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Questões de Concurso Para ufpr

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Q375556 Direito Administrativo
A Administração Pública praticou, em 2013, um ato ilegal. A Administração Pública:
Alternativas
Q375555 Direito Administrativo
A vacância do cargo público decorrerá, entre outros, de:

1. exoneração.
2. demissão.
3. promoção.
4. inassiduidade.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Q375554 Direito Administrativo
São formas de provimento de cargo público da União:

1. nomeação.
2. promoção.
3. reintegração.
4. recondução.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Q375553 Direito Administrativo
A Lei 8.112/90 enumera requisitos básicos para investidura em cargo público da União, autarquias e fundações públicas federais. São requisitos básicos, entre outros:

1. a quitação com as obrigações militares e eleitorais.
2. a idade mínima de dezesseis anos.
3. a aptidão física e mental.
4. não estar respondendo a processo criminal.

Estão corretos os requisitos apresentados nos itens:
Alternativas
Q375552 Português
Você precisa mandar um e-mail aos funcionários da unidade com as seguintes informações:

- Dois formulários foram deixados nos escaninhos de cada um.
- Ambos devem ser preenchidos. O formulário 1 deverá ser entregue na secretaria do setor.
- O formulário 2 deve ser enviado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoal (PROGEPE).
- Quem não recebeu esses formulários deve pegá-los com o chefe de departamento.
- Esse material será usado para que a universidade possa melhorar as condições de trabalho dos funcionários.

Qual das formulações abaixo melhor organiza essas informações, seguindo as normas da língua escrita?

Alternativas
Q375551 Português
Altair Barbosa, Amauri de Alvarenga, Amauri Cardoso, Alessandra Cruz das Neves, Alexandre Almeida, Alisson Rodrigues.

Caso você precise arrumar as pastas desses funcionários em ordem alfabética, que ordem deverá usar?
Alternativas
Q375550 Português
Compare os dois gráficos abaixo:

imagem-001.jpg

Com base nos gráficos, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) O português e o espanhol preservam, no twitter, a mesma relação que apresentam em relação ao número de falantes.
( ) Os dois gráficos contribuem igualmente para sabermos o tamanho dos países envolvidos.
( ) Os percentuais do segundo quadro se alteram também em função do desenvolvimento tecnológico de cada povo.
( ) O primeiro quadro está relacionado diretamente à população dos países envolvidos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q375549 Português
                     Coisa de menino ou coisa de menina? - Rosely Sayão


        Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles. Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais. Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
       Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
       Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
       O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
       Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
       Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
       Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
       Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?


                     (Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)


O artigo de Sayão foi elaborado no padrão escrito contemporâneo e publicado no jornal impresso, mas também está disponível no blog da autora e no site do jornal. Assinale a passagem do texto que está mais próxima do registro informal característico dos blogs.
Alternativas
Q375548 Português
                     Coisa de menino ou coisa de menina? - Rosely Sayão


        Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles. Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais. Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
       Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
       Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
       O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
       Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
       Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
       Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
       Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?


                     (Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)


Sobre a construção argumentativa do artigo, é correto afirmar:
Alternativas
Q375547 Português
                     Coisa de menino ou coisa de menina? - Rosely Sayão


        Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles. Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais. Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
       Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
       Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
       O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
       Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
       Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
       Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
       Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?


                     (Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)


Considere os seguintes componentes do texto de Rosely Sayão:

1. Breve histórico da contestação dos estereótipos relativos a masculino e feminino.
2. Notícia sobre campanhas de marketing que oferecem embalagens diferenciadas para meninos e meninas.
3. Defesa da postura de educadoras na contestação dos estereótipos.
4. Comentário sobre os blogs que a autora acompanha e sobre a foto que desencadeou o tema do artigo.
5. Crítica à irresponsabilidade social das empresas que reforçam estereótipos.


Assinale a alternativa que corresponde à sequência das ideias na organização do texto.

Alternativas
Q375546 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Tendo em vista as regras de acentuação gráfica, considere os seguintes grupos de palavras:

1. usuário, sanguínea, distância.
2. ângulo, próximo, médico.
3. deverá, distância, após.
4. razoável, pés, ângulo.

Em que grupos as palavras são acentuadas com base na mesma regra ortográfica?


Alternativas
Q375544 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Observe as correspondências abaixo.

1. Diabruras etimológicas. (maldades)
2. A questão é que a acepção não persiste hoje. (significação)
3. Discurso religioso fundamentalista. (intransigente)
4. Alegou que usara satanás como sinônimo de “adversário”. (Admitiu)

Em que casos a palavra entre parênteses pode substituir a palavra grifada sem prejuízo de significado?


Alternativas
Q375543 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Segundo o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1234231 Edificações
O terraceamento é uma prática conservacionista do solo. Sobre terraceamento, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Terraços interceptam a enxurrada formada na lavoura, resultante da água da chuva que não infiltrou no solo.
( ) Terraços diminuem a velocidade da enxurrada, mas não seu volume de água.
( ) A água acumulada no canal de um terraço deve sair preferencialmente por evaporação.
( ) Solo manejado em plantio direto não necessita de terraço.
( ) Terraços contribuem para a regularização da vazão das nascentes e dos cursos de água.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228650 Medicina
Com respeito aos achados histológicos em biópsia de enxerto renal, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A glomerulopatia do transplante é a presença de recorrência da doença de base no enxerto renal.
( ) A arteriolopatia do transplante pode ser manifestação da rejeição humoral crônica.
( ) Na glomerulopatia do transplante ocorre duplicação da membrana basal glomerular, com expansão mesangial discreta e graus variáveis de cicatrizes e aderências.
( ) De acordo com a classificação de Banff, a rejeição crônica mediada por células T apresenta fibrose intimal combinada com características indicativas de atividade de células T, como a presença de mononucleares na íntima.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228418 Medicina
Considere as seguintes afirmativas:
1. No primeiro mês após o transplante renal, são mais comuns as infecções oportunistas.
2. Entre o primeiro e o sexto mês após o transplante renal, são mais comuns as infecções bacterianas comuns, relacionadas ao uso de cateteres vasculares e urinários.
3. A ocorrência de infecções após o sexto mês de transplante renal apresenta correlação com a função renal e número de tratamentos para rejeição aguda.
4. Como a principal causa de mortalidade nos transplantados renais é a infecção, a utilização de antibióticos profiláticos de rotina é justificada.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228307 Medicina
A paracoccidiodomicose, uma doença granulomatosa crônica das membranas mucosas, é causada pelo Paracoccidioides brasiliensis, que tem o solo como reservatório e apresenta grande prevalência em nossa região. Das drogas abaixo relacionadas, qual é a de escolha para seu tratamento?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222797 Medicina
Não raro, encontramos metástase cervical com o sítio primário do tumor oculto. É claro que temos uma pista quanto à localização da lesão primária pela localização da metástase. Por exemplo, quando encontramos metástase em região submandibular, temos grande chance de encontrar o tumor primário em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222757 Medicina
Trata-se de um tumor benigno que acomete apenas glândulas parótidas, incidindo principalmente em homens (25:1) em sua quinta e sexta décadas de vida, e de evolução bastante lenta, podendo ser uni ou bilateral. É o segundo tumor benigno mais comum nessa glândula. É um adenoma constituído por oncócitos formando cistos ou estruturas papilíferas em camadas duplas, com células colunares e basaloides em estroma rico em tecido linfoide contendo folículos. Assinale a alternativa que apresenta o nome desse tumor.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222611 Medicina
Sobre papilomatose respiratória recorrente, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Trata-se de uma doença de etiologia viral que se manifesta por lesões exofíticas na via aérea humana, causada pelo papilomavírus humano.
( ) Pode afetar pacientes de qualquer idade e é classificada em forma adulta e forma infantil, sendo a forma adulta a mais frequente.
( ) Essa patologia envolve geralmente a laringe, mas pode comprometer qualquer área do trato aerodigestivo.
( ) É notória a possibilidade de lesões causadas pelo papilomavírus em laringe malignizarem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
2621: B
2622: D
2623: E
2624: B
2625: A
2626: B
2627: D
2628: C
2629: D
2630: E
2631: A
2632: B
2633: A
2634: A
2635: B
2636: C
2637: C
2638: C
2639: E
2640: B