Questões de Concurso
Para seduc-am
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I. As eleições para governador, em 1958, mostraram que as mudanças socioeconômicas realizadas contribuíram para a perda de espaço da oligarquia agrária.
II. A seca de 1958 no Nordeste aumentou o desemprego rural e o êxodo populacional, incentivando a criação da SUDENE (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste).
III. Em 1958, a seleção brasileira conquistou a Copa do Mundo na Suécia, tornando-se campeã mundial pela primeira vez.
Assinale:
(Adaptado. Revista Multidisciplinar, (UNIESP), 14, dez. 2012.)
Com base nesse processo de miscigenação, relacione os vocábulos a seguir às definições correspondentes.
1. Cafuzo ( ) Termo usado para denominar a descendência de ameríndios e brancos.
2. Caboclo ( ) Termo utilizado para designar a descendência de imigrantes japoneses.
3. Nissei ( ) Termo usado para nomear os descendentes de negros africanos e ameríndios.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
Com relação ao ciclo acima resumido, a evaporação só ocorre
Assinale a opção que apresenta o agrupamento correto.
1. Ureter ( ) Produz urina
2. Uretra ( ) Guarda urina por algum tempo
3. Rins ( ) Canal por onde a urina é eliminada
4. Bexiga ( ) Canal que leva a urina até a bexiga
Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
O lambari comia plantas sem parar.
Veio um dourado e comeu o lambari que comia folhas sem parar.
O dourado nada sem olhar.
Veio o jacaré e comeu o dourado que comeu o lambari que comia
folhas sem parar.
Com relação à forma de obtenção de alimentos dos animais citados no poema, pode-se afirmar que
I. o lambari é herbívoro.
II. o dourado é carnívoro.
III. o jacaré é onívoro.
Assinale:
Considerando que a planta está em local iluminado, é correto afirmar que
Assinale a opção que indica a quantidade de alunos reprovados.
O menor valor possível, em cm, para o perímetro dessas figuras é
A reta é girada 180º no sentido horário em torno do ponto marcado com o número 3. O segmento, no entanto, fica fixo e suas extremidades passam a coincidir com novos números da reta. Após o giro, a diferença entre o maior e o menor número das novas extremidades do segmento, é
Nesse jogo, há uma estratégia para vencer logo na primeira jogada, bastando que o primeiro jogador deixe sempre uma quantidade inteira de grupos de 6 palitos mais 1 palito isolado.
Para vencer, por exemplo, um jogo com 33 palitos, o primeiro jogador deve retirar 2 palitos para deixar 5 grupos de 6 palitos e 1 palito isolado.
Em um jogo de NIM com 47 palitos, para garantir a vitória na primeira jogada, o primeiro jogador de retirar
2 quadrados idênticos (Q) e um retângulo (R).

O perímetro da figura, considerando apenas o contorno externo, mede 200 mm.
O perímetro do quadrado (Q) usado na construção da figura é, em mm, igual a
Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
alcance social é
Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Assinale a opção que indica a forma correta de reescrever-se a segunda oração desse
período, transformando-a em frase nominal.
Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
de impostos seria o de
Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
impostos é