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Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1194153 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os fenômenos responsáveis pelo desencadeamento de erosões lineares profundas estão basicamente associados a fatores antópicos e/ou naturais. Sob esta ótica é correto afirmar  
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1192941 Matemática
Os professores Rodrigo Cristian e Karla Patrícia, ambos do Ginásio Pernambucano, observaram que um grupo de alunos estava estudando para o concurso da COMPESA em plena aula de Matemática, envolvidos com a seguinte questão. “Dois carros deixam simultaneamente as cidades A e B indo de uma cidade em direção à outra, com velocidades constantes, e em sentidos opostos. As duas cidades são ligadas por uma estrada reta. Quando o carro mais rápido chega ao ponto médio M de AB, a distância entre os dois carros é de 96 km. Quando o carro mais lento chega ao ponto M, os carros estão a 160 km um do outro. Qual a distância, em km, entre as duas cidades”? Os professores bem humorados resolveram a questão para o grupo, concluindo que a distância entre as cidades, dada em km, é: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1192883 Noções de Informática
Assinale a única alternativa verdadeira. Qual a variável de ambiente que especifica o caminho de pesquisa para arquivos executáveis no Windows. 
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Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1190652 Administração Financeira e Orçamentária
Orçamento público é constituído a partir de alguns princípios orçamentários. No que se refere aos princípios orçamentários, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1190286 Administração Financeira e Orçamentária
No que diz respeito à execução orçamentária no âmbito público, analise as sentenças abaixo.
1. Executar o Orçamento é realizar as despesas públicas nele previstas e apenas essas, tendo em vista que para se utilizar de recursos públicos, a primeira condição é que esse gasto tenha sido legal e oficialmente previsto e autorizado pelo Congresso Nacional.   2. Os três estágios de execução orçamentária previstos na Lei 4320/64 são: empenho, liquidação e pagamento. Em alguns casos, quando há demora no processo de licitatório, é possível o pré-empenho.
3. O empenho é o primeiro estágio da despesa e pode ser conceituado como o ato que emana da autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento, pendente ou não de implemento de condição.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1188187 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Entre as principais modificações nas características do solo, decorrentes das alterações na cobertura vegetal ocasionada pela supressão da vegetação florestal e substituição por cultivos agrícolas e pastagens, não seria esperado: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1187540 Economia
Considerando o modelo de Baumol-Tobin de demanda por moeda, responda as questões
Com relação a elasticidade-renda pode-se dizer que 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1187022 Noções de Informática
Por padrão, no ambiente Windows, a sequência de atalhos do teclado para os recursos Recortar, Colar e Copiar é, respectivamente: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1186756 Português
Você toma água da torneira? 
Consumo/ Países como Austrália e EUA têm esse hábito. Brasileiros não abrem mão da mineral 
Júlia Kacowicz 
Enquanto o boicote às águas engarrafadas é discutido em países onde o hábito de tomá-la da torneira é comum, os brasileiros estão cada vez mais reféns das garrafinhas e garrafões. Dados divulgados, na semana passada, pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indicam um crescimento de 15% na produção do recurso entre 2007 e 2008. Pernambuco, que por muitos anos teve o título de campeão em consumo, já divide o status com outros estados e, mesmo assim, tem um consumo acima da média. Em um ano, são 32,7 litros de água mineral por pernambucano contra 31 litros por brasileiro. Número que pode parecer baixo isoladamente, mas cresce quando se considera a minoria da população com acesso ao líquido potável. Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade. 
As campanhas de estímulo ao consumo de água da torneira surgiram em países como Austrália, Inglaterra e Estados Unidos depois do boom das mudanças climáticas, em que os governantes de nações desenvolvidas foram convocados a reduzir as emissões de poluentes. Nesse cenário, a poluição provocada pela produção e o transporte das garrafas tornou-se um gasto desnecessário, valorizando o consumo das torneiras. Um costume que não existe apenas no exterior, mas que vem sendo reduzido até no Sul do país, onde já foi comum. Recém-chegada de Porto Alegre, a gaúcha Carolina Barzotti levou um susto quando o marido a alertou de que não devia tomar o líquido direto da torneira na nova casa, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 
Carolina Barzotti contou que alguns gaúchos estão trocando a água da torneira pelas garrafas por receio da qualidade. "Eu ainda mantinha o hábito, achava que era mais coisa de estímulo ao consumo. Mas aqui disseram que não dá, até porque a água do nosso prédio é de poço", disse Carolina. O pesquisador e sanitarista do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz André Monteiro ressaltou que Pernambuco possui uma conjectura favorável ao crescimento de consumo da mineral. O primeiro ponto, destacou, é o rodízio de abastecimento que existe há mais de 25 anos. Na situação de escassez, surgiu a proliferação de poços artesianos e o abastecimento por caminhões pipa. “Se não chega água continuamente, é necessário armazenar em algum local que pode permitir a contaminação. Ou optar pelo caminhão pipa que não tem a garantia da qualidade do líquido", justificou Monteiro. A gerente de qualidade de água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Maria Julita Mendes, informou que a companhia garante os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde até a chegada nas instalações (hidrômetros) dos imóveis. Mas não após o armazenamento nos reservatórios. Quando o hábito de tomar água das torneiras era mais comum, destacou, alguns consumidores reclamavam do sabor metálico por conta das tubulações antigas. Agora, garante, muitas tubulações já são de PVC, o que exclui o sabor. 
O pesquisador do Aggeu Magalhães destacou que uma mudança de cultura em Pernambuco é possível desde que haja uma regularização no abastecimento e uma forte campanha educativa. "Seria preciso ganhar a confiança, o que é um processo difícil e lento", pontuou. Entre os riscos à saúde pela contaminação estão as diarreias e hepatite. 
Disponível em www.diariodepernambuco.com.br/2009/09/20/ urbana12_0.asp Acesso em 21 set. 2009. Adaptado. 
Segundo o texto, a discussão sobre um boicote ao consumo de água mineral está associada a causas 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1186753 Português
Você toma água da torneira? 
Consumo/ Países como Austrália e EUA têm esse hábito. Brasileiros não abrem mão da mineral 
Júlia Kacowicz 
Enquanto o boicote às águas engarrafadas é discutido em países onde o hábito de tomá-la da torneira é comum, os brasileiros estão cada vez mais reféns das garrafinhas e garrafões. Dados divulgados, na semana passada, pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indicam um crescimento de 15% na produção do recurso entre 2007 e 2008. Pernambuco, que por muitos anos teve o título de campeão em consumo, já divide o status com outros estados e, mesmo assim, tem um consumo acima da média. Em um ano, são 32,7 litros de água mineral por pernambucano contra 31 litros por brasileiro. Número que pode parecer baixo isoladamente, mas cresce quando se considera a minoria da população com acesso ao líquido potável. Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade. 
As campanhas de estímulo ao consumo de água da torneira surgiram em países como Austrália, Inglaterra e Estados Unidos depois do boom das mudanças climáticas, em que os governantes de nações desenvolvidas foram convocados a reduzir as emissões de poluentes. Nesse cenário, a poluição provocada pela produção e o transporte das garrafas tornou-se um gasto desnecessário, valorizando o consumo das torneiras. Um costume que não existe apenas no exterior, mas que vem sendo reduzido até no Sul do país, onde já foi comum. Recém-chegada de Porto Alegre, a gaúcha Carolina Barzotti levou um susto quando o marido a alertou de que não devia tomar o líquido direto da torneira na nova casa, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 
Carolina Barzotti contou que alguns gaúchos estão trocando a água da torneira pelas garrafas por receio da qualidade. "Eu ainda mantinha o hábito, achava que era mais coisa de estímulo ao consumo. Mas aqui disseram que não dá, até porque a água do nosso prédio é de poço", disse Carolina. O pesquisador e sanitarista do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz André Monteiro ressaltou que Pernambuco possui uma conjectura favorável ao crescimento de consumo da mineral. O primeiro ponto, destacou, é o rodízio de abastecimento que existe há mais de 25 anos. Na situação de escassez, surgiu a proliferação de poços artesianos e o abastecimento por caminhões pipa. “Se não chega água continuamente, é necessário armazenar em algum local que pode permitir a contaminação. Ou optar pelo caminhão pipa que não tem a garantia da qualidade do líquido", justificou Monteiro. A gerente de qualidade de água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Maria Julita Mendes, informou que a companhia garante os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde até a chegada nas instalações (hidrômetros) dos imóveis. Mas não após o armazenamento nos reservatórios. Quando o hábito de tomar água das torneiras era mais comum, destacou, alguns consumidores reclamavam do sabor metálico por conta das tubulações antigas. Agora, garante, muitas tubulações já são de PVC, o que exclui o sabor. 
O pesquisador do Aggeu Magalhães destacou que uma mudança de cultura em Pernambuco é possível desde que haja uma regularização no abastecimento e uma forte campanha educativa. "Seria preciso ganhar a confiança, o que é um processo difícil e lento", pontuou. Entre os riscos à saúde pela contaminação estão as diarreias e hepatite. 
Disponível em www.diariodepernambuco.com.br/2009/09/20/ urbana12_0.asp Acesso em 21 set. 2009. Adaptado. 
A jornalista chama “uma distorção de costumes e de realidade” 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1185745 Português
O maior consumo de água geralmente é no banho. Para você que gosta de um banho gostoso e demorado, saiba que, uma simples ducha de chuveiro, é a vilã número um do desperdício de água nas residências domésticas. Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo cairá um terço desta quantidade. Portanto, durante o banho, feche o registro enquanto se ensaboa. Esta será a sua grande contribuição. E na hora de escovar os dentes, mantenha a torneira fechada. (...) 
Disponível em: www.biodiversityreporting.org/article.sub. Acesso em 18 set. 2009. 
Observe o fragmento:
Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo cairá um terço desta quantidade.
O texto acima deixa dúvidas a respeito de quem “gastará por mês (...)” e de quem “reduzirá o tempo”. Porém, considerando o contexto e a concordância verbal, é possível  indicar, como única resposta a essas dúvidas, 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1183922 Administração Geral
Qual a estrutura de dados na qual o primeiro elemento a entrar é também o primeiro elemento a sair?  
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1182200 Segurança e Saúde no Trabalho
Quanto aos documentos que integram o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1181192 Raciocínio Lógico
Na rua que dá acesso ao Escritório do Alto do Céu, da COMPESA, existem 16 casas numeradas de 1 a 16. As casas de numeração par ficam todas de um mesmo lado da rua e as casas de numeração ímpar do lado oposto. O prefeito da cidade resolveu derrubar alguma(s) casa(s) a fim de que as somas dos números das casas fossem iguais dos dois lados da rua. Para atingir o seu objetivo, qual é o número de casas que o prefeito deve derrubar? 
Alternativas
Q125674 Contabilidade Geral
A Cia XYZ vendeu R$ 100.000,00 de mercadorias, à vista, que estavam no estoque e custaram R$ 50.000,00, mediante despesas administrativas e de vendas de R$ 10.000,00, pagas à vista. Após a escrituração destes fatos, o balancete acima:

Alternativas
Q125673 Contabilidade Geral
A Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que dispõe sobre as Sociedade por Ações, estabelece, no artigo 178, que:
1. as contas do passivo serão dispostas em ordem crescente do grau de exigibilidade.

2. as contas do ativo serão dispostas em ordem crescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos grupos: ativo circulante; ativo realizável a longo prazo e ativo permanente, dividido em investimentos, ativo imobilizado e ativo diferido.

3. as contas do passivo serão dispostas em ordem decrescente do grau do exigibilidade, apenas no longo prazo.

4. as contas do ativo serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrado, nos grupos: ativo circulante; ativo realizável a longo prazo e ativo permanente, dividido em investimentos, ativo imobilizado e ativo diferido.
Está(ão) correta(s)

Alternativas
Q125672 Contabilidade Geral
Analise as assertivas abaixo, relativas à compra de material de estoque para revenda por uma empresa que atue no ramo de comércio varejista.
1. A compra de diversos itens por um preço total de R$ 5.000,00, após um desconto de R$ 500,00 para pagamento à vista, altera o lucro da empresa, mesmo antes da revenda desses itens.

2. A compra de material de estoque por R$ 1.000,00, para pagamento a prazo, acarreta um débito em conta de estoques e um crédito em conta de passivo de fornecedores.

3. A compra de diversos itens de estoque, pelo preço total de R$ 10.000,00, com pagamento de R$ 1.000,00 no ato e R$ 9.000,00 a prazo, implica o registro de R$ 1.000,00 em conta redutora do lucro operacional, além dos demais registros.

4. A compra de itens no valor de R$ 20.000,00, com um custo adicional de frete de R$ 400,00, implica um registro de R$ 20.400,00 a débito de conta de estoques.

5. A compra de calçados para revenda, com emissão de nota fiscal pelo fornecedor no valor total de R$ 30.000,00, estando nele incluso um ICMS de R$ 3.000,00, acarreta um registro pelo comprador a crédito de estoques no valor de R$ 27.000,00.
O número de assertivas corretas é:

Alternativas
Q125671 Contabilidade Geral
A Cia. XYZ, cujo exercício social tem duração de um ano e a data de seu término, 31 de dezembro, contratou, em 01/09/08, um empréstimo bancário com vencimento para 31/08/09, pagando antecipadamente, naquela data, R$ 72.000,00 de juros (R$ 2.000,00 por mês).
De acordo com Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que dispõe sobre as Sociedade por Ações, o Balanço Patrimonial de 31/12/08, em decorrência dessa operação financeira, apresentou:

Alternativas
Q125670 Contabilidade Geral
A empresa XYZ de Compras realizou, no prazo de uma semana, as seguintes operações:
1. comprou objetos por R$ 2.000,00, pagando 30% de entrada.
2. pagou a conta de luz vencida no mês passado, no valor de R$ 95,00.
3. vendeu 2/4 dos objetos por R$ 800,0, recebendo 40% de entrada.
4. registrou a conta de luz do mês (R$ 80,00) para pagamento no mês seguinte.
5. vendeu, a vista, o resto dos objetos comprados, por R$ 1.300,00.
Sabendo-se que a contabilização obedece aos princípios fundamentais da contabilidade, as operações de compra e venda não sofreram tributação e não houve outras transações no mês, o registro contábil desses fatos, se corretamente lançados, evidenciará o seguinte resultado do mês:

Alternativas
Q125669 Contabilidade Geral
São livros essenciais para a escrituração contábil de qualquer entidade:

Alternativas
Respostas
1561: A
1562: C
1563: B
1564: B
1565: E
1566: A
1567: B
1568: B
1569: A
1570: B
1571: A
1572: A
1573: E
1574: A
1575: C
1576: C
1577: B
1578: E
1579: B
1580: D