmações abaixo:

Fonte: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), atualizado em 30/06/2023.
FIGURA 1. Distribuição percentual de gestantes segundo idade gestacional no momento do diagnóstico de sífilis, por região de residência e ano de diagnóstico. Brasil, 2018 a 2022.
Nesse cenário, no âmbito da vigilância epidemiológica, observam-se dados sobre os casos de sífilis em gestantes no Brasil, de 2012 a 2022, de acordo com as informações obtidas a partir dos sistemas de informação utilizados para a sua elaboração. No decorrer dos anos apresentados, de acordo com a distribuição dos números confirmados, aprecie as afirmações a seguir:
I. Em 2022, as regiões Sul (55,2%) e Sudeste (52,4%) apresentaram os maiores percentuais de gestantes com diagnóstico de sífilis no primeiro trimestre gestacional, enquanto a região Nordeste teve 40,0% das gestantes com diagnóstico no terceiro trimestre.
II. No período de 2018 a 2022, foram notificados no país 537.401 casos de sífilis em gestantes, as taxas de detecção de gestantes com sífilis têm mantido crescimento constante em todas as regiões do país, principalmente quando observado o seu diagnóstico no primeiro trimestre.
III. O percentual de gestantes com sífilis diagnosticadas no terceiro trimestre foi maior na região nordeste em comparação com as outras regiões durante os 5 anos consecutivos, representado na figura. No entanto, para eliminar a sífilis congênita, faz-se necessário envidar esforços para que o diagnóstico precoce seja implementado em tempo oportuno para iniciar o tratamento e evitar a transmissão vertical, além de alcançar uma cobertura de tratamento materno adequado igual ou superior a 95%, de acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde.
IV. Embora se observe um aumento dos casos de sífilis na gestação em quase todo o país, principalmente nos últimos anos, destaca-se que houve uma pequena redução em alguns estados dos diagnósticos no ano de 2020 e 2021. Vale ressaltar que parte dessa redução pode estar relacionada à subnotificação de casos, em virtude da mobilização local dos profissionais de saúde ocasionada pela pandemia de covid-19.
Em relação às informações expostas, marque a opção que apresenta somente itens corretos:
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.