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No caso clínico clínico acima apresentado, deve-se
I administrar os medicamentos prescritos para aliviar a dor e para tratar as manifestações clínicas, devendo ser usados os anti-inflamatórios, corticosteroides e antimaláricos.
II permitir banhos de sol diários para melhora das lesões cutâneas e da alopecia.
III verificar os sinais vitais, com atenção especial à temperatura.
IV fornecer oportunidades para a paciente verbalizar os sentimentos.
V proporcionar interação com outros pacientes que enfrentem dificuldades semelhantes, a fim de compartilhar as dificuldades e obter apoio.
A quantidade de itens certos é igual a
I É proibido ao profissional de enfermagem deixar de prestar assistência em qualquer situação que se caracterize como urgência.
II As relações profissionais devem ser fundamentadas no direito, na prudência, no respeito, na solidariedade e na diversidade de opinião e posição ideológica.
III Em caso de greve dos profissionais, todos os serviços devem ser suspensos e o profissional tem respaldo legal para adiar atendimentos que não comprometam a vida do paciente.
IV O profissional que deixar de registrar no prontuário do paciente as informações inerentes ao processo de cuidar poderá sofrer penalidades.
V Um segredo confiado ao profissional de enfermagem em virtude da sua profissão não precisa ser mantido em caso de falecimento da pessoa envolvida.
A quantidade de itens certos é igual a
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
I realizar o controle hídrico rigoroso, medir e anotar a ingestão oral de líquidos e a infusão por via venosa.
II controlar a dirurese, anotar e medir todo volume urinário, indicando as características da urina.
III pesar a paciente diariamente e anotar o peso.
IV controlar e anotar os sinais vitais.
V orientar o repouso absoluto no leito em posição de Fowler.
A quantidade de itens certos é igual a
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta e com base na Lei n.º 8.112/1990.
Um argumento é uma afirmação na qual uma dada sequência finita — p1, p2, ..., pn, n ≥1 — de proposições tem como consequência uma proposição final q. A esse respeito, considere o seguinte argumento.
< Ou Paulo fica em casa, ou ele vai ao cinema.
< Se Paulo fica em casa, então faz o jantar.
< Se Paulo faz o jantar, ele vai dormir tarde.
< Se Paulo dorme tarde, ele não acorda cedo.
< Se Paulo não acorda cedo, ele chega atrasado ao seu trabalho.
Sabendo-se que Paulo não chegou atrasado ao seu trabalho, de acordo com as regras de raciocínio lógico, é correto deduzir-se que Paulo