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Considere a seguinte sequência de reações nucleares:

É correto afirmar que o número de prótons de X, o número de nêutrons de Y e o número de massa de Z são, respectivamente,
Considerando que a atividade máxima do carbono, quando a árvore foi cortada, era de, aproximadamente, 6 Bq, a planta foi cortada há cerca de Dados: a atividade A de uma amostra decai exponencialmente de um valor inicial A0 pela expressão
, em que T1/2 é o tempo de meia-vida da amostra. Considere ln 2 = 0,7 e ln 3 = 1,1. A transmutação artificial conduzida pela filha do casal Curie, Irène Curie, produz nitrogênio a partir do bombardeamento de alvos de boro por partículas α, conforme a equação a seguir:

Considerando o tempo de decaimento
muito menor do que o tempo de
decaimento
(cerca de 10
minutos), uma amostra de 8 mols de boro
bombardeada (considerando um
bombardeamento capaz de extinguir o boro
original) produz, após 50 minutos,
aproximadamente
No decaimento do átomo de radônio,

observa-se que a maior parte das partículas alfa são emitidas com 4,78 MeV. O número de pares de íons que uma dessas partículas provocará no ar antes de ser completamente freada é
Dado: em média, uma partícula alfa perde 34,5 eV para produzir um par de íons no ar.
Dado: energia média da formação de um par de íons por partículas alfa, no ar: W = 34,50 eV.
Um feixe de luz laranja, com comprimento de onda de 600 nm no ar, está associado a um fóton de qual energia?
Dados: velocidade da luz no ar ≈ velocidade da luz no vácuo = 3 · 108 m/s; Constante de Planck h = 6,62 · 10-34 J · s; 1 J = 6,24 · 1018 eV.
A seguir, ilustram-se os níveis energéticos do núcleo do carbono 12.

O raio gama emitido pelo núcleo do carbono seguido da emissão de uma partícula β- de 9,0 MeV de um núcleo de boro possui energia igual a
Considerando o Estatuto da Pessoa Idosa, estabelecido pela Lei n° 10.741/2003, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) É obrigação privativa da família assegurar à pessoa idosa, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, à convivência familiar e comunitária, dentre outros.
( ) Se a pessoa idosa ou seus familiares não tiverem condições econômicas de prover o seu sustento, impõe-se ao poder público esse provimento, no âmbito da assistência social.
( ) A pessoa idosa tem direito à moradia digna, no seio da família natural ou substituta, ou desacompanhada de seus familiares, quando assim o desejar, ou, ainda, em instituição pública ou privada.
• Bruno é vendedor;
• o gerente tem 3 anos de tempo de serviço nessa empresa;
• Celso tem 2 anos de tempo de serviço nessa empresa.
Com base nessas informações, é correto afirmar que
Utilizando a lógica para descobrir quais devem ser os valores de a, b e c no quadro a seguir, pode-se afirmar que:

A morfologia é a parte da gramática que estuda a formação, a estrutura e a flexão das palavras, por isso a palavra é analisada isoladamente, sem estar inserida em um contexto frásico. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão
A raça superior
A espécie humana acredita ser a única inteligente. Puro engano. Há tempos imemoriais nós, os humanos, fomos derrotados por uma raça superior, muito mais esperta. Mais que derrotados, fomos domesticados. Pelos cachorros.
De fato, sob qualquer índice de avaliação, a raça canina se mostra superior. Quem convive com um cão gosta de dizer que é “dono”. Como acreditar, se tudo prova que o cachorro é dono do homem? Na questão da alimentação, por exemplo.
Qualquer pessoa gasta dinheiro e tempo para comprar ração. Analisa os vários tipos e até experimenta uns pedacinhos para avaliar o sabor. Corre atrás de ossos para proporcionar tardes de degustação ao cachorro. Compra imitações de borracha. Indústrias pesquisam novas rações nutritivas.
Gastam uma fábula em propaganda. Ou seja: sem levantar uma pata, o cachorro faz com que os seres humanos trabalhem torrando neurônios, tempo e dinheiro simplesmente para alimentá-los! Certa vez tive uma cachorrinha que só podia comer arroz com cenoura e carne moída. Estava sem empregada. Durante um mês levantava uma hora antes, preparava a comida e saía para trabalhar. Ao voltar, servia uma nova refeição e lavava o prato. Em troca, ela me lambia os dedos. Eu me sentia no cúmulo da felicidade só de receber essas lambidinhas! Seja dita a verdade: quem era dono de quem?
E na questão amorosa? Quando gosta, de alguém, o cão abana o rabo.
Pode ser um desconhecido. Gostou, abanou. Quando está a fim, deita-se de patas para cima e lança um olhar bem pidoncho. Até o coração mais duro não resiste a dar carinho, coçar as orelhas, fazer uns afagos. Eu, não. Nunca me deitei de barriga para ficar me oferecendo. Vontade não faltou, mas e a coragem? Nós, seres humanos, usamos artifícios. Gastamos dinheiro em perfumes, em cabeleireiros, em dermatologistas. Vamos a happy hours, jantares, festas, barzinhos da moda, entramos em chats da internet, só para achar quem nos coce as orelhas. Se alguém faz festa para todo mundo que conhece, rebolando como um cãozinho, vem o veredicto:
— Ih! Está com carência afetiva.
Toca a procurar terapeuta. Horas e horas dedicadas a analisar a pura vontade de buscar amor! Revistas dedicam quilômetros de papel a práticas de sedução. Como olhar de lado, como sorrir, como se oferecer sem dar na vista.
Mais: como ter coragem de expressar os sentimentos. Cachorro, não. Abana o rabo e pronto. Muitas vezes, com ciúme, já tive vontade de morder alguém. Ao contrário, sorri simpaticamente enquanto o sangue fervia. Cães não possuem esse tipo de constrangimento. Atiram-se em cima do rival. Mordem a mão de quem acaricia. Até conseguirem seu quinhão de afeto. Mas também não guardam raiva.
Depois de rosnarem um para o outro, dois cães saem pulando e brincando juntos.
Que espécie sabe lidar melhor com as próprias emoções?
A questão da pele também é importante. Criamos indústrias do vestuário porque não estamos satisfeitos com a própria pele, e inventamos estratagemas para cobri-la. Boa parte da humanidade se dedica a fabricar tecidos, a inventar e a vender roupas. Qualquer pessoa ambiciona se vestir bem. Fortunas são despendidas em novos guarda-roupas. A moda vira, e toca a gastar tudo outra vez.
Cachorro, não. Nasce vestido. Imagine-se quanto delírio, quanta mão de obra seria evitada se o ser humano tivesse a mesma tranquilidade a respeito da própria aparência.
Chegamos ao X da questão. Criamos filosofias, escrevemos livros. Há quem faça ioga, meditação. Tudo para aprender a aceitar o fardo da existência. O cão já nasce aceitando. A vida é e não é, deve pensar o cão, com a, sabedoria de um mestre zen. É o que constato todo dia ao chegar em casa exausto do trabalho, de mau humor com o chefe, com a fatura do cartão de crédito prestes a me degolar, o cheque especial batendo as folhas em torno de minhas orelhas como uma ave de rapina.
Sento na varanda e meu cachorro se aproxima: Sem nenhuma preocupação na vida. Deita-se aos meus pés e prepara-se para receber sua dose cotidiana de carinho. Eu me submeto. Raça superior é isso aí.
(Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas do-walcyr-carrasco)