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Q4049171 Técnicas em Laboratório
Em laboratórios de saúde, são encontrados riscos comuns referentes a demais atividades ocupacionais, assim como expostos a riscos específicos relativos às atividades associadas ao envolvimento de agentes biológicos e/ou substâncias químicas. Sobre a biossegurança acerca dos agentes biológicos de doenças transmissíveis, assinale a afirmativa correta.
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Q4049170 Saúde Pública
A imunização da população com o uso de vacinas é uma ação principal e bastante importante para combater uma pandemia. O Brasil e o mundo sofreram, nos últimos dois anos, com a Covid-19. Com o surgimento da vacina para a imunização, é possível manter o controle da pandemia e, assim, reduzir os índices de infecção, internação e óbito. Observe o gráfico de imunização contra a Covid-19 em Urupês-SP: 
27.jpg (511×336)
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Q4049169 Técnicas em Laboratório
A norma ISO 6710.2 especifica as concentrações dos anticoagulantes, molaridade e proporção em relação à quantidade de sangue aspirada pelos tubos.
(Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica. Medicina Laboratorial para a Coleta de Sangue Venoso.)
Considerando o disposto, assinale a afirmativa correta.
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Q4049168 Biomedicina - Análises Clínicas
Com o intuito de evitar erros, bem como facilitar a identificação de cada tubo de coleta, foi instituída uma padronização internacional que especifica requisitos para os fabricantes. Dentre tais requisitos, foi estabelecido um código de cores nas tampas dos tubos, com a intenção de facilitar e diferenciar os aditivos contidos ou não nos tubos. Em relação às cores que foram estabelecidas para a sinalização e a identificação dos tubos, assinale a afirmativa correta.
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Q4049167 Saúde Pública
Sobre endemia e pandemia, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q4049166 Biomedicina - Análises Clínicas
Para realizar a coleta de sangue é bastante comum utilizar a seringa e a agulha; porém, a coleta sanguínea também pode ser feita por uma técnica de coleta de sangue a vácuo. Em relação à especificação dos materiais para coleta de sangue a vácuo, analise as afirmativas a seguir.
I. A agulha para coleta de sangue a vácuo pode ser bipolar, ou seja, tem duas pontas: uma maior (distal) que será inserida no braço do paciente e outra menor (proximal) recoberta por um manguito de borracha que perfura o tubo a vácuo no momento da coleta.
II. Algumas agulhas são siliconizadas e possuem o bisel em corte trifacetado a laser;têm como objetivo tornar a punção menos dolorosa além do fato de facilitar,também, a punção.
III. O adaptador para coleta de sangue a vácuo é uma peça de plástico; pode ser utilizado rosqueando a agulha de coleta múltipla de sangue a vácuo. Tal adaptador permite ao profissional que está realizando a coleta, uma melhor empunhadura e segurança na realização da coleta sanguínea.
Está correto o que se afirma apenas em 
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Q4049165 Técnicas em Laboratório
A coleta de sangue é um procedimento que exige do profissional conhecimento, habilidade, bem como alguns cuidados. Portanto, quando uma amostra de sangue é colhida, o profissional deverá seguir as seguintes etapas, EXCETO: 
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Q4049164 Técnicas em Laboratório
Considerando os dados evidenciados, assinale o valor do hematócrito de uma determinada paciente.
- Eritrócitos: 7,86 u3 ;
- Hemoglobina: 11,80 g/dL; e,
- Vol. Cor. Médio: (VCM) = 43,77fL.
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Q4049163 Biomedicina - Análises Clínicas
Em relação ao sistema ABO e Rh, assinale a afirmativa INCORRETA. 
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Q4049162 Biomedicina - Análises Clínicas
Em relação à tipagem ABO, assinale a afirmativa INCORRETA. 
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Q4049161 Biomedicina - Análises Clínicas
O sistema ABO, o mais importante grupo sanguíneo na medicina transfusional, foi descoberto em 1900 por Karl Landsteiner; entretanto, tal descoberta não foi a solução completa para questões relativas às reações hemolíticas transfucionais. Portanto, em 1937, Wiener e Landsteiner trouxeram a solução para o problema com a descoberta do fator Rh. Sobre os sistemas ABO e Rh, assinale a afirmativa correta. 
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Q4049160 Biomedicina - Análises Clínicas
Referem-se à técnica de Coombs indireto, EXCETO:
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Q4049159 Biomedicina - Análises Clínicas
De acordo com a Portaria nº 1.353/2011, assinale a afirmativa correta.
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Q4049158 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Brasileira, no que tange ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) proveniente dos recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dentre outras fontes, no âmbito da União, em relação à receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro, o percentual designado ao financiamento do SUS não poderá ser inferior a:
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Q4049157 Veterinária
O Brasil tem a maior e mais complexa rede de bancos de leite humano do mundo, sendo referência internacional por utilizar estratégias que aliam baixo custo e alta qualidade e tecnologia. A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH-BR) é uma iniciativa do Ministério da Saúde, por meio do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), e, atualmente, integra a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança e Aleitamento Materno (PNAISC).
(Ministério da Saúde.)
São competências do posto de coleta de leite humano as seguintes atividades, EXCETO: 
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Q4049156 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Os hospitais são instituição complexas, com densidade tecnológica específica, de caráter multiprofissional e interdisciplinar, responsável pela assistência aos usuários com condições agudas ou crônicas, que apresentem potencial de instabilização e de complicações de seu estado de saúde, exigindo-se assistência contínua em regime de internação e ações que abrangem a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação.
(Ministério da Saúde, Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 2013.)
De acordo com a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), os hospitais, além de prestar assistência, constituem-se, ainda, em espaços de educação, formação de recursos humanos, pesquisa e avaliação de tecnologias em saúde para a Rede de Atenção à Saúde (RAS). Considera-se apoio matricial na Política Nacional de Atenção Hospitalar: 
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Q4049155 Saúde Pública
O Programa Saúde na Hora foi lançado pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS) em maio de 2019 e passou por atualizações com a publicação da Portaria nº 397/GM/MS, de 16 de março de 2020. O Programa viabiliza o custeio aos municípios para implantação do horário estendido de funcionamento das Unidades de Saúde da Família (USF) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o território brasileiro.
(Disponível: www.gove.digital/saude/programa-saude-na-hora.)
O Programa Saúde na Hora prevê:
I. Ampliação ao acesso às ações e serviços considerados essenciais na Atenção Primária à Saúde (APS).
II. Redução do volume dos atendimentos dos usuários com condições de saúde de baixo risco em unidades de pronto atendimento e emergências hospitalares.
III. As Unidades de Saúde da Família (USFs) deverão ter como um dos horários de funcionamento doze horas diárias ininterruptas, de segunda-feira a sexta-feira, durante os cinco dias úteis na semana.
IV. Delimitação do acesso às ações e serviços considerados essenciais na Atenção Primária à Saúde, visando à excelência no atendimento aos usuários.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4049154 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é organizado de forma regionalizada e hierarquizada, desenvolvido pela conjunção das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde efetivados pelos entes federativos. São instituídas pelo Estado as Regiões de Saúde em consonância com os municípios de acordo com as diretrizes gerais pactuadas na Comissão de Intergestores Tripartite (CIT). Sobre as ações e os serviços exigidos minimamente nas instituições das Região de Saúde, marque V para as afirmativas verdadeiros e F para as falsas.
( ) Urgência e emergência.
( ) Atenção psicossocial.
( ) Vigilância em saúde.
( ) Atenção ambulatorial especializada e hospitalar.
A sequência está correta em
Alternativas
Q4049153 Português
Quem sabe Deus está ouvindo 

        Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia. 

        Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

        – Você vai criar um cajueiro aí? 

        Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

        – Mas é melhor arrancar logo, não é? 

        Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte. 

        Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. 

        Veio me mostrar: 

        – Eu comprei um vaso...

        – Ahn...

        Depois de um silêncio, eu disse:

        – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...

        Ela olhou a plantinha e disse com convicção:

        – Esse aqui não vai morrer, não senhor. 

        Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá- -lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer: 

        – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.

        Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade: 

        – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo... 

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.

(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
No trecho “Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa.” (6º§), as expressões destacadas expressam, respectivamente, ideia de:
Alternativas
Q4049152 Português
Quem sabe Deus está ouvindo 

        Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia. 

        Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

        – Você vai criar um cajueiro aí? 

        Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

        – Mas é melhor arrancar logo, não é? 

        Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte. 

        Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. 

        Veio me mostrar: 

        – Eu comprei um vaso...

        – Ahn...

        Depois de um silêncio, eu disse:

        – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...

        Ela olhou a plantinha e disse com convicção:

        – Esse aqui não vai morrer, não senhor. 

        Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá- -lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer: 

        – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.

        Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade: 

        – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo... 

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.

(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
Em “– Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...” (12º§), o sinal indicativo de crase foi aplicado adequadamente. Tal fato NÃO ocorre em:
Alternativas
Respostas
1541: A
1542: D
1543: A
1544: D
1545: A
1546: D
1547: C
1548: D
1549: C
1550: A
1551: D
1552: B
1553: A
1554: C
1555: D
1556: C
1557: C
1558: D
1559: D
1560: D