Questões de Concurso
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Com relação ao padrão microbiológico de potabilidade da água para consumo humano definido pela Portaria 518, de 25/03/2004, do Ministério da Saúde, assinale a alternativa correta.
1. Cianobactérias 2. Escherichia coli (E. coli) 3. Coliformes termotolerantes
( ) Bactérias gram-negativas, em forma de bacilos, caracterizadas pela atividade da enzima galactosidase. Podem crescer em meios contendo agentes tensoativos e fermentar a lactose nas temperaturas de 44 – 45 ºC. ( ) Microorganismos procarióticos autotróficos capazes de ocorrer em qualquer manancial superficial, especialmente naqueles com elevados níveis de nutrientes (nitrogênio e fósforo), podendo produzir toxinas com efeitos adversos à saúde.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo.( ) Bactérias pertencentes à família Enterobacteriaceae caracterizadas pela atividade da enzima glicuronidase.
1. Réplica 2. Brancos 3. Amostras para controle positivo 4. Amostras para controle negativo 5. Adição de padrão
( ) Amostra que se espera que tenha uma contaminação apropriada de uma estirpe representativa de microorganismos não-alvo. ( ) Amostra de controle previamente determinada e adicionada às amostras em estudo. ( ) O volume da suspensão final de ensaio é analisado em duplicata ou triplicata. ( ) Amostra que se espera que tenha uma contagem média com uma ordem correta de grandeza de uma estirpe representativa do microorganismo-alvo. ( ) Líquido estéril sujeito a todas as etapas do processo analítico.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Com base nesses dados, considere as seguintes afirmativas:
1. A clorofila apresentou maiores médias nos tratamentos com acréscimo de nutrientes (N), mas isso não é estatisticamente significativo, pois os desvios padrões nesses tratamentos também foram maiores. 2. A clorofila apresentou maiores médias e desvios padrões quando a água foi exposta à condição de mais nutrientes (N), independentemente da luminosidade. 3. O tratamento luminosidade natural (100) e sem acréscimo de nutrientes (SN) indicou maior resposta fisiológica do fitoplâncton, pois apresentou menor desvio padrão.
Assinale a alternativa correta.
Normalmente, os métodos de análise microbiológicos apresentam algum nível de seletividade e de erro, e por isso é importante o profissional ter profundo conhecimento das possibilidades desses erros, para minimizá-los. Com relação a isso, é correto afirmar:
1. Mediana 2. Moda 3. Desvio padrão 4. Média
( ) Parâmetro ou valor estimado das observações que caracterizam um universo de dados. ( ) Categoria mais freqüente na distribuição obtida pela amostra. ( ) Descreve a precisão do valor estimado para cada observação na população. ( ) Medida central do conjunto analisado que separa em um histograma as observações em 50% à sua esquerda e 50% à sua direita.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Suponha que você precisa coletar 20 amostras de água em uma cidade com vários rios possíveis para essa coleta e para isso decide fazer uma amostra aleatória estratificada. Assinale a alternativa com o procedimento correto.
A escolha do método estatístico mais adequado demanda, entre outras coisas, conhecimento do tipo e da natureza dos dados. Com relação a isso, assinale a alternativa correta.
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
Assinale a alternativa em que a frase reescrita mantém o mesmo sentido da frase de referência retirada do texto "Fluente em inglês deixa de ter 'vantagem econômica'".
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
1. O fato de a língua inglesa se tornar uma habilidade universal, vai aumentar a vantagem na procura de emprego de quem a domina. 2. Algumas empresas têm dado preferência por falantes não-nativos, pois o inglês, já incorporado, deve se somar a outras línguas. 3. O mercado de material didático de ensino de inglês deve estar mais próximo das realidades culturais de outros países. 4. O mandarim e o espanhol são as duas línguas mais faladas do mundo.
Assinale a alternativa correta.
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
Sobre os textos, é correto afirmar que as afirmações de Graddol:
1. contrapõem-se ao que Crystal afirma sobre a língua inglesa.
2. abordam uma conseqüência do que Crystal afirma sobre a língua inglesa.
3. apontam uma causa do fenômeno que Crystal discute com relação à língua inglesa.
Assinale a alternativa correta.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
Para realizá-lo [o Fundeb] seria necessário aumentar os recursos federais vinculados à educação de 18% do total para 22,5%, de modo a garantir os 4,3 bilhões previstos. Na prática, isso significa retirar verbas de alguma outra área para as conceder ao Fundeb – algo em princípio fadado a gerar conflitos de interesses.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmativa retirada do texto “Educação no esporte” que pode ser explicada pelo trecho acima.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
Muitas outras ações que estimulem – principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
1. A dívida social é assunto central nas discussões sobre desenvolvimento ultimamente. 2. O investimento na educação superior é a alternativa para alavancar o desenvolvimento. 3. Uma das alternativas para a valorização da educação são programas freqüentes de capacitação para professores do ensino básico. 4. A valorização da educação deve ser também um dos objetivos centrais das famílias brasileiras.
De acordo com o texto, são verdadeiras:
//DDNAME^DD^DSN=U19999A.PROGRAM.DATA,DISP=SHR^Comme nt
Baseado no exposto, considere as afirmativas abaixo:
Sobre os conceitos que envolvem a Arquitetura IBM Mainframe, suas aplicações e produtos, assinale a alternativa correta
1. CICS significa Customer Information Control System e é uma familia de servidores de aplicação e conectores que proporciona gerenciamento de transações on line.
2. CICS proporciona conectividade para aplicações industriais de missão crítica.
3. O CICS que inclui Transaction Server para o z/OS V3.1 extende aplicações CICS para a arquitetura orientada a serviços e proporciona um eficiente e efetivo ambiente para aplicações escritas em COBOL, PL/I, C, C++ e Java.
4. O CICS Tools melhora a utilização de recursos além de favorecer e estimular funcionalidade e eficiência no sistema SICS. 5. O CICS Configuration Manager para z/OS V1.1 opera com CICS TS para z/OS V3.1 (5655-M15), CICS TS para z/OS V2.2 e V2.3 (5697-E93) e CICS TS para OS/390 V1.3 (5655-147)
Assinale a alternativa correta:
1. JCL é uma script language usada para controlar a execução de programas em sistemas IBM Batch.
2. JCL é uma script language usada na família de mainframes IBM 360, 370, 390 e ES/9000.
3. O papel da JCL jamais foi assumido por outras arquiteturas como DOS Batch e UNIX´s Bourne Shell.
Assinale a alternativa correta:
1. O IBM z/OS provê uma base segura, escalável e de alta performance para aplicações ON DEMAND.
2. O IBM z/OS pode ajudar a simplificar a estrutura de IT por permitir a integração de aplicações em uma imagem simples z/OS (simple z/OS® image).
3. Servidores IBM mainframe e z/OS podem ajudar a criar um ambiente operacional on demand.
Assinale a alternativa correta:
1. O PSW inclui os endereços de instrução.
2. O PSW inclui códigos de condição (condition code)
3. O PSW inclui informações usadas para controlar sequencias de controle (control instruction sequencing)
4. O PSW permite determinar o estado da CPU.
Assinale a alternativa correta: