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Q3532588 Química
Duas amostras, A e B, contendo os mesmos analitos foram preparadas da seguinte forma:

• Amostra A: dissolvida em 70% água / 30% metanol;
• Amostra B: dissolvida em 100% metanol.

Caso essas amostras sejam analisadas em um HPLC operando em modo isocrático, com fase móvel composta por 70% água / 30% metanol, qual das alternativas descreve o cromatograma esperado da amostra B em comparação com o da amostra A?

Note e adote:
Considere o volume de injeção de ambas como 20μL.
Alternativas
Q3532587 Química
Em um experimento, foi realizada a extração de pigmentos de folhas de espinafre utilizando propanona. Uma fração desse extrato foi inserida em uma coluna de vidro previamente preenchida com sílica condicionada com mistura de hexano/propanona (7:3 v/v) e procedeu-se a eluição do extrato com a mesma mistura. Foram coletadas três frações (1, 2 e 3), separando-as pela cor, conforme a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Os seguintes compostos foram identificados:

Fração 1: beta-caroteno; Fração 2: clorofila; Fração 3: luteína.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem crescente de polaridade desses pigmentos e a técnica analítica que possibilita a identificação dos compostos por comparação do sinal com soluções padrões.

Note e adote:
Massa molecular (u): beta-caroteno: 537; luteína: 569; clorofila: 894
Alternativas
Q3532586 Química
Para a determinação de CO e CO2 em uma amostra de gás natural, propõe-se a análise por cromatografia gasosa. Qual o detector acoplado ao GC mais indicado para essa análise?
Alternativas
Q3532585 Química
Um HPLC foi equipado com uma coluna de permeação em gel (GPC), de forma a ser usado como equipamento preparativo, ou seja, para realizar a purificação de extratos orgânicos para posterior análise por GC. Qual é o princípio da separação dos compostos que passam por essa coluna?
Alternativas
Q3532584 Química
Um GC que está equipado com um detector de captura de elétrons (ECD) é adequado para a análise de qual classe de compostos? 
Alternativas
Q3532583 Química
Ao injetar uma amostra contendo hidrocarbonetos no GC-MS, obteve-se o cromatograma apresentado na figura a seguir, que mostra a redução da resolução dos picos e o surgimento de cauda nestes, com o aumento do tempo de retenção.

Imagem associada para resolução da questão

As condições do equipamento são as seguintes:

• Coluna DB-MS 30 m, 0,25 mm, 0,25 um;
• Rampa do forno: 80 ºC (0,8 min), 80-325 ºC a 15 ºC/min, 325 ºC (2 min);
• Gás de arraste: He 40 cm/seg;
• Injetor: Splitless, 120ºC;
Liner: Focal sem lã de vidro;
• Detector: Linha de transferência: 200 ºC, Fonte: 100 ºC, Quadrupolo: 100 ºC.

Qual alternativa explica corretamente o problema e o que deve ser feito para resolvê-lo?  
Alternativas
Q3532582 Química
Ao longo de uma série de análises por GC-MS, após diversas injeções, observou-se a redução da razão sinal/ruído na linha de base, além do surgimento de picos não identificados no cromatograma. Ao injetar apenas o solvente, observou-se a mesma ocorrência. Qual das alternativas explica essas observações e como o problema pode ser sanado?
Alternativas
Q3532579 Noções de Informática
Durante o controle de despesas mensais, utilizou-se o Microsoft Excel, em português, para registrar os gastos com materiais de escritório. Os valores foram inseridos nas células de B2 até B6. Para calcular o total das despesas, deseja-se usar a função SOMA de forma correta e eficiente, sem somar célula por célula manualmente. Assinale a alternativa que apresenta a fórmula que se deve utilizar para obter corretamente o total entre as células B2 e B6.
Alternativas
Q3532576 Matemática
O menor número inteiro que é múltiplo de todos os inteiros entre 2 e o sexto número primo é:
Alternativas
Q3532566 Inglês

Texto para a questão



Leveraging Student Interests to Teach Critical Analysis



     Critical analysis often feels burdensome to students—an exercise in sorting hazy ideas with no clear payoff. Yet, when learners glimpse something of value—a “gem” amid the clutter—the process becomes not just manageable but invigorating. By tapping into topics they already care about, we can model the habits of mind involved in deep thinking before guiding students into unfamiliar territory. In this way, what begins as an exploration of personal passion becomes a transferable skill for any subject.


   First, invite students to choose a subject that genuinely interests them—whether it’s dissecting the social commentary in a favorite song or debating the ethics of a beloved athlete’s off-field behavior. Guide them through selecting an analytical angle, unpacking layers of meaning, and celebrating discoveries. As they experience critical analysis as an energizing process rather than a dry requirement, they build confidence in their own intellectual curiosity and learn to seek connections between ideas.


    Next, when faced with assignments that initially seem remote—say, an art critique or a historical essay—provide a lens that resonates with each student’s strengths. A budding fiction writer, for example, can approach a painting as she would a story: considering character, narrative arc, and emotional impact. By framing unfamiliar topics through familiar mindsets, you grant students an entry point that makes critical analysis feel both relevant and compelling.


    Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins. Rather than asking, “What does this mean?” shift to, “What does this mean to me?” Students might analyze ecological themes in a novel from their passion for climate justice, or reinterpret a political speech through the lens of family heritage. These personal connections transform assignments from obligatory tasks into opportunities for authentic inquiry.


    Ultimately, teaching critical analysis in this way moves learners from guided practice to independent exploration. By beginning with their interests, scaffolding new angles, and then inviting student-driven investigations, educators can help every learner—from the avid gamer to the reluctant essay-writer—carry these skills into diverse subjects. In doing so, critical analysis becomes not a chore but a doorway to richer understanding.



Edutopia, May, 1st, 2025 

Leia o excerto a seguir que apresenta um resumo, em inglês, do texto original:

“After modeling the analysis process through students’ interests and providing familiar lenses for new topics, the author suggests that in the final stage, students independently apply this method to subjects previously unknown to them.”

Em relação ao trecho apresentado, qual das situações descritas a seguir melhor exemplifica o estágio em que o aluno “tome o controle” do próprio processo de aprendizagem?
Alternativas
Q3532563 Inglês

Texto para a questão



How to write, according to the bestselling novelist of all time



     Everyone has a book inside them, or so the saying goes. In this day and age, those who want help coaxing the story out can receive instruction online from some of the world’s most popular authors. Lee Child and Harlan Coben, who have sold hundreds of millions of books between them, teach thriller writing; Jojo Moyes offers tips on romance yarns. And now Agatha Christie, the world’s bestselling writer of fiction, with more than 2 bn copies sold, is instructing viewers in the art of the whodunnit—even though she died in 1976.


     Christie’s course is the result not of recently unearthed archival footage, but artificial intelligence. BBC Maestro, an online education platform, brought the idea to the Christie family, which still controls 36% of Agatha Christie Ltd (AMC Networks, an entertainment giant, owns the rest). They consented to bring the “Queen of Crime” back to life, to teach the mysterious flair of her style.


     A team of almost 100—including Christie scholars as well as AI specialists—worked on the project. Vivien Keene, an actor, provided a stand-in for the author; Christie’s face was mapped on top. Crucially, Ms Keene’s eerily credible performance employs only Christie’s words: a tapestry of extracts from her own writings, notebooks and interviews.


    In this way, the creator of Hercule Poirot and Miss Marple shares handy writing tips, such as the neatest ways to dispatch fictional victims. Firearms bring ballistic complications. Be wary of poisons, as each works in a unique way. Novice authors can “always rely on a dull blow to the head”.


     Many of Christie’s writing rules concern playing fair. She practiced misdirection and laid “false clues” alongside true ones, but insisted that her plots do not cheat or hide key evidence: “I never deceive my readers.” In sections devoted to plot and setting, she explains how to plant key clues “in plain sight” and plan events with detailed “maps and diagrams”. She advises viewers to watch and listen to strangers on buses or in shops and to spice up motives for murder with a love triangle.


    Some of the most engaging sections come from “An Autobiography”, published posthumously in 1977: Poirot’s origins among the Belgian refugees who reached Devon during the First World War, or fond memories of her charismatic, feckless brother Monty, who had “broken the laws of a lot of countries” and provided the inspiration for many of Christie’s “wayward young male figures”.


    By relying on Christie’s own words, BBC Maestro hopes to avoid charges of creepy pedagogical deepfakery. At the same time, it is that focus on quotation which limits the course’s value as a creative-writing toolbox. The woman born Agatha Miller in 1890 speaks from her own time and place. She tells wannabe writers to use snowstorms to isolate murder scenes (as they bring down telephone wires) and cites the clue-generating value of railway timetables, ink stains and cut-up newspapers. These charming details are irrelevant to modern scribblers.


      Yet anachronism is not the course’s biggest flaw: it is that it lacks vitality. Christie enjoyed a richer life than learners will glean from this prim phantom: she was a wartime nurse (hence her deep knowledge of toxins), thwarted opera singer, keen surfer and archaeological expert who joined her second husband on digs in Iraq. Furthermore, her juiciest mysteries smash crime-writing rules. The narrator does it; the detective does it; all the suspects do it. Sometimes there’s no detective: in “The Hollow” (1946) Christie regretted that Poirot appeared at all. With its working-class antihero and gothic darkness, “Endless Night” (1967) shatters every Christie cliché. This high-tech, retrofitted version of the author feels smaller and flatter than the ingenious original.


The Economist, May, 8th, 2025


“Watch and listen to strangers on buses or in shops to gather ideas.”

Assinale a alternativa que transforma a recomendação direta citada em um pedido ou sugestão mais polida, sem alteração do seu sentido básico.
Alternativas
Q3532503 Engenharia Civil
Em relação às imagens II e IV, o nome técnico do instrumento utilizado é régua
Alternativas
Q3532491 Eletricidade
Uma sala deverá ser projetada para abrigar um processo de produção e exigirá 20 lâmpadas de LED com potência de 30 W cada, dois aquecedores elétricos com potência de 1800 W por unidade além de 3 tomadas de uso geral, dimensionadas para fornecer até 200 W individualmente. A tensão de alimentação será de 120 V. Qual é a potência total demandada e a respectiva corrente elétrica consumida? 
Alternativas
Q3532490 Engenharia Mecânica
Uma esteira transportadora deve operar a uma velocidade de 1,5 m/s quando carregada com uma carga 735 N (incluindo o peso da esteira) e poderá atingir até 2 m/s quando livre de cargas (somente o peso da esteira, igual a 75N). Qual deverá ser a potência fornecida por um motor selecionado para acionar a esteira, considerando que ele tenha um rendimento de 50 %? 
Alternativas
Q3532489 Física
Um aquecedor elétrico cuja resistência elétrica é de R = 7,33 Ω, é usado como fonte de calor para aquecer uma quantidade de 10 litros de água, que inicialmente encontra-se 18 oC. Este aquecedor deverá ser alimentado com uma tensão de 220 V e quando na potência máxima consume aproximadamente 30 A de corrente elétrica. Se este aquecedor ficar ligado por 5 minutos, qual é a temperatura que a água atinge?

Note e adote:
cágua ~ 4,2 kJ/kg.K
dágua = 1 
Alternativas
Q3532488 Eletricidade
Uma carga elétrica de 200 kC foi acelerada até atingir uma velocidade de 3,6x102 km/h. Após atingir esta velocidade a carga entra perpendicularmente em uma região onde o campo magnético gerado por uma fonte externa tem a intensidade de 5 μT. Determine a força que a carga deverá ser submetida ao interagir com o campo magnético.
Alternativas
Q3532487 Eletricidade
Um transformador elétrico (trafo) é um equipamento usado para reduzir ou aumentar a tensão em seus terminais de saída em comparação com a tensão de entrada. Constituído por duas bobinas com quantidades de espiras diferentes, montadas em um núcleo de material ferromagnético, elas são denominadas primárias e secundárias. Projetado para operar com uma tensão de entrada de 24 V o enrolamento primário deverá contar 100 espiras enquanto o enrolamento secundário apresenta 200 espiras. Qual será a tensão de saída? O que acontece com a corrente elétrica depois de ser realizada a transformação? 
Alternativas
Q3532486 Eletricidade
Em instalações elétricas, o dimensionamento dos cabos deve levar em consideração a resistência elétrica do próprio fio condutor. Para encontrar a resistência elétrica recorremos à 2a Lei de Ohm, uma vez que a resistência é diretamente proporcional a resistividade do material e ao comprimento do fio, sendo inversamente proporcional à área da secção transversal do conduto. Considere um fio de cobre, cuja resistividade elétrica é de 1,70x10-8 Ω/m, instalado em toda a planta de uma fábrica possui 20 quilômetros de comprimento e diâmetro de 2 mm. Qual a resistência elétrica apresentada pela fiação da instalação?
Alternativas
Q3532485 Física
Um fio condutor é percorrido por uma corrente elétrica de 100 mA. Se este fio apresenta uma resistência elétrica de 400 Ω. Qual será a potência elétrica dissipada por ele?
Alternativas
Q3532484 Física
A força elétrica é uma das denominadas “forças fundamentais” da natureza, juntamente com a força eletromagnética, a nuclear forte e a nuclear fraca. A Lei de Coulomb permite encontrar a força elétrica entre duas cargas quaisquer, sendo esta força inversamente proporcional ao quadrado da distância que separa tais cargas. Uma constante denominada constante de Coulomb (k = 9,0x109 N.m2 /C2 ) deve ser multiplicada ao produto das cargas para se obter a força de interação elétrica. Se duas cargas de 3 μC estiverem separadas de uma distância de 2 milímetros, qual a força elétrica resultante entre estas cargas?
Alternativas
Respostas
1421: B
1422: B
1423: D
1424: B
1425: A
1426: E
1427: D
1428: D
1429: E
1430: B
1431: B
1432: E
1433: A
1434: A
1435: D
1436: B
1437: D
1438: E
1439: E
1440: A