Questões de Concurso
Para bdmg
Foram encontradas 515 questões
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I. O atributo Num_agencia do tipo de entidade AGENCIA é conhecido como chave primária.
II. De acordo com as restrições de participação definidas, uma entidade de BANCO obrigatoriamente deve estar relacionada a pelo menos uma entidade de AGENCIA.
III. AGENCIA é um tipo de entidade fraca e POSSUI é um relacionamento identificador, cuja razão de cardinalidade é 1:N.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na etapa do projeto conceitual de banco de dados, o esquema conceitual é criado, usando um modelo de dados conceitual de alto nível como, por exemplo, o modelo Entidade-Relacionamento.
II. O resultado da fase de projeto lógico é um esquema de banco de dados no modelo de dados da implementação do SGBD como, por exemplo, o modelo relacional.
III. No projeto físico são especifcados, por exemplo, as estruturas de armazenamento interno e os índices.
Marque a alternativa CORRETA:

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas, de cima para baixo:
I. Planejamento, Projeto, Codificação e Teste são atividades de arcabouço do XP.
II. Cartões CRC (Class Responsibility Collaborator) são produtos de trabalho da atividade de projeto do XP.
III. O XP recomenda a programação em par durante a atividade de codificação.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um Diagrama de Interação mostra a interação entre um conjunto de objetos e seus relacionamentos, incluindo as mensagens que poderão ser trocadas entre eles.
II. Diagramas de Sequência e Diagramas de Colaboração são Diagramas de Interação e modelam aspectos dinâmicos de sistemas.
III. Diagramas de Colaboração dão ênfase à ordenação temporal das mensagens trocadas entre os objetos.
Marque a alternativa CORRETA:

I. A árvore de pesquisa é binária.
II. Percorrer a árvore, usando caminhamento central recupera as chaves 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, nesta ordem respectiviamente.
III. A árvore de pesquisa está balanceada.
Marque a alternativa CORRETA:

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas, de cima para baixo:
I. O número 10001 em binário corresponde ao número 17 na representação decimal.
II. D na representação hexadecimal corresponde ao número 1110 em binário.
III. BBB na representação hexadecimal corresponde ao número 3003 na representação decimal.
Marque a alternativa CORRETA:
(i) A Lua é feita de queijo.
(ii) Bento XVI é o Papa.
Suponha que o condicional “(i) -> (ii)” seja falso. Leia as quatro sentenças abaixo.
(I) A Lua não é feita de queijo.
(II) Bento XVI é o Papa.
(III) Bento XVI não é o Papa.
(IV) A Lua é feita de queijo.
Supondo a falsidade do condicional “(i) -> (ii)” é CORRETO afirmar que:
answer questions 16 to 25.
Questions 16 to 20: Choose the CORRECT alternative to
answer questions 16 to 20, according to TEXT 01.




You are in London for the first time. You go to a supermarket because you want to buy some fresh vegetables. You find the sign above near the till.
So you conclude that you can:
answer questions 16 to 25.
Questions 16 to 20: Choose the CORRECT alternative to
answer questions 16 to 20, according to TEXT 01.





Write True ( T ) or False ( F ).
If someone has a healthy diet, it is likely for this person to
( ) be helped to keep a healthy weight.
( ) be protected from most short-term illnesses.
( ) have the possibility of getting cancer increased.
Choose the right sequence:
Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilografia, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses.
Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de
número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre
que necessário.



João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então, viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em meio ao mar que avançava.
“Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.
Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções que ele enviou à Folha para aprovação e publicação. “Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não entenderam a charge.”
Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não era fazer uma piada.”
O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada, defende Montanaro. “É um desenho superimparcial. É inocente como o ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos críticos”.
Para o artista Allan Sieber, que também publica na Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da ilustração valeu a pena”.
O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra dos Gibis” (Companhia das Letras), afirma que quem perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores que se manifestaram contra.
“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto. É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.”
Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.
O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal “Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O jornal se retratou.
“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me incomodado, consigo entender por que alguns leitores se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editor- chefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”
Outra razão apontada para a má recepção é o desconhecimento do desenho original. “Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”
Há também a possibilidade de o leitor não estar acostumado ao gênero da charge. “As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres, mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o quadrinista Mauricio de Sousa.
O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda. “Quem está acostumado entende melhor desenhos como o de Montanaro. Outros veem as charges como necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”
Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas constroem uma imagem de irreverentes, de livres criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo comunicador tem de antecipar a reação do público e medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.
Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de fazer críticas”.
DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.
Observe a charge abaixo, de Angeli.

Um dos comentários presentes no texto V (página 5) referentes à charge de Montanaro pode ser também aplicado à charge acima, de Angeli. O profissional que faz esse comentário é:
Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilografia, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses.
Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de
número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre
que necessário.


base a doutrina.
A decisão de submeter uma controvérsia à arbitragem é normalmente feita pelas partes em uma relação jurídica por meio da chamada “______________________”, constante de contrato ou de documento à parte, prévios ao eventual litígio, que normalmente defne os poderes dos árbitros, o procedimento da arbitragem e outras questões relevantes.
base a doutrina.
base a doutrina.
TEXTO I
O BIRD (Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento - Banco Mundial) foi criado na Conferência de Bretton Woods, em 1944, tendo como principal objetivo a promoção do desenvolvimento mundial por meio da concessão de financiamentos e de projetos de cooperação.
TEXTO II
O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) visa a contribuir para o desenvolvimento econômico e social das Américas. Ele disponibiliza aos setores público e privado dos Estados americanos, recursos financeiros, por meio de empréstimos, doações e garantias, e oferece assessoria e assistência técnica na formulação de políticas públicas e de projetos de cooperação. Também pode conceder crédito a entidades subnacionais, como Estados da federação, autarquias e organizações da sociedade civil, sempre com o aval do Estado soberano onde se localizam, e outros bancos e organismos regionais americanos de fomento de desenvolvimento.
Baseando-se nos textos I e II acima, marque a alternativa CORRETA:
base a doutrina.
( ) Dois ordenamentos jurídicos distintos e totalmente independentes entre si – Dualismo.
( ) Uma ordem jurídica internacional e uma ordem jurídica interna – Monismo.
( ) Impossibilidade de conflito entre Direito Internacional e o Interno – Monismo.
( ) O Direito Internacional é que dirige a convivência entre os Estados, ao passo que o Direito interno disciplina as relações entre os indivíduos e entre estes e o ente estatal – Dualismo.
Marque a alternativa CORRETA, na ordem de cima para baixo: