Questões de Concurso Para usp

Foram encontradas 5.129 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3725956 Português
Texto para a questão

Bebê reborn: o que há por trás do espanto?


   Publicar vídeos de partos de bebê reborn, trocar fraldas, amamentar, dar nomes, cuidar — tudo isso virou tendência nos últimos tempos. O tema viralizou, gerando debates acalorados sobre a suposta infantilização do adulto, papéis de gênero e a banalização do cuidado real de um recém-nascido. Alguns dizem que o incômodo gerado por essas práticas se refere ao fato de vermos adultos brincando. Mas, quando se estuda o tema a fundo, percebe-se que o impulso de brincar permanece na vida adulta — apenas assume outros formatos. Ele está presente nas piadas entre amigos, nos jogos, nas criações artísticas, nos memes ou no montar legos. Por que, então, o cuidado com o reborn parece ultrapassar esse limite?

  Talvez porque ele encene um tipo específico de vínculo — não qualquer um, mas aquele socialmente considerado o mais profundo e exigente de todos: o materno. Só que, nesse caso, o bebê não é um sujeito em formação. Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua. É o gesto de cuidar deslocado da presença real de um outro. E isso, por si só, já seria suficiente para causar desconforto. Mas talvez o desconforto maior esteja em algo que vai além. Vivemos tempos em que a fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações. O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno que, em alguma medida, é familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real — e que talvez só se sustente porque pode ser controlado e exibido. Um afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo. E, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração.

   Elementos dessa mesma lógica também aparecem em outro fenômeno contemporâneo: o de pessoas que desenvolvem vínculos afetivos com inteligências artificiais. Algumas se apaixonam. Outras compartilham segredos. Há quem trate a IA como terapeuta ou melhor amigo. Assim como o reborn, a IA apenas simula humanidade. Não sente dor, não se angustia, não ama. Apenas responde — com precisão e sem conflito. Ainda assim, nos relacionamos.


Tauane Paula Gehm. Revista Saúde. Maio de 2025. Adaptado.
No trecho “Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua” (2º parágrafo), o termo “reciprocidade” contribui para
Alternativas
Q3725955 Português
Texto para a questão

Bebê reborn: o que há por trás do espanto?


   Publicar vídeos de partos de bebê reborn, trocar fraldas, amamentar, dar nomes, cuidar — tudo isso virou tendência nos últimos tempos. O tema viralizou, gerando debates acalorados sobre a suposta infantilização do adulto, papéis de gênero e a banalização do cuidado real de um recém-nascido. Alguns dizem que o incômodo gerado por essas práticas se refere ao fato de vermos adultos brincando. Mas, quando se estuda o tema a fundo, percebe-se que o impulso de brincar permanece na vida adulta — apenas assume outros formatos. Ele está presente nas piadas entre amigos, nos jogos, nas criações artísticas, nos memes ou no montar legos. Por que, então, o cuidado com o reborn parece ultrapassar esse limite?

  Talvez porque ele encene um tipo específico de vínculo — não qualquer um, mas aquele socialmente considerado o mais profundo e exigente de todos: o materno. Só que, nesse caso, o bebê não é um sujeito em formação. Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua. É o gesto de cuidar deslocado da presença real de um outro. E isso, por si só, já seria suficiente para causar desconforto. Mas talvez o desconforto maior esteja em algo que vai além. Vivemos tempos em que a fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações. O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno que, em alguma medida, é familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real — e que talvez só se sustente porque pode ser controlado e exibido. Um afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo. E, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração.

   Elementos dessa mesma lógica também aparecem em outro fenômeno contemporâneo: o de pessoas que desenvolvem vínculos afetivos com inteligências artificiais. Algumas se apaixonam. Outras compartilham segredos. Há quem trate a IA como terapeuta ou melhor amigo. Assim como o reborn, a IA apenas simula humanidade. Não sente dor, não se angustia, não ama. Apenas responde — com precisão e sem conflito. Ainda assim, nos relacionamos.


Tauane Paula Gehm. Revista Saúde. Maio de 2025. Adaptado.
Em “afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo”, o uso do termo “ajustado” indica
Alternativas
Q3725954 Português
Texto para a questão

Bebê reborn: o que há por trás do espanto?


   Publicar vídeos de partos de bebê reborn, trocar fraldas, amamentar, dar nomes, cuidar — tudo isso virou tendência nos últimos tempos. O tema viralizou, gerando debates acalorados sobre a suposta infantilização do adulto, papéis de gênero e a banalização do cuidado real de um recém-nascido. Alguns dizem que o incômodo gerado por essas práticas se refere ao fato de vermos adultos brincando. Mas, quando se estuda o tema a fundo, percebe-se que o impulso de brincar permanece na vida adulta — apenas assume outros formatos. Ele está presente nas piadas entre amigos, nos jogos, nas criações artísticas, nos memes ou no montar legos. Por que, então, o cuidado com o reborn parece ultrapassar esse limite?

  Talvez porque ele encene um tipo específico de vínculo — não qualquer um, mas aquele socialmente considerado o mais profundo e exigente de todos: o materno. Só que, nesse caso, o bebê não é um sujeito em formação. Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua. É o gesto de cuidar deslocado da presença real de um outro. E isso, por si só, já seria suficiente para causar desconforto. Mas talvez o desconforto maior esteja em algo que vai além. Vivemos tempos em que a fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações. O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno que, em alguma medida, é familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real — e que talvez só se sustente porque pode ser controlado e exibido. Um afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo. E, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração.

   Elementos dessa mesma lógica também aparecem em outro fenômeno contemporâneo: o de pessoas que desenvolvem vínculos afetivos com inteligências artificiais. Algumas se apaixonam. Outras compartilham segredos. Há quem trate a IA como terapeuta ou melhor amigo. Assim como o reborn, a IA apenas simula humanidade. Não sente dor, não se angustia, não ama. Apenas responde — com precisão e sem conflito. Ainda assim, nos relacionamos.


Tauane Paula Gehm. Revista Saúde. Maio de 2025. Adaptado.
No texto, o fenômeno dos vídeos sobre bebê reborn é utilizado como
Alternativas
Q3725953 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em https://www.instagram.com/.


A expressão “por conta própria” contribui para o efeito persuasivo da peça ao

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543215 Terapia Ocupacional
A espasticidade é um dos fatores que mais interfere na recuperação motora do paciente acometido por um acidente vascular encefálico. De acordo com Rodrigues Jr (2012), as alterações motoras características da espasticidade são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543214 Terapia Ocupacional
A órtese é um importante recurso no tratamento de afecções musculoesqueléticas. Conforme Luzo, Mello e Capanema (2004), elas podem ser utilizadas para
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543213 Terapia Ocupacional
De acordo com a Política Nacional de Humanização, a ambiência é o “tratamento dado ao espaço físico entendido como espaço social, profissional e de relações interpessoais que deve proporcionar atenção acolhedora, resolutiva e humana” (Política Nacional de Humanização, 2017). Conforme essa política, constitui um eixo da ambiência: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543212 Terapia Ocupacional
A neonatologia é a área de atuação especializada na assistência a recém-nascidos. Entre as ações propostas por terapeutas ocupacionais que atuam em unidade neonatal, está o posicionamento do bebê. De acordo com Correia, Maia e Cavalcanti (2023), configura-se como objetivo do posicionamento neonatal:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543211 Terapia Ocupacional
No contexto hospitalar, uma das populações atendidas por terapeutas ocupacionais é a de pacientes que foram submetidos a transplante de medula óssea (TMO). Esse procedimento é utilizado para o tratamento de diferentes doenças graves, entre elas as neoplásicas. De acordo com Santos (2023), constituem-se objetivos gerais do processo terapêutico-ocupacional no cuidado da criança transplantada: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543210 Terapia Ocupacional
A comunicação é um fator essencial para a integração social. Em situações em que há perda temporária ou permanente da capacidade de expressão oral ou escrita, terapeutas ocupacionais podem recorrer à Comunicação Alternativa e Suplementar como forma de promover a funcionalidade. Um sistema de comunicação alternativa integra componentes, incluindo símbolos, recursos, estratégias e técnicas que auxiliam no processo comunicativo. A respeito desses componentes, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543209 Terapia Ocupacional
Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) podem sofrer com a agudização ou exacerbação dos sintomas, que são causadas principalmente por infecções de vias aéreas, levando à piora da função pulmonar. Em atendimento a um caso como este, terapeutas ocupacionais podem orientar que o paciente pratique técnicas de respiração durante a realização das Atividades de Vida Diária - AVD. Conforme Mathews (2005), essas técnicas consistem em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543208 Terapia Ocupacional
Na hemiplegia resultante de um AVC, o posicionamento adequado do braço plégico deve ser garantido quando o paciente estiver no leito, na cadeira ou na cadeira de rodas. De acordo com Carvalho (2004), nesse posicionamento, as articulações do ombro e cotovelo devem estar: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543207 Terapia Ocupacional
Segundo o Enquadramento da Prática da Terapia Ocupacional da AOTA (Gomes, Teixeira e Ribeiro, 2021), alguns tipos de intervenção em Terapia Ocupacional são voltados para oferecer suporte ao desenvolvimento das ocupações. Um tipo de intervenção que cumpre essa função é formado por modalidades, dispositivos e técnicas que têm por objetivo preparar o paciente para o desempenho ocupacional. Um exemplo desse tipo de intervenção, em contexto hospitalar, voltada a mulheres mastectomizadas, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543206 Terapia Ocupacional
A perspectiva da reforma psiquiátrica trouxe um novo entendimento acerca da loucura e do cuidado a sujeitos em sofrimento psíquico. Em termos de política pública, a oferta de atendimento em Saúde Mental passou a ser realizada pelos diferentes componentes que constituem a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesse contexto, a crise em saúde mental, entendida não somente como a agudização dos sintomas, mas como momento singular na vida do sujeito com repercussões em suas diferentes dimensões, passou a ser objeto de ação de diferentes componentes da rede, entre eles a Atenção Hospitalar. De acordo com Ballarin e Carvalho (2023), a respeito desse componente, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543205 Terapia Ocupacional
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) compõe o cenário que ancora a Saúde Funcional enquanto especialidade da Terapia Ocupacional. De acordo com Teixeira (2023), é correto afirmar que a CIF 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543204 Terapia Ocupacional
A Política Nacional de Atenção Hospitalar prevê que a “assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos usuários, baseado em equipe multiprofissional” (Brasil, 2013). Além disso, define que a “equipe de saúde será integralmente responsável pelo usuário a partir do momento de sua chegada, devendo proporcionar um atendimento acolhedor e que respeite as especificidades socioculturais”. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), a respeito do trabalho em equipe no contexto hospitalar, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543203 Terapia Ocupacional
O registro dos processos assistenciais, por meio das evoluções em prontuário, produções de relatórios, entre outros, embora possa ser considerado, por parte dos profissionais, como uma mera exigência burocrática, é procedimento obrigatório e importante no processo terapêutico-ocupacional. De acordo com Matthews e Jabri (2005), dentre suas finalidades, estão: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543202 Terapia Ocupacional
Embora o acompanhamento terapêutico-ocupacional junto a pessoas idosas no contexto hospitalar tenha muitos aspectos semelhantes aos do público em geral, algumas características relacionadas ao envelhecimento podem estar presentes na pessoa atendida e precisam ser consideradas por terapeutas ocupacionais. Segundo Motta e Ferrari (2004), dentre as particularidades de população idosa, é correto destacar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543201 Terapia Ocupacional
A assistência em Terapia Ocupacional no contexto hospitalar é voltada para a promoção da saúde e da qualidade de vida ocupacional durante o período de internação. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), sobre o processo terapêutico-ocupacional nesse contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543200 Terapia Ocupacional
No contexto hospitalar, o “terapeuta ocupacional pode lançar mão do uso da TA [Tecnologia Assistiva], na busca por ampliar as capacidades e com intuito de resgatar a independência e a autonomia nas atividades de vida diária, prejudicadas por conta da hospitalização e do quadro clínico” (Jacob, Maia e Mitre, 2018, p. 471). No entanto, antes da prescrição, é necessária uma cuidadosa avaliação para identificar os problemas do paciente, suas necessidades e prioridades, diminuindo as possibilidades de rejeição ou abandono da TA.
Conforme Cruz e Menezes (2012), são exemplos de fatores que podem contribuir para a rejeição ou abandono do uso de TA pelo paciente:
Alternativas
Respostas
1421: B
1422: D
1423: E
1424: A
1425: E
1426: A
1427: C
1428: D
1429: D
1430: B
1431: C
1432: D
1433: A
1434: B
1435: A
1436: B
1437: A
1438: E
1439: E
1440: A