Questões de Concurso Para seduc-am

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Q433501 História
Sobre os acontecimentos políticos, econômicos e socioculturais no governo Juscelino Kubitschek (1956-1961), analise as afirmativas a seguir.   
I. As eleições para governador, em 1958, mostraram que as mudanças socioeconômicas realizadas contribuíram para a perda de espaço da oligarquia agrária.
II. A seca de 1958 no Nordeste aumentou o desemprego rural e o êxodo populacional, incentivando a criação da SUDENE (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste).
III. Em 1958, a seleção brasileira conquistou a Copa do Mundo na Suécia, tornando-se campeã mundial pela primeira vez.   
Assinale:
Alternativas
Q433500 História
“O Brasil de hoje é um país miscigenado porque vários povos contribuíram para sua formação, a saber, os nativos (os índios), os colonizadores principais (os portugueses), os ‘demais colonizadores’ em forma de imigrantes (italianos, japoneses, alemães, entre outros), além daqueles (...) que vieram para o Brasil de forma compulsória a datar do início da colonização até o final do século XIX (africanos).”   
                                                         (Adaptado. Revista Multidisciplinar, (UNIESP), 14, dez. 2012.)   
Com base nesse processo de miscigenação, relacione os vocábulos a seguir às definições correspondentes.  
1. Cafuzo          ( ) Termo usado para denominar a descendência de ameríndios e brancos. 
2. Caboclo        ( ) Termo utilizado para designar a descendência de imigrantes japoneses. 
3. Nissei           ( ) Termo usado para nomear os descendentes de negros africanos e ameríndios.


 Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q433499 História
Assinale a opção que caracteriza corretamente o papel das fontes na construção do conhecimento histórico.
Alternativas
Q433498 Biologia
Com relação ao desmatamento de florestas tropicais para uso agrícola, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q433497 Ciências
A figura a seguir representa parte do ciclo da água. 
                      imagem-016.jpg
Com relação ao ciclo acima resumido, a evaporação só ocorre
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Q433496 Biologia
Os alunos devem agrupar os animais listados a seguir, segundo o grau de parentesco.                                                                            Pirarucu – Boto – Jacaré                             Peixe-boi – Tartaruga – Ariranha 

Assinale a opção que apresenta o agrupamento correto.

Alternativas
Q433495 Biologia
Com relação ao aparelho urinário, relacione as colunas a seguir.   
1. Ureter             ( ) Produz urina 
2. Uretra             ( ) Guarda urina por algum tempo 
3. Rins                ( ) Canal por onde a urina é eliminada 
4. Bexiga            ( ) Canal que leva a urina até a bexiga 

Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Q433494 Biologia
O poema a seguir foi retirado de um livro de ciências.   
O lambari comia plantas sem parar.
Veio um dourado e comeu o lambari que comia folhas sem parar.
O dourado nada sem olhar.
Veio o jacaré e comeu o dourado que comeu o lambari que comia
folhas sem parar
.   
Com relação à forma de obtenção de alimentos dos animais citados no poema, pode-se afirmar que 
I. o lambari é herbívoro.
II. o dourado é carnívoro.
III. o jacaré é onívoro.   
Assinale:
Alternativas
Q433493 Biologia
A figura a seguir mostra partes de uma planta. 
                            imagem-008.jpg
Considerando que a planta está em local iluminado, é correto afirmar que
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Q433492 Matemática
Sendo P = 100 e Q = 0,001 assinale, entre as opções a seguir, a que tem maior resultado.
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Q433491 Matemática
O gráfico a seguir mostra o desempenho de uma turma em uma prova de 15 questões. Foram considerados aprovados os alunos que obtiveram mais do que 9 acertos. 

                             imagem-005.jpg
Assinale a opção que indica a quantidade de alunos reprovados.
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Q433490 Matemática
O carro de Paulo está com um problema que altera o consumo de combustível. Devido a esse problema, o carro usa 7,5 litros de gasolina para percorrer 90 km. O mecânico de Paulo cobra R$ 450,00 para consertar o carro. Com o problema resolvido, o carro usa 6 litros de combustível para percorrer 90 km. Sabendo que o preço médio do litro da gasolina é de R$ 3,00, a quantidade de quilômetros que Paulo deverá andar com seu carro para que o custo do conserto seja pago pela economia da gasolina, é de
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Q433489 Matemática
Um triângulo equilátero, um quadrado e um pentágono regular têm lados, em cm, dados por números inteiros. Sabe-se ainda que os perímetros dessas figuras são iguais.
O menor valor possível, em cm, para o perímetro dessas figuras é
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Q433488 Matemática
A figura a seguir mostra uma reta racional colocada sobre um segmento (em negrito na figura).

                        imagem-004.jpg
A reta é girada 180º no sentido horário em torno do ponto marcado com o número 3. O segmento, no entanto, fica fixo e suas extremidades passam a coincidir com novos números da reta.  Após o giro, a diferença entre o maior e o menor número das novas  extremidades do segmento, é
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Q433486 Matemática
O jogo de origem chinesa NIM é usado por alguns professores para motivar aulas sobre divisibilidades e restos. No NIM, coloca-se uma quantidade de palitos sobre uma mesa e dois jogadores vão, alternadamente, retirando 1, 2, 3, 4 ou 5 palitos da mesa. Perde o jogo aquele que retirar o último palito da mesa.
Nesse jogo, há uma estratégia para vencer logo na primeira jogada, bastando que o primeiro jogador deixe sempre uma quantidade inteira de grupos de 6 palitos mais 1 palito isolado.
Para vencer, por exemplo, um jogo com 33 palitos, o primeiro jogador deve retirar 2 palitos para deixar 5 grupos de 6 palitos e 1 palito isolado.
Em um jogo de NIM com 47 palitos, para garantir a vitória na primeira jogada, o primeiro jogador de retirar
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Q433485 Matemática
A figura a seguir foi construída usando um triângulo isósceles (T) de perímetro 162 mm,
2 quadrados idênticos (Q) e um retângulo (R).
                                      imagem-003.jpg

O perímetro da figura, considerando apenas o contorno externo, mede 200 mm.
O perímetro do quadrado (Q) usado na construção da figura é, em mm, igual a
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Q433484 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Segundo o texto, para melhorar a cobrança de impostos, a providência que tem mais
alcance social é
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Q433483 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
"Um meio de fazer justiça social e favorecer esse tipo de imposto"
Assinale a opção que indica a forma correta de reescrever-se a segunda oração desse
período, transformando-a em frase nominal.
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Q433482 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Para os mais jovens, segundoo texto, o retorno social mais adequado da arrecadação
de impostos seria o de
Alternativas
Q433481 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Entre as observações do autor, a que mostra a principal injustiça social na cobrança de
impostos é
Alternativas
Respostas
1141: E
1142: C
1143: D
1144: A
1145: D
1146: A
1147: C
1148: D
1149: A
1150: C
1151: E
1152: B
1153: A
1154: E
1155: B
1156: E
1157: B
1158: B
1159: E
1160: A